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Foram encontradas 120 questões.

544823 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
A qualidade de vida tem sido bastante discutida na atualidade.
Qual a concepção concebida pela Organização Mundial de Saúde sobre a qualidade de vida?
 

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543464 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
Assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em relação ao revezamento 4 X 100 do atletismo, a maior vantagem do estilo de passagem ascendente de bastão é que o mesmo facilita a entrega do bastão para o próximo participante da equipe.
( ) O rebote é um fundamento do basquetebol que pode ser utilizado, tanto para o ataque quanto para defesa.
( ) o fair play presume uma formação ética e moral do atleta que pratica determinada modalidade e se relaciona com os demais competidores, bem como pressupõe que esse atleta não fará uso de outros meios que não a sua própria capacidade para superar seus oponentes.
( ) Nos jogos competitivos, num sentido estrito, a vitória de um faz com que os outros não atinjam esse mesmo objetivo. Já nos jogos cooperativos, para que um vença, todos têm que atingir os seus objetivos mutuamente.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
 

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540109 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
No texto a seguir - Texto I - a personagem-narradora conta sobre a triste realidade das crianças brasileiras que precisam trabalhar.
No texto II, Meninos Carvoeiros, o poeta Manuel Bandeira também aborda a temática do trabalho de crianças que trabalham em carvoarias.
Leia os dois textos para responder a questão
TEXTO I
OS FILHOS DO CARVÃO
Enunciado 540109-1
Disponível em: <http://criancanaotrabalha1.blogspot.com.br/2008/11/regio-centro-oeste_7633.html>. Acesso em: 11 jun. 2014
Aposto que você não sabia que o carvão é a lenha do eucalipto queimado em fornos chamados “rabos quentes”, sabia? E, se não sabia disso, também não deve saber que rabo quente é uma espécie de iglu (já viu como é a casa do esquimó?), feito de tijolo e barro, que arde e estala com o fogo aceso durante três dias.
Pois é. Só que, para fazer o eucalipto virar carvão, muitas crianças têm que trabalhar junto com os pais.
Quem contou e até mostrou tudo isso para a minha professora foi a Luciane, uma menina de 15 anos, que vive numa fazenda em Água Clara (no Mato Grosso do Sul). Ela tem mais dois irmãos adolescentes e duas irmãs pequenas. Todos trabalham com o pai numa carvoaria. Escute só o que mais ela falou:
“O médico me proibiu de mexer com fumaça, pois já tive pneumonia. Mas meu pai não aguenta trabalhar sozinho. Desde os 7 anos eu ajudo ele. Comecei fazendo porta de forno, depois aprendi de tudo. Tem de transportar a lenha, botar fogo, esperar esfriar e retirar o carvão. Tem tanta coisa para se fazer numa carvoaria que, de noite, a gente dorme até em pé.”
Agora, pare um pouco e pense como deve ser horrível a gente não poder deitar em uma cama macia, cheirosa e quentinha, ainda mais quando está caindo de cansado. Pois é... Esta história dos filhos do carvão só tem fumaça e tristeza. Se eu fosse pintar, só usaria o lápis cinza. E o preto também, claro, pra pintar o carvão e o “gato”.
Sabe o que é esse gato preto entre aspas? É o empreiteiro, o homem que contrata os carvoejadores e depois leva todos para morar em barracas, dentro das florestas onde estão os eucaliptos que vão virar carvão. É ali, no meio da fumaça e longe da cidade, que famílias como a de Luciane vivem. E não é só em Água Clara. A Dona Catarina disse que também em Minas Gerais, na Bahia e no Pará.
Esta história cinza-triste me fez lembrar de amarelinha. É que minha mãe sempre me dá um pedaço de carvão quando eu quero riscar uma amarelinha na calçada. É melhor que giz, porque o preto aparece mais.
Será que essas crianças do carvão já brincaram alguma vez de amarelinha?
Enunciado 540109-2
AZEVEDO, Jô; HUZAK, Iolanda; PORTO, Cristina. Os filhos do Carvão.
In: Serafina e a criança que trabalha. São Paulo: Ática, 2000.
TEXTO II
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
- Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
- Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalheis como se brincásseis!
- Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos
[desamparados!
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 25 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
Em relação ao Texto I, têm-se duas imagens ─ uma de um menino carvoeiro e outra da brincadeira da amarelinha.
Analise as imagens, estabeleça uma relação entre elas e o texto como um todo e assinale a alternativa INCORRETA.
 

