Foram encontradas 410 questões.
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- EscritórioMicrosoft OfficeWordConceitos Avançados do Word
No MS-Word 2016, a opção para inserção de marca d´água está disponível na aba:
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- EscritórioMicrosoft OfficeWordPrincipais Recursos do WordFormatação de Fonte 1
São fontes de texto disponíveis na versão default do MS-Word 2016, EXCETO:
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- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 10
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsPainel de Controle
No MS-Windows 10, o local onde são realizadas as configurações básicas do sistema operacional é o(a):
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- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 10
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsTeclas de Atalhos do Windows
No MS-Windows 10, a combinação de teclas ‘Ctrl + Shift + Esc’ está associada ao:
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsTeclas de Atalhos do Windows
No MS-Windows 10, a combinação de teclas ‘Ctrl + V’ está associada à função:
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Leia a anedota a seguir para responder as questões 28, 29 e 30.
No primeiro dia de aula, a professora passou uma lição de casa. No dia seguinte, ela cobrou o dever dos alunos. Todos haviam feito a tarefa, menos Joãozinho. A professora perguntou:
– Por que você não fez a lição de casa, Joãozinho?
– Ah, professora, é porque eu moro em apartamento.
“– Ah, professora, é porque eu moro em apartamento.” A palavra destacada apresenta outras formas de ortografia (por que, porquê, por quê).
Assinale a alternativa em que o espaço deve receber a mesma forma que a destacada no trecho acima.
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Leia a anedota a seguir para responder as questões 28, 29 e 30.
No primeiro dia de aula, a professora passou uma lição de casa. No dia seguinte, ela cobrou o dever dos alunos. Todos haviam feito a tarefa, menos Joãozinho. A professora perguntou:
– Por que você não fez a lição de casa, Joãozinho?
– Ah, professora, é porque eu moro em apartamento.
“– Por que você não fez a lição de casa, Joãozinho?” O termo destacado nessa oração é um:
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Leia a anedota a seguir para responder as questões 28, 29 e 30.
No primeiro dia de aula, a professora passou uma lição de casa. No dia seguinte, ela cobrou o dever dos alunos. Todos haviam feito a tarefa, menos Joãozinho. A professora perguntou:
– Por que você não fez a lição de casa, Joãozinho?
– Ah, professora, é porque eu moro em apartamento.
“No dia seguinte, ela cobrou o dever dos alunos.” Pode-se afirmar que o núcleo do sujeito do verbo destacado é:
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Isolamento sim, mas não exclusão
Há algum tempo, ainda bem jovem, um dos livros que li e de que gostei muito, relacionado à 2ª Guerra Mundial, foi o " Refúgio Secreto", em que uma mulher, não sei se era polonesa ou não, escondia judeus, para que não fossem levados para campos de extermínio. Schindler buscou formas de salvar vidas, empregando pessoas em sua fábrica, mesmo aquelas que não eram capacitadas. Em outro caso, Sr Nicholas Winton organizou o resgate de 669 crianças, em sua maioria judias, na antiga Tchecoslováquia, antes delas serem deportadas para campos de concentração e, com certeza, de extermínios.
E é isso que a história nos traz; vários relatos de pessoas que arriscaram suas vidas tentando salvar outras num período trágico e tenebroso, entre 1939 a 1945.
Atualmente, estamos vivendo um período bastante caótico. Uma Pandemia que veio ceifando milhares de vidas. E a todo instante estamos buscando formas de nos protegermos e nos auxiliarmos na contenção desse vírus tão devastador. Reforçamos a importância do isolamento, claro, um dos principais instrumentos para evitar que o vírus prolifere mais. Entretanto temos que pensar não só no isolamento, mas também na NÃO exclusão. Como assim?
Exclusão daqueles que estão nas ruas, das pessoas que estão vivendo na miséria, dos diversos microempresários que perderam seus empreendimentos. É muito fácil ficarmos isolados e apoiarmos na indiferença àqueles que mais precisam. Só que para mim não é.
Quando assisti à reportagem das pessoas na fila em busca de ossos, devido a fome corroendo seus corpos, meus olhos marejaram em lágrimas. E nós, aqui, comendo hamburguer, pizza, bebendo vinhos. Não que tenhamos que deixar de fazer isso, todavia vamos pensar, além do isolamento, pensar também na não exclusão.
