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Analise a função real quadrática abaixo:
\( f(x)=-\dfrac{3}{4}x^2-3x+2 \)
É correto afirmar que o valor máximo dessa função é:
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O mapa de um parque foi desenhado na escala de 1 : 25 000 (um para vinte e cinco mil). Considerando que 1 centímetro no mapa equivale a 25 000 centímetros na realidade, uma distância de 8 centímetros no mapa corresponde a:
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado no trecho a seguir, retirado do texto, sem causar alterações significativas ao seu sentido:
“Há afastamentos que não nascem de rupturas, mas de circunstâncias”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra na qual o número de letras e de fonemas seja igual.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática da palavra sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto:
“nem todo desprendimento precisa de uma despedida”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação dos pronomes sublinhados:
“Pode ser que o objeto não tenha valor sentimental algum – e isso basta”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Sobre a classificação da palavra “guarda-chuvas”, é INCORRETO afirmar que trata-se de um substantivo:
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o sentido conferido aos trechos a seguir pelo uso das palavras ou expressões sublinhadas:
1. “são esquecidos sem alarde” (l. 01).
2. “Talvez porque funcionem bem como ausências” (l. 03).
3. “Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar” (l. 18).
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
les contêm um agente extintor à base de pó químico seco projetado para combater o fogo em metais combustíveis (pirofóricos). O agente extintor reage com o metal em chamas, criando uma camada protetora que impede que o fogo se propague. O trecho refere-se ao extintor adequado para combater incêndios de qual classe?
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
Analise a Figura 5 abaixo, que ilustra a representação gráfica de um método utilizado para investigar acidentes de trabalho, reconstruindo a história do evento de forma retroativa a partir da lesão:

Como é denominado esse método?
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