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536837 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
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Uma sorveteria vendeu 1600 picolés durante a Copa do Mundo FIFA de 2014. Sabendo que cada picolé tem o preço de venda médio de R$ 4,00 e que o custo médio é de R$ 1,50, qual foi o lucro da sorveteria nesse período?
 

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535525 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
Analise o texto a seguir para responder a QUESTÃO.
Lei da Palmada institui a paternidade análoga à escravidão
O casamento, longe de ser uma expressão do amor romântico, é uma instituição do contrato social. A tradicional frase “enfim sós”, que os noivos se dizem mutuamente ao iniciar a lua de mel, não passa de uma figura de retórica. A rigor, desde o instante em que o casamento é celebrado, no cartório ou na igreja, os casais jamais ficarão a sós – a sociedade sempre estará entre eles. O casamento é uma espécie de triângulo social, formado pelos noivos que disseram “sim” e pela sociedade que lhes dirá “não” sempre que um deles quiser infringir o contrato social firmado diante dela. [...]
Por isso, é natural que o Estado brasileiro, como qualquer outro Estado do mundo, queira se intrometer na vida dos casais. Essa intromissão é necessária devido aos filhos, que compõem o perfil da maioria das famílias. Por delegação da sociedade, o Estado, juntamente com outras instituições, tem o dever de zelar para que os filhos sejam educados e assistidos pelos pais até se tornarem capazes de cuidar da própria vida. No Brasil, a lei que deveria zelar pela saudável convivência familiar é o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 13 de julho de 1990. O problema é que ele não foi criado com o objetivo de fortalecer as relações familiares, prescrevendo deveres mútuos para pais e filhos, à luz dos costumes da própria sociedade; pelo contrário, o ECA é a principal arma dos movimentos revolucionários que usam o Estado capitalista para criar o utópico “homem novo” socialista. Prova disso é a chamada “Lei da Palmada”, que acaba de ser aprovada no Congresso Nacional e criminaliza os pais por uma simples palmada nos filhos.
Uma lei da universidade e da ONU [...]
A Lei da Palmada não nasceu no Congresso Nacional muito menos de uma inusitada sinapse do cérebro de Xuxa, transformada em sua garota-propaganda pelo senador Renan Calheiros [...] A primeira tentativa de aprová-la partiu do Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Laboratório de Estudos da Criança, que, há décadas, vem produzindo campanhas contra qualquer agressão física a crianças e adolescentes. O problema é que os psicólogos da USP confundem ralho e palmada com agressão física e opressão psicológica e vinham tentando aprovar no Congresso Nacional a criminalização da palmada – o que finalmente conseguiram, após convencerem a bancada evangélica. [...]
Por isso, mesmo rejeitada por ampla maioria da população brasileira, como provam as enquetes isentas sobre o assunto, a Lei da Palmada acabou vingando. É que a proposta original não era somente da deputada Maria do Rosário – ela foi respaldada pela “Petição por uma Pedagogia Não Violenta”, uma campanha multinacional do Laboratório de Estudos da Criança da USP, que teve início em 1994, portanto há 20 anos, e colheu mais de 200 mil assinaturas de apoio no Brasil, Peru e Argentina. Essa campanha teve o apoio do UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), que, em 2005, publicou o livro “Direitos Negados: A Violência Contra a Criança e o Adolescente no Brasil”, uma coletânea de artigos escritos por diversos pesquisadores. No artigo que abre o livro, as pesquisadoras Maria Amélia Azevedo e Viviane de Azevedo Guerra, ambas do Instituto de Psicologia da USP afirmam: “A luta mundial pela abolição de castigos imoderados e moderados (inclusive o famigerado tapinha no bumbum) já é vitoriosa em onze países: Suécia (1979); Finlândia (1983); Dinamarca (1983); Noruega (1987); Áustria (1989); Chipre (1994); Letônia (1998); Croácia (1999); Alemanha (2000); Israel (2000) e Islândia (2003)”.
Psicólogos da USP escreveram projeto de lei
Ora, o mundo tem quase 200 países. Isso significa que, apesar de toda a pressão exercida pela ONU, menos de 10% das nações dedicaram leis especiais contra castigos físicos em crianças. O que a maioria dos países pune – e com toda razão – é o espancamento dos filhos pelos pais, algo que o Código Penal Brasileiro e o próprio Estatuto da Criança e Adolescente também já condenam. Além disso, nos países citados pelas pesquisadoras, os menores de 18 anos que cometem crimes violentos não costumam ser inimputáveis como no Brasil e não têm o rosto totalmente protegido nas reportagens que relatam seus feitos. [...] Impor a um caldeirão de violência chamado Brasil, com quase 200 milhões de viventes, as mesmas leis de aldeolas escandinavas com menos de 5 milhões de habitantes, como fizeram os pesquisadores da USP com a Lei da Palmada, é não ter o mínimo senso de proporção. [...]
Esse projeto de lei do Executivo, que acabou aprovado na semana passada, é lobo em pele de cordeiro. Ao acrescentar três artigos ao Estatuto da Criança e do Adolescente, ele estabelece: “A criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou tratamento cruel ou degradante, como forma de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los”. Em seguida, a lei define “castigo físico” como a “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em sofrimento físico ou lesão à criança ou adolescente”. E define como “tratamento cruel ou degradante” a “conduta ou forma cruel de tratamento que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou adolescente”. [...]
