Foram encontradas 30 questões.
1434470
Ano: 2009
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Ao longo de um terreno com 20m de comprimento foi construída uma rampa com 8% de declividade. Com base nestes dados, tem-se que o desnível do terreno, ao final da rampa, é de:
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1434089
Ano: 2009
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A NBR 6492/94, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, refere-se a:
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1433769
Ano: 2009
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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A partir de duas cartas topográficas nas escalas de 1:2.000 e 1:5.000, que representam uma mesma área, pode-se afirmar que:
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1433142
Ano: 2009
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Leia com atenção as regras genéricas contidas nas afirmações abaixo, referentes à espessura de linhas para desenho de edificações:
1. Elementos estruturais e/ou de alvenaria cortados pelo plano de corte são representados com linhas largas.
2. Elementos leves (esquadrias, etc) cortados pelo plano de corte são representados com linhas médias.
3. Arestas e contornos aparentes observados em vista (não cortados) são representados com linhas finas.
4. Linhas auxiliares, cotas, hachuras são representadas com linhas largas.
Com base nas afirmações acima, assinale a opção CORRETA:
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1430876
Ano: 2009
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Assinale a alternativa CORRETA:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
“A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso”.
O conectivo “para que” estabelece com a oração anterior uma relação semântica de:
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1403915
Ano: 2009
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Assinale a alternativa CORRETA:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
A frase que fecha o 3º § do texto tem caráter:
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1399747
Ano: 2009
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Leia atentamente as alternativas abaixo:
1. Com o advento da Cartografia Digital (CAD), para que se obtenha cartas na escala 1:500 para fins de locação de obras de engenharia, seria necessário proceder a um levantamento de campo topográfico cadastral, jamais pela simples ampliação de cartas existentes.
2. Com os recursos da Cartografia Digital disponíveis atualmente (CAD), é muito usual elaborar mapas com "Escala Aproximada" ou "Escala Média", decorrentes da possibilidade de ampliação / redução de mapas elaborados em meio digital.
3. Uma escala é tanto maior quanto maior for seu denominador, ou seja, a escala 1:20.000 é 10 vezes maior do que a escala 1:2.000.
4. Os desenhos em CAD devem ser criados usando as suas dimensões reais (escala 1:1). Se o desenho consiste, por exemplo, em uma peça de máquina de 100 milímetros ou em um projeto arquitetônico, pode-se criar e posicionar cada elemento em suas dimensões reais. A escala de desenho “scale”, requer da para imprimir um projeto, é definida no momento em que o projetista envia o arquivo para impressão.
Com base nas afirmações acima, assinale a opção CORRETA:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
Classifica-se o texto de Dom Walmor “O Amor seja Sincero”, como, predominantemente:
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