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Texto 1
A onça e raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.
A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
No mundo da anciã, contar histórias dos animais para as crianças é uma forma de
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Texto 1
A onça e raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.
A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
A anciã entende que a aprendizagem ocorre entre
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A onça e raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.
A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
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Texto 1
A onça e raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.
A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
Para contar e ouvir histórias é necessário estar com
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Texto 1
A onça e raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú.
A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou. A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
No texto, o momento do dia apropriado para contar histórias é
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO
Leia o texto a seguir.
Decorreram-se 162 anos para acontecer a mesma tragédia. E naquela época, ano de 1839, a Cidade de Goiás era cercada de mata virgens, não existiam tratores nem moto-serras. É claro que o desmatamento e a degradação do solo tiveram também participação na enchente de agora, ano de 2002.
TELES, J. M. Contos Vilaboenses. Goiânia: Kelps. 2013. p. 72. (Adaptado).
No texto, a comparação entre as duas enchentes é feita com que objetivo?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO
Analise o gráfico a seguir que demonstra a composição do produto interno bruto goiano/2015.

Segundo o gráfico, qual foi o impacto da agropecuária para o produto interno bruto goiano?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO
Leia o texto a seguir.
A natureza dá a entender de um lado sua voz afável e benfeitora, o fanatismo, esse inimigo da natureza, solta uivos; e quando a paz se apresenta aos homens, a intolerância forja suas armas.
VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Escala: São Paulo, s/d, p. 132.
Quais exemplos de intolerância podem ser encontrados nos dias de hoje?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO
Veja o cartum a seguir.

Disponível em: <http://www.ivoviuauva.com.br>. Acesso em: 27 jul. 2020.
O cartum apresentado inspira uma reflexão sobre os frequentes desafios que a ciência encontra para seu progresso, sendo um deles
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Goiás-GO
Leia o texto a seguir.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, citou violações do direito internacional em conflitos, o tráfico de pessoas, a exploração e abuso de mulheres e meninas escravizadas, a prisão de ativistas, a perseguição de grupos religiosos e minorias e o assassinato de ou assédio a jornalistas.
Disponível em: <https://www.unodc.org/lpo-brazil/pt/frontpage/2020/03/...>. Acesso em: 27 jul. 2020. (Adaptado).
António Guterres denuncia a violação de qual tratado internacional?
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