A lei também prevê que o profissional da saúde, da educação ou da assistência social, bem como qualquer pessoa que exerça cargo ou função pública, tem a obrigação de comunicar às autoridades competentes qualquer suspeita ou confirmação de castigo físico de uma criança, sob pena de incorrer em multa que varia de 3 a 20 salários mínimos. Ou seja, a lei cria um exército público de delatores profissionais, que, com o tempo, irão consolidar a criminalização da palmada, ainda que ela não esteja explicitamente escrita no texto da lei. Em breve, cada filho será o senhorzinho do lar e teremos a paternidade análoga à escravidão.
Como se vê, a nova versão da Lei da Palmada, rebatizada casuisticamente de “Lei Menino Bernardo”, parece não oferecer nenhum perigo para as famílias. Quem pode ser a favor do “tratamento cruel ou degradante” de uma criança, expressão que mais se destaca quando se lê o primeiro parágrafo da lei? Ocorre que essa expressão entrou aí justamente para ofuscar a criminalização da palmada, que continua embutida na expressão “castigo físico”. Afinal, se “castigo físico” fosse apenas sinônimo de espancamento e não abarcasse também uma simples palmada, não haveria necessidade de acrescentar “tratamento cruel” ao texto. [...]
O clima bananeiro em que foi aprovada a Lei da Palmada pode ser medido pela entrada de Xuxa Meneghel no plenário do Senado. Ela trazia pela mão um garoto que, depois, se revelou ser o neto do presidente do Senado, Renan Calheiros. Num acintoso desrespeito aos rituais da República, o menino foi posto sentado à mesa diretora da Casa, entre o avô e Xuxa, como se o Brasil fosse uma monarquia, em que o poder se transmite hereditariamente e não há distinção entre o público e o privado. A transformação do neto de Renan Calheiros numa espécie de reizinho da República é reveladora da miséria moral reinante – simboliza a privatização da coisa pública e a estatização da vida privada [...] A Lei da Palmada já é consequência dessa indistinção entre um Estado cada vez mais possuído pelos grupos organizados e uma sociedade cada vez mais destituída de vida privada. É como se os bedéis do Estado, que batem ponto burocraticamente nas repartições, pudessem cuidar da educação de todas as crianças brasileiras – uma missão que exige dos pais de carne e osso enormes sacrifícios, inclusive em madrugadas insones, quando velam pela saúde e o bem-estar de seus filhos.
Duplo grau de jurisdição na família
Os intelectuais bem-nascidos querem aplicar a todo mundo os seus próprios princípios de vida, sem levar em conta as circunstâncias em que vivem os destinatários de suas leis utópicas. O ideal é que uma criança jamais precise levar sequer uma palmada e aprenda a obedecer a um simples olhar. Mas esse é um ideal, que nem sempre pode ser posto em prática, especialmente nas classes mais pobres, em que a vida é muito dura, e os pais, machucados pela própria desesperança, nem sempre são capazes de dialogar com os filhos, depois de mais uma dura jornada de trabalho, em que enfrentam ônibus lotados para voltar ao barracão minúsculo onde a família se amontoa. Em famílias assim, uma palmada, um beliscão, um cascudo são quase inevitáveis e chegam a ser uma forma de diálogo, uma espécie de rude carinho físico entre pais e filhos, especialmente em famílias arcaicas em que beijos e abraços são raros ou inexistem. [...]
Eles [os pesquisadores] nem se dão conta de que as famílias, instintivamente, criam e aplicam uma sábia justiça doméstica que reproduz um dos pilares do processo civilizatório – o duplo grau de jurisdição. A mãe, pelo fato de ficar mais tempo com o filho e, sobretudo por tê-lo carregado no ventre, tende a ter com ele uma relação muito mais emotiva, consequentemente mais fadada à impaciência, aos ralhos, às palmadas. Mas, como diz o provérbio, pé de galinha não mata pinto. Prova disso é que mal acaba de levar uma palmada da mãe, a criança já busca o seu colo para chorar, como se a palmada fosse o prenúncio do carinho. Só quando essa primeira instância da justiça familiar não surte efeito, é que entra a segunda instância – a justiça paterna.
Mas o pai, ao contrário da mãe, deve ter maior distanciamento e evitar o castigo físico. Como sabiam os antigos, a mão do pai é pesada. Ele é o juiz de segunda instância, que só deve interferir nos casos mais graves, fazendo valer sua autoridade com um olhar severo, uma palavra firme e, no mais das vezes, com sua simples presença. Quando o pai precisa castigar fisicamente o filho, é porque esse duplo grau de jurisdição familiar está falhando e, nesse caso, sim, a criança tem grande chance de se tornar um filho rebelde, malcriado, às vezes um adulto traumatizado e sem rumo. A Lei da Palmada, ao proibir todo tipo de castigo físico, inclusive quando praticado afetivamente pela mãe, acaba com esse sábio sistema de pesos e contrapesos entre mãe e pai, privando a criança de seu primeiro e educativo contato com a Justiça – que é, antes de tudo, uma hierarquia moral de valores, em que a severidade das sanções é graduada pela gravidade dos atos. Ao desconsiderar essas nuances das relações familiares, a Lei da Palmada chega a desumanizar a criança, como se ela não passasse de um corpo sem alma, cujo maior sofrimento é a dor passageira de uma simples palmada.
SILVA, José Maria. Jornal Opção. 11 Junho 2014. Disponível em: Jornal Opção. <http://www.jornalopcao.com.br/
reportagens/lei-da-palmada-institui-paternidade-analoga-6467/> Acesso em 27 de jul. 2014. (Fragmento Adaptado)
Sobre provérbios: ‘Pé de galinha não mata pinto’ (11º parágrafo) e ‘é lobo em pele de cordeiro’ (6º parágrafo), empregados pelo autor, marque a alternativa CORRETA que apresenta o objetivo dessa utilização.
 

