Foram encontradas 70 questões.
Conforme o Clinical Practice Guideline: Tonsillectomy in Children (2019), analise as seguintes assertivas sobre as indicações de tonsilectomia em crianças:
I. Para o diagnóstico de amigdalite recorrente, os critérios de Paradise exigem um mínimo de 7 episódios no último ano, ou 5 episódios anuais nos últimos 2 anos, ou 3 episódios anuais nos últimos 3 anos.
II. A polissonografia é recomendada antes da tonsilectomia em crianças com distúrbios respiratórios do sono que apresentem condições modificadoras, como obesidade, síndrome de Down ou anomalias craniofaciais.
III. O uso de dexametasona intravenosa em dose única durante a indução cirúrgica é recomendado para reduzir náuseas e vômitos no pós-operatório.
Quais estão corretas?
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Na avaliação de uma criança com atraso no desenvolvimento da fala e linguagem, qual exame é considerado mandatório e o primeiro passo no diagnóstico diferencial conforme a SBO Task Force (Hearing Loss in Children – 2023)?
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Para responder às questões 61 a 62, considere o caso clínico abaixo:
Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, vai ao pronto-socorro com queixa de dor intensa na boca e na garganta há 3 dias, associada a mal-estar e febre de 38,9 ºC, sem sintomas nasais ou tosse. Ao exame físico, há múltiplas vesículas pequenas e úlceras rasas, arredondadas, com base eritematosa e halo inflamatório, distribuídas em mucosa queratinizada (gengiva e palato duro) e não queratinizada (mucosa jugal e língua). Observa-se gengivite difusa e linfadenopatia cervical bilateral dolorosa. O paciente nega episódios prévios semelhantes.
Acerca do manejo terapêutico e da fisiopatologia da condição diagnosticada no caso clínico apresentado anteriormente, assinale a alternativa correta.
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Para responder às questões 53 a 55, considere o contexto abaixo:
Criança de 3 anos, previamente hígida e com desenvolvimento normal, é levada ao consultório com queixa de otalgia bilateral e febre de 39 ºC há 2 dias. Teve um resfriado na semana anterior, já tratado. À otoscopia, membranas timpânicas encontravam-se íntegras, porém abauladas e hiperemiadas, sem otorreia ou edema em conduto auditivo externo.
O tratamento foi bem-sucedido, e a criança recebeu alta em bom estado geral. No entanto, 2 semanas depois, a família percebeu que a criança parou de formar frases e não responde aos chamados. BERA apresentou ausência de ondas I, III e V em 95 dBnHL bilateralmente. O otorrinolaringologista solicita TC e RNM de ossos temporais com urgência e identifica sinais de obliteração parcial de giro basal da cóclea por material de densidade de partes moles e osso bilateralmente. Diante dessa evolução, qual é o diagnóstico fisiopatológico e qual é a conduta mais adequada para a reabilitação auditiva dessa criança?
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Para responder às questões 53 a 55, considere o contexto abaixo:
Criança de 3 anos, previamente hígida e com desenvolvimento normal, é levada ao consultório com queixa de otalgia bilateral e febre de 39 ºC há 2 dias. Teve um resfriado na semana anterior, já tratado. À otoscopia, membranas timpânicas encontravam-se íntegras, porém abauladas e hiperemiadas, sem otorreia ou edema em conduto auditivo externo.
A criança retorna após 3 dias com manutenção da febre e piora do estado geral, apresentando letargia, vômitos em jato e “dor no pescoço”. A otoscopia apresenta abaulamento persistente de membrana timpânica e sinais de miringite bolhosa. Não há sinais inflamatórios retroauriculares, mas os sinais de Kernig e Brudzinski são positivos. Qual é a principal hipótese para essa complicação e qual deve ser a conduta imediata?
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De acordo com o “Tratado de Otorrinolaringologia” (2025), qual é considerado o material autógeno de primeira escolha para a maioria dos enxertos estruturais na rinosseptoplastia estruturada, devido à sua facilidade de obtenção, baixa taxa de reabsorção e menor risco de complicações infecciosas?
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Um adolescente de 17 anos apresenta epistaxe unilateral de repetição e obstrução nasal progressiva. A tomografia computadorizada demonstra uma massa com realce intenso após contraste, originada na margem superior do forame esfenopalatino, com alargamento da fossa pterigopalatina (sinal de Holman-Miller). Qual é o diagnóstico mais provável?
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Homem, 33 anos, sem comorbidades prévias, refere obstrução nasal crônica, formação de crostas hemáticas e rinorreia purulenta persistente. Evoluiu com otalgia intensa à direita, com otoscopia sugestiva de Otite Média Aguda (OMA). Ao exame endoscópico, observa-se granulações em mucosa septal e presença de perfuração de septo nasal anterior. Foi instituída antibioticoterapia adequada para OMA, sem melhora, com escalonamento antibiótico posterior e quadro inalterado frente ao tratamento. Exames laboratoriais revelaram hematúria e positividade para o anticorpo anticitoplasma de neutrófilos com padrão citoplasmático (c-ANCA). Com base no “Tratado de Otorrinolaringologia” (2025), qual é o diagnóstico mais provável?
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Mulher, 68 anos, com histórico de insuficiência cardíaca (FE 55%), apresenta polissonografia tipo 1 com IAH de 40 eventos/hora, padrão respiratório de Crescendo-Decrescendo intercalado por apneias e ausência de esforço toracoabdominal durante os eventos. De acordo com o “Tratado de Otorrinolaringologia” (2025), assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o diagnóstico da paciente e a conduta adequada a ser seguida.
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De acordo com o “Tratado de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço” (2025), a classificação dos sistemas de monitorização do sono é essencial para o diagnóstico da Apneia Obstrutiva do Sono (AOS). Sobre os tipos de polissonografia (PSG), analise as seguintes assertivas:
I. A PSG tipo 2 realiza a monitorização completa dos canais neurofisiológicos (EEG, EOG, EMG), permitindo o estagiamento do sono, porém diferencia-se da PSG tipo 1 por ser um exame não assistido, geralmente executado em ambiente domiciliar.
II. Os exames do tipo 3, também conhecidos como poligrafias respiratórias, monitoram variáveis cardiorrespiratórias, mas não possuem canais para avaliação da arquitetura do sono, o que pode levar a uma subestimativa da gravidade do Índice de Apneia e Hipopneia (IAH).
III. A PSG tipo 4 é caracterizada por ser um estudo laboratorial simplificado que monitora obrigatoriamente o esforço toracoabdominal e o fluxo aéreo através de cânula nasal e termístor.
Quais estão corretas?
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