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Texto I
Uma brasileira analfabeta tem, em média, cinco ou seis filhos. À medida que cresce a escolaridade da mãe, esse número vai diminuindo. Se a mulher tem nível secundário, a média desce para 2,5 filhos; com nível universitário, dois filhos. As razões são várias. Uma delas é óbvia: falta de conhecimentos elementares sobre como prevenir a gravidez.
A tragédia estatística prossegue depois do parto. Bebês de mães analfabetas correm várias vezes mais risco de morrer antes de completar doze meses. É uma inversão. Quem menos dispõe de condições para criar filhos produz a família mais numerosa.
O grande salto civilizatório que deveríamos dar ainda não foi dado: uma escola pública de qualidade, que equalize direitos e oportunidades. Dessa maneira, produz-se não um muro de lamentações do que foram esses mais de 500 anos da descoberta do Brasil, mas um farol do que poderemos ser se trocarmos a ignorância pela fertilidade do saber.
(CIPRO NETO, Pasquale e DIMENSTEIN, Gilberto. In: O Brasil na ponta da língua. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
Texto II
Este domingo (8/9/2019) marca a passagem do Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no século passado (em 1966), para incentivar o pleno letramento da população internacional. Apesar da melhoria do acesso às escolas, nos últimos 53 anos, em diversos países, ainda existem em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever.
Nesse contingente populacional, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, havia 11,3 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Se todos residissem na mesma cidade, este lugar só seria menos populoso que São Paulo – a capital paulista tem população estimada de 12,2 milhões.“Existe uma desigualdade social que se espelha na própria desigualdade educacional. As oportunidades não são iguais para todos.
Existe uma desvalorização da educação para pessoas de baixa renda”, lamenta Roberto Catelli Jr., coordenador Adjunto da ONG Ação Educativa, ao pensar sobre as dificuldades atuais do país acabar com o analfabetismo.
(https://www.portaldoholanda.com.br. Acesso em 18.01.2020. Adaptado)
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Texto I
Uma brasileira analfabeta tem, em média, cinco ou seis filhos. À medida que cresce a escolaridade da mãe, esse número vai diminuindo. Se a mulher tem nível secundário, a média desce para 2,5 filhos; com nível universitário, dois filhos. As razões são várias. Uma delas é óbvia: falta de conhecimentos elementares sobre como prevenir a gravidez.
A tragédia estatística prossegue depois do parto. Bebês de mães analfabetas correm várias vezes mais risco de morrer antes de completar doze meses. É uma inversão. Quem menos dispõe de condições para criar filhos produz a família mais numerosa.
O grande salto civilizatório que deveríamos dar ainda não foi dado: uma escola pública de qualidade, que equalize direitos e oportunidades. Dessa maneira, produz-se não um muro de lamentações do que foram esses mais de 500 anos da descoberta do Brasil, mas um farol do que poderemos ser se trocarmos a ignorância pela fertilidade do saber.
(CIPRO NETO, Pasquale e DIMENSTEIN, Gilberto. In: O Brasil na ponta da língua. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)
Texto II
Este domingo (8/9/2019) marca a passagem do Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no século passado (em 1966), para incentivar o pleno letramento da população internacional. Apesar da melhoria do acesso às escolas, nos últimos 53 anos, em diversos países, ainda existem em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever.
Nesse contingente populacional, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, havia 11,3 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Se todos residissem na mesma cidade, este lugar só seria menos populoso que São Paulo – a capital paulista tem população estimada de 12,2 milhões.“Existe uma desigualdade social que se espelha na própria desigualdade educacional. As oportunidades não são iguais para todos.
Existe uma desvalorização da educação para pessoas de baixa renda”, lamenta Roberto Catelli Jr., coordenador Adjunto da ONG Ação Educativa, ao pensar sobre as dificuldades atuais do país acabar com o analfabetismo.
(https://www.portaldoholanda.com.br. Acesso em 18.01.2020. Adaptado)
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A falta de criatividade nunca é um problema quando
crianças se põem brincar. É notória a capacidade de interação entre os pequenos, mas certo tempo
deve ser dado eles, fim de que desenvolvam
livremente seus interesses de entretenimento. Certamente a escola pode ajudar nesse processo, promovendo estímulos brincadeiras tipicamente infantis,
incentivando-as.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Canção de torna-viagem
Uma carta encontrarei
Debaixo da minha porta.
Ordem da Filha do Rei?
Feitiço da Moira Torta*?
A carta não abrirei.
Talvez me seja fatal.
Mas sobre o leito há uma rosa,
Há uma rosa e um punhal.
Que fiz de bem e de mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
É o da Princesa e o do Rei?
Ai, tudo a carta diria,
A carta de sob a porta...
Se não houvera sumido
Por artes da Moira Torta*!
(Mario Quintana, Poesia fora da estante - volume 2, (Vera Aguiar Coord.)
Porto Alegre: Editora Projeto, 2002)
* Moira Torta ou Moura Torta: entidade lendária com poderes de
feitiços e de encantamentos malignos.
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Canção de torna-viagem
Uma carta encontrarei
Debaixo da minha porta.
Ordem da Filha do Rei?
Feitiço da Moira Torta*?
A carta não abrirei.
Talvez me seja fatal.
Mas sobre o leito há uma rosa,
Há uma rosa e um punhal.
Que fiz de bem e de mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
É o da Princesa e o do Rei?
Ai, tudo a carta diria,
A carta de sob a porta...
Se não houvera sumido
Por artes da Moira Torta*!
(Mario Quintana, Poesia fora da estante - volume 2, (Vera Aguiar Coord.)
Porto Alegre: Editora Projeto, 2002)
* Moira Torta ou Moura Torta: entidade lendária com poderes de
feitiços e de encantamentos malignos.
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Canção de torna-viagem
Uma carta encontrarei
Debaixo da minha porta.
Ordem da Filha do Rei?
Feitiço da Moira Torta*?
A carta não abrirei.
Talvez me seja fatal.
Mas sobre o leito há uma rosa,
Há uma rosa e um punhal.
Que fiz de bem e de mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
É o da Princesa e o do Rei?
Ai, tudo a carta diria,
A carta de sob a porta...
Se não houvera sumido
Por artes da Moira Torta*!
(Mario Quintana, Poesia fora da estante - volume 2, (Vera Aguiar Coord.)
Porto Alegre: Editora Projeto, 2002)
* Moira Torta ou Moura Torta: entidade lendária com poderes de
feitiços e de encantamentos malignos.
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A educação infantil dá retorno
Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um
bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo
lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito
bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente
fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão
pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque
investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e
a evasão.
O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do
desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa.
Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se
não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las
não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para
construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até
que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela
é um bebê.
(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno.
Acesso em 09.01.2020)
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A educação infantil dá retorno
Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um
bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo
lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito
bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente
fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão
pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque
investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e
a evasão.
O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do
desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa.
Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se
não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las
não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para
construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até
que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela
é um bebê.
(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno.
Acesso em 09.01.2020)
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A educação infantil dá retorno
Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um
bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo
lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito
bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente
fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão
pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque
investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e
a evasão.
O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do
desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa.
Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se
não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las
não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para
construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até
que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela
é um bebê.
(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno.
Acesso em 09.01.2020)
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A educação infantil dá retorno
Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um
bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo
lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito
bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente
fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão
pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque
investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e
a evasão.
O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do
desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa.
Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se
não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las
não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para
construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até
que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela
é um bebê.
(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno.
Acesso em 09.01.2020)
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