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534045 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
As orientações educacionais giram em torno da cidadania, entendendo a escola como um dos espaços possíveis da contribuição para a formação do cidadão crítico, autônomo, reflexivo, sensível e participativo.
Marque a alternativa que traz o engajamento da educação física nesse contexto.
 

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531850 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
Considere a planilha a seguir, produzida por meio da ferramenta Microsoft Office Excel, em sua configuração português padrão e analise as afirmativas.
Enunciado 531850-1
I. O nome da planilha em questão é Produtos.
II. É correto afirmar que as células A1 e A8 são chamadas de célula ativa.
III. Para se calcular o Valor Total das 15 quantidades de monitores é suficiente usar a fórmula =B3*C3.
IV. Para se calcular o Valor Total de todos os produtos da tabela é suficiente clicar na célula AB, inserir a fórmula =SOMA(D3:D6) e em seguida pressionar a tecla ENTER.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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529244 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
Todas as pessoas, de qualquer idade, em qualquer ambiente e nas mais diversas situações estão sujeitas a se acidentarem ou sofrerem um mal súbito. As consequências, em qualquer uma dessas situações são diretamente proporcionais à gravidade do ocorrido e à qualidade e presteza no pronto atendimento. Dentro do ambiente escolar, principalmente nas aulas de educação física, é muito comum ocorrerem situações em que o professor deve prestar o primeiro atendimento.
Leia as afirmações e marque verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) Contusão - Lesão produzida nos tecidos rígidos por trauma contuso (pancada, chute, cotoveladas, etc.), com ROMPIMENTO da pele.
( ) Distensão Muscular - É a lesão provocada pelo estiramento do músculo (rompimento de fibras musculares), ou parte dele, por movimento brusco e/ou violento.
( ) Entorse - É a separação MOMENTÂNEA das superfícies ósseas ao nível da articulação, com comprometimento apenas ligamentar.
( ) Luxações - É o deslocamento da extremidade de um osso ao nível de sua articulação, com comprometimento de vários componentes articulares, bem como estruturas locais, podendo ser fechadas ou abertas.
Marque a alternativa que contenha a sequência CORRETA.
 

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528276 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
Provas:
O conjunto das soluções da inequação (1/ 2) x < 5 é:
 

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527510 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: UFT
Orgão: Pref. Gurupi-TO
Provas:
Um quadrilátero BCDE está definido pelos seguintes pontos: B = (-1, -1), C = (1, 1), D = (3, 1) e E = (-1, -3).
Assinale a alternativa que corresponde ao perímetro do quadrilátero.
 

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