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O paciente M.L.A., 35 anos, sexo masculino, chega ao consultório queixando-se de dor na região ântero-superior do ombro direito, no exame clínico, o fisioterapeuta observa que o paciente apresenta dor intensa à palpação e ao alongamento passivo, além de restrição de ADM. Para confirmação do diagnóstico de tendinite bicipital, o fisioterapeuta deve aplicar o teste clínico de:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Avalie as proposições relativas às normas previdenciárias pertinentes à infortunística laboral e, a seguir, assinale a opção correta.
I. Não é considerada como doença do trabalho a doença degenerativa, bem como aquela inerente a grupo etário.
II. Carlos atira em Anselmo, ambos empregados, dentro da fábrica, na hora do almoço, situação tida como não acidentária, pois, apesar de Anselmo ter ficado hospitalizado por 70 dias, a empresa está isenta de qualquer obrigação acidentária.
III. Joaquim, ao passar pela fábrica onde trabalha na folga de domingo, percebe destelhamento devido a forte chuva. Ao tentar reparar, cai e se incapacita por 26 dias. Essa situação caracteriza acidente do trabalho.
IV. Não é considerada como doença do trabalho a que não produza incapacidade laborativa.
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Um pai levou para uma consulta fonoaudiológica seu filho de cinco anos que apresenta um quadro de gagueira. Bastante preocupado com a fala de seu filho, solicitou orientações ao fonoaudiólogo. Assinale a alternativa que orienta adequadamente as condutas dos pais frente a uma criança que gagueja:
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Partir
Às 5:30 tocou o bip do meu relógio. Estava acordado, há horas talvez, aguardando a luz do dia. Abençoado relógio, não aguentava mais continuar deitado ali, com o coração batendo e a boca seca. Pulei da cama e subi para o convés. Na casinha da praia, o lampião continuava aceso, e a luz do mastro do Rapa Nui, ancorado mais para fora da baía, ainda estava ligada. Todos dormiam. Sentei-me na popa, molhada de orvalho, soprando entre as mãos uma xícara de café preto e sem açúcar, quando surgiu o Hermann. Trocamos um rápido “bom-dia”. E só. Como nos tempos do remo, quando treinávamos pesado antes de uma competição importante. “Silêncio no barco!”, era a ordem, “... e firme na água!” Mas desta vez não se tratava de um treino.
Ninguém conhecia ainda a data da partida. Eu deveria defini-la nos dez dias seguintes, a partir das condições de vento e tempo. Mas, durante a madrugada daquele domingo, último dia do ano, resolvi mudar de ideia. De algum modo, o Hermann pressentira o que se passava. As fitas que prendiam a vela principal já estavam soltas, o motor virando devagarinho e o guincho de recolhimento da âncora engatado. Com os primeiros raios da manhã, o mar vermelho espelhado refletia o contorno das montanhas que protegem Jurumirim, e só os coqueiros mais altos alcançavam o sol que, pouco a pouco, ia penetrando a baía.
Lindo lugar, Jurumirim. Um porto natural cercado de matas pelos lados, com uma pequena prainha ao fundo onde, debaixo dos coqueiros, fica a sede. Muitos deles, os menores, eu plantei quando garoto. No tempo em que a fazenda era ativa, o vale atrás da praia e algumas das encostas eram forrados de bananais. Com a chegada da Rio – Santos, os barcos bananeiros – Grajaú, Meu Brasil, Fluminense – desapareceram, sendo aos poucos substituídos pelo caminhão. Em Jurumirim, a banana foi acabando e a mata fechando-se em volta. Não há estrada até ali. Todo acesso é feito por mar. Para Paraty, pela praia da frente, ou para Paraty-Mirim, pelo outro lado da fazenda, que toca a baía dos Meros. Não há luz também. As noites são iluminadas a lampião ou a vaga-lumes.
A minha canoa mais importante – Rosa – vive na praia, embaixo da velha mangueira. Gosto desse lugar, profundamente, mas pela primeira vez não queria estar ali. é difícil deixar um lugar que mora no coração, por tanto tempo. Precisava sair – rápido – da baía antes que os outros acordassem.
Ao saltar de volta para a Canoinha, o Hermann notou sob a água transparente um cabo preso junto à hélice do Paratii. Rápido, mergulhou e soltou o que ainda restava. Não tive tempo de agradecer.
“Te cuida, Amyr.”
“Pode deixar.”
Foi tudo o que consegui dizer enquanto a canoa se afastava da praia.
Na verdade, já havia partido muito antes. Os últimos meses tinham sido infernais. Milhares, milhões de preparativos, papéis, acertos, problemas gigantescos e minúsculos que precisam ser resolvidos. E, à medida que o último dia vai chegando, vai-se partindo. Os meses vão se consumindo, a tensão aumentando, as últimas semanas, o último dia e, enfim, o exato e real instante de ir embora.
Mas o barulho da corrente trazendo a âncora me traiu. O Eduardo me viu quando estava na ponta da baía. Gritava algo que não podia ouvir. Segundos depois, vi os cabelos loiros da Cabeluda acenando do Rapa Nui. Mas já estava longe. Ufa! Um enorme nó na garganta, não virei mais para trás. Sem despedidas, melhor assim.
Liguei o piloto automático e abri as velas, a grande primeiro e em seguida as duas da frente. Incrível, mas tudo parecia funcionar. Voltei para a mesa na “torre” (o meu posto de pilotagem elevado), desdobrei a carta 19 002, o Atlântico Sul, e anotei, com pressa, a hora de saída – 9:01 GMT – na página 1 do diário.
O mar liso, com longas e suaves ondas, fazia o barco balançar levemente. Fui à proa e acabei de fixar firmemente a pesada âncora. Talvez devesse tirá-la, guardá-la no porão até a próxima vez em que avistasse terra. Eram cinquenta quilos, além da quilométrica e pesada corrente, mas resolvi deixá-la instalada caso fosse necessário uma escala de emergência.
Com os pés apoiados nas asas da âncora e as pernas contra o balcão, instalei-me na extremidade máxima, à frente do barco, imitando uma carranca do São Francisco, enquanto o Paratii, com todas as velas, seguia sozinho, automático, silencioso, o seu rumo.
Pouco antes das 11:00 GMT, ultrapassei a ponta da Joatinga, o cabo Horn paratiense, e então alterei o rumo para Sul verdadeiro. Não, não era um passeio de alguns dias. Mar aberto por fim. A leste, a África. Ao sul, minha próxima parada, a península Antártica.
Ainda imóvel, na proa, fui seguindo com os olhos as últimas árvores visíveis da ponta que ia desaparecendo. Árvores. Quinze meses até a próxima árvore! Quinze meses, que eternidade!
KLINK, Amyr. Paratii: entre dois pólos. São Paulo: Companhia das Letras.
Há muitas pessoas que não gostam de ouvir o despertador tocar, pois isso é sinal de que têm de se levantar da cama. Onde o autor estava deitado?
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Coaxial
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Fibra Óptica
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Par Trançado
Com o passar do tempo e mudança das necessidades os meios de transmissão sofreram mudanças se tornaram mais rápidos, ou mais baratos ou mais seguros. Dos itens a seguir, marque corretamente aquele que é o meio de transmissão mais rápido e que sofre menos interferência do ambiente.
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Em que alternativa a palavra destacada NÃO é advérbio?
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Na NR-10, que trata da segurança em instalações e serviços em eletricidade, são estabelecidas as condições mínimas e os requisitos para a implementação de medidas de controle e de sistemas preventivos. O objetivo é garantir a segurança e a saúde dos profissionais que interagem com as instalações elétricas. Segundo a NR-10:
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A exposição ao flúor tende a produzir maior redução do processo carioso, diante da seguinte situação:
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De acordo com o artigo 198 da constituição brasileira de 1988, o sistema público de saúde deve ser único para todos os brasileiros e têm como princípios, exceto:
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Assinale a alternativa em que a oração se classifica como “oração sem sujeito”.
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