Foram encontradas 350 questões.
Leia a tira a seguir:
(Charle M. Schulz, Minduim. Disponível em: www.estadao.com.br)
As lacunas do 1º e 2º quadros da tira devem ser preenchidas, corretamente e na ordem em que aparecem, por:
(Charle M. Schulz, Minduim. Disponível em: www.estadao.com.br)
As lacunas do 1º e 2º quadros da tira devem ser preenchidas, corretamente e na ordem em que aparecem, por:
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Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode
ser substituída pelo termo entre colchetes, respeitando-se
a norma-padrão.
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Leia o texto para responder à questão:
Em um passado não tão distante, os mais novos se
divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam
asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de
carne e osso. No avançar da segunda década do século 21,
no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes
à vida real.
Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas
e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares
tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades
de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a
alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e,
em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou
suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava
crianças a sentar menos e brincar mais.
(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos
do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024.
Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
Em um passado não tão distante, os mais novos se
divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam
asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de
carne e osso. No avançar da segunda década do século 21,
no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes
à vida real.
Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas
e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares
tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades
de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a
alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e,
em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou
suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava
crianças a sentar menos e brincar mais.
(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos
do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024.
Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Espero estar enganada, mas meu senso de observação,
aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido
a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como
velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos
para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos,
achando graça em nada.
Outro dia, estava conversando com amigos da minha
faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa
dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração
tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham
sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus
entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam.
Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas
a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na
praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas
com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa
frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso
rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em
mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a
ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte
e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como
privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas,
buscávamos excitação de verdade.
Que desalento é esse que está intoxicando garotos e
garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham.
Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser
uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo
irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.
(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
• Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana… (2º parágrafo)
• Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. (2º parágrafo)
• Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade. (2º parágrafo)
• E o fracasso apavora. (3º parágrafo)
A alternativa em que todos os verbos expressam ações ocorridas no passado é:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Espero estar enganada, mas meu senso de observação,
aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido
a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como
velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos
para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos,
achando graça em nada.
Outro dia, estava conversando com amigos da minha
faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa
dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração
tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham
sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus
entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam.
Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas
a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na
praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas
com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa
frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso
rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em
mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a
ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte
e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como
privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas,
buscávamos excitação de verdade.
Que desalento é esse que está intoxicando garotos e
garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham.
Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser
uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo
irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.
(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Espero estar enganada, mas meu senso de observação,
aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido
a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como
velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos
para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos,
achando graça em nada.
Outro dia, estava conversando com amigos da minha
faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa
dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração
tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham
sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus
entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam.
Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas
a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na
praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas
com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa
frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso
rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em
mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a
ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte
e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como
privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas,
buscávamos excitação de verdade.
Que desalento é esse que está intoxicando garotos e
garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham.
Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser
uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo
irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.
(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Espero estar enganada, mas meu senso de observação,
aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido
a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como
velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos
para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos,
achando graça em nada.
Outro dia, estava conversando com amigos da minha
faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa
dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração
tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham
sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus
entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam.
Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas
a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na
praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas
com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa
frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso
rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em
mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a
ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte
e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como
privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas,
buscávamos excitação de verdade.
Que desalento é esse que está intoxicando garotos e
garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham.
Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser
uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo
irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.
(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
• … os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos… (1º parágrafo)
A palavra destacada pode ser substituída, mantendo-se o sentido, por:
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Espero estar enganada, mas meu senso de observação,
aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido
a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como
velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos
para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos,
achando graça em nada.
Outro dia, estava conversando com amigos da minha
faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa
dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração
tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham
sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus
entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam.
Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas
a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na
praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas
com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa
frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso
rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em
mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a
ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte
e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como
privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas,
buscávamos excitação de verdade.
Que desalento é esse que está intoxicando garotos e
garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham.
Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser
uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo
irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.
(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Espero estar enganada, mas meu senso de observação,
aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido
a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como
velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos
para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos,
achando graça em nada.
Outro dia, estava conversando com amigos da minha
faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa
dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração
tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham
sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus
entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam.
Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas
a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na
praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas
com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa
frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso
rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em
mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a
ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte
e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como
privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas,
buscávamos excitação de verdade.
Que desalento é esse que está intoxicando garotos e
garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham.
Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser
uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo
irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.
(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
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