Foram encontradas 60 questões.
Plataformas digitais utilizam Inteligência Artificial (IA) para sugerir conteúdos relevantes aos usuários, com base em histórico de navegação e comportamento. Esses sistemas funcionam principalmente por meio de:
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Em um sistema tecnológico de segurança, um dispositivo utiliza 5 sinais luminosos de cores diferentes para gerar códigos de acesso. Cada código é formado por 3 sinais consecutivos, sendo que cada sinal deve usar uma cor diferente. Com base nessas informações, é correto afirmar que a quantidade total de códigos possíveis gerados por esse sistema é:
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Em janeiro, uma funcionária recebia um salário mensal de R$ 1.250,00. Após um reajuste salarial em fevereiro, seu salário passou a ser R$ 1.437,50. Em termos percentuais, o aumento salarial dessa funcionária foi de:
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Em um evento esportivo, os atletas foram organizados em 10 filas, formando um triângulo. Na primeira fila, havia 1 aluno, na segunda, 2, na terceira, 3, e assim sucessivamente, formando uma progressão aritmética. Qual é o número total de atletas presentes no evento?
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Analise as seguintes assertivas sobre funções trigonométricas:
I. O período da função \( g \)(\( x \)) = \( s \)\( e \)\( n \)(2\( x \)) é \( \pi \).
II. O conjunto imagem da função h(\( x \)) = 5 − \( c \)\( o \)\( s \)(\( x \)) é o intervalo [4, 6].
III. O valor mínimo da função \( f \)(\( x \)) = 2 + \( c \)\( o \)\( s \)(\( x \)) é 1.
Quais estão corretas?
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Uma escola recebeu 180 livros, 240 cadernos e 300 canetas para serem distribuídos igualmente entre o maior número possível de turmas, de modo que todas recebessem a mesma quantidade de cada material, sem sobrar nenhum item. Nessas condições, quantos livros cada turma recebeu?
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o fragmento a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo sublinhado, por causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre:
“seguimos caminhos distintos, tornando-nos, pouco a pouco, parte da vida de outros”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:
● “___ vezes, lembramos tarde demais”.
● “o livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha”.
● “___ partir dali, seguimos caminhos distintos”.
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Feitos para esquecer
Por Pedro Guerra
- Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
- lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
- lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
- — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
- silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
- reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
- ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
- Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
- deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
- livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
- um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
- não ser devolvido.
- É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
- cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
- não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
- algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
- perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
- Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
- de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
- que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
- mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
- a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
- sempre a vida oferece essa gentileza.
- Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
- toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
- exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
- rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
- pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Considerando o Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nos trechos a seguir, retirados do texto:
● “deixamos um guarda-chuva para trá....”.
● “as perdas tra....em um recado valioso”.
● “Não por desintere....e, mas porque permanecer”.
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gravataí-RS
A NR-26 (Portaria MTP nº 2.770/2022) remete para a ABNT NBR 14.725:2023 (Produtos químicos – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente – Aspectos gerais do Sistema Globalmente Harmonizado (GHS), classificação, FDS e rotulagem de produtos químicos) a questão da Rotulagem Preventiva. A definição de elemento do rótulo denominado “Frase de Precaução” é a frase:
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