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A taxa de mortalidade infantil, calculada pelo IBGE, é obtida considerando-se a quantidade de crianças mortas com menos de um ano por mil crianças que nasceram vivas. Assim, é possível afirmar que, em Igarapé-Açu, no ano de 2010, a taxa de mortalidade infantil foi, aproximadamente, igual a
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É correto afirmar que, nesse período de quatorze anos, em Igarapé-Açu,
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Amauri, Beatriz e Carlos são três agentes comunitários de saúde que moram em bairros distintos do município de Igarapé Açu (Centro, Colina e Zona Rural) e, não necessariamente nessa ordem, trabalharam em somente uma, apenas duas ou em três campanhas de vacinação. Amauri trabalhou nas três campanhas e não mora na Zona Rural, