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Levando em consideração os sentidos do verbo assistir em cada frase, há regência INDEVIDA deste verbo em:
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- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoUso de Conectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia a anedota a seguir.
“Uma família jantou em um restaurante bem caro, e sobrou muita comida. O pai, com pena de desperdiçar tudo, mas com vergonha de pedir ao garçom para embrulhar, pagou a conta e disse:
− Por favor, embrulhe a comida que restou. Vamos levar para o cachorro.
Ouvindo isso, as crianças gritaram:
− Oba! Papai vai comprar um cachorro!
(365 piadas, curiosidades e advinhas)
“mas com vergonha de pedir ao garçom para embrulhar (...)”. A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
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Leia o texto a seguir.
Estratégicas para consumir mais
Você já se perguntou por que as escadas de um shopping center costumam ficar nas extremidades de cada andar? E por que há música ambiente em várias lojas e supermercados?
Especialistas em marketing e psicossociólogos explicam que tudo é planejado para que o cliente consuma mais. A música, por exemplo, tende a nos relaxar e reforça a sensação de prazer que temos no momento da compra. As escadas dos shoppings nos obrigam a passar na frente de várias lojas e, inevitavelmente, comprar mais.
(Português Linguagens – p. 176)
As palavras do texto “extremidades”, “psicossociólogos” e “sensação” devem ser separadas silabicamente:
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Isolamento sim, mas não exclusão
Há algum tempo, ainda bem jovem, um dos livros que li e de que gostei muito, relacionado à 2ª Guerra Mundial, foi o " Refúgio Secreto", em que uma mulher, não sei se era polonesa ou não, escondia judeus, para que não fossem levados para campos de extermínio. Schindler buscou formas de salvar vidas, empregando pessoas em sua fábrica, mesmo aquelas que não eram capacitadas. Em outro caso, Sr Nicholas Winton organizou o resgate de 669 crianças, em sua maioria judias, na antiga Tchecoslováquia, antes delas serem deportadas para campos de concentração e, com certeza, de extermínios.
E é isso que a história nos traz; vários relatos de pessoas que arriscaram suas vidas tentando salvar outras num período trágico e tenebroso, entre 1939 a 1945.
Atualmente, estamos vivendo um período bastante caótico. Uma Pandemia que veio ceifando milhares de vidas. E a todo instante estamos buscando formas de nos protegermos e nos auxiliarmos na contenção desse vírus tão devastador. Reforçamos a importância do isolamento, claro, um dos principais instrumentos para evitar que o vírus prolifere mais. Entretanto temos que pensar não só no isolamento, mas também na NÃO exclusão. Como assim?
Exclusão daqueles que estão nas ruas, das pessoas que estão vivendo na miséria, dos diversos microempresários que perderam seus empreendimentos. É muito fácil ficarmos isolados e apoiarmos na indiferença àqueles que mais precisam. Só que para mim não é.
Quando assisti à reportagem das pessoas na fila em busca de ossos, devido a fome corroendo seus corpos, meus olhos marejaram em lágrimas. E nós, aqui, comendo hamburguer, pizza, bebendo vinhos. Não que tenhamos que deixar de fazer isso, todavia vamos pensar, além do isolamento, pensar também na não exclusão.
Tenho admirado as pessoas que estão indo às ruas levar comida para os sem moradia, admiro o Padre Júlio (o qual não conheço), que abriu as portas de sua paróquia, para que moradores pudessem dormir, escondendo-se do frio.
Eu trabalho na periferia e tenho convivido com situações bem dramáticas. Já fui algumas vezes entregar “kits” alimentação para a comunidade e escuto relatos deploráveis; sei também de pessoas que têm ido às ruas levar sopa e pão para pessoas sem teto.
Sabemos dos riscos que corremos a todo instante, seja numa padaria, num supermercado, na rua, ou até na maçaneta da porta. Entretanto, não vou viver um isolamento e uma exclusão ao mesmo tempo. Ainda que eu tenha que sofrer com as consequências de minha exposição, os meus porões do coração estarão sempre abertos para esconder aqueles que necessitarem de se abrigar para que não sofram com o extermínio da indiferença.
(T.M)
“(...) sei de pessoas que TÊM ido às ruas levar sopa e pão para pessoas sem teto.” A alternativa que apresenta a forma verbal que sofre a mesma flexão de número, na 3ª pessoa, conforme o verbo destacado é:
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No MS-Word 2016, são fontes de texto comumente utilizadas, EXCETO:
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