Tenho admirado as pessoas que estão indo às ruas levar comida para os sem moradia, admiro o Padre Júlio (o qual não conheço), que abriu as portas de sua paróquia, para que moradores pudessem dormir, escondendo-se do frio.
Eu trabalho na periferia e tenho convivido com situações bem dramáticas. Já fui algumas vezes entregar “kits” alimentação para a comunidade e escuto relatos deploráveis; sei também de pessoas que têm ido às ruas levar sopa e pão para pessoas sem teto.
Sabemos dos riscos que corremos a todo instante, seja numa padaria, num supermercado, na rua, ou até na maçaneta da porta. Entretanto, não vou viver um isolamento e uma exclusão ao mesmo tempo. Ainda que eu tenha que sofrer com as consequências de minha exposição, os meus porões do coração estarão sempre abertos para esconder aqueles que necessitarem de se abrigar para que não sofram com o extermínio da indiferença.
(T.M)
“Ainda que eu tenha que sofrer com as consequências de minha exposição, os meus porões do coração estarão sempre abertos para esconder aqueles que necessitarem se abrigar para que não sofram com o extermínio da indiferença”. As conjunções ou locuções conjuntivas funcionam como modalizadores de um texto, exprimindo tanto uma coesão quanto uma coerência. Tais modalizadores destacados acima estabelecem, de acordo com o contexto, uma relação de:
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Isolamento sim, mas não exclusão
Há algum tempo, ainda bem jovem, um dos livros que li e de que gostei muito, relacionado à 2ª Guerra Mundial, foi o " Refúgio Secreto", em que uma mulher, não sei se era polonesa ou não, escondia judeus, para que não fossem levados para campos de extermínio. Schindler buscou formas de salvar vidas, empregando pessoas em sua fábrica, mesmo aquelas que não eram capacitadas. Em outro caso, Sr Nicholas Winton organizou o resgate de 669 crianças, em sua maioria judias, na antiga Tchecoslováquia, antes delas serem deportadas para campos de concentração e, com certeza, de extermínios.
E é isso que a história nos traz; vários relatos de pessoas que arriscaram suas vidas tentando salvar outras num período trágico e tenebroso, entre 1939 a 1945.
Atualmente, estamos vivendo um período bastante caótico. Uma Pandemia que veio ceifando milhares de vidas. E a todo instante estamos buscando formas de nos protegermos e nos auxiliarmos na contenção desse vírus tão devastador. Reforçamos a importância do isolamento, claro, um dos principais instrumentos para evitar que o vírus prolifere mais. Entretanto temos que pensar não só no isolamento, mas também na NÃO exclusão. Como assim?
Exclusão daqueles que estão nas ruas, das pessoas que estão vivendo na miséria, dos diversos microempresários que perderam seus empreendimentos. É muito fácil ficarmos isolados e apoiarmos na indiferença àqueles que mais precisam. Só que para mim não é.
Quando assisti à reportagem das pessoas na fila em busca de ossos, devido a fome corroendo seus corpos, meus olhos marejaram em lágrimas. E nós, aqui, comendo hamburguer, pizza, bebendo vinhos. Não que tenhamos que deixar de fazer isso, todavia vamos pensar, além do isolamento, pensar também na não exclusão.
Tenho admirado as pessoas que estão indo às ruas levar comida para os sem moradia, admiro o Padre Júlio (o qual não conheço), que abriu as portas de sua paróquia, para que moradores pudessem dormir, escondendo-se do frio.
Eu trabalho na periferia e tenho convivido com situações bem dramáticas. Já fui algumas vezes entregar “kits” alimentação para a comunidade e escuto relatos deploráveis; sei também de pessoas que têm ido às ruas levar sopa e pão para pessoas sem teto.
Sabemos dos riscos que corremos a todo instante, seja numa padaria, num supermercado, na rua, ou até na maçaneta da porta. Entretanto, não vou viver um isolamento e uma exclusão ao mesmo tempo. Ainda que eu tenha que sofrer com as consequências de minha exposição, os meus porões do coração estarão sempre abertos para esconder aqueles que necessitarem de se abrigar para que não sofram com o extermínio da indiferença.
(T.M)
“Entretanto temos que pensar não só no isolamento, mas também na NÃO exclusão.” As palavras sublinhadas e em negrito, estabelecem uma ideia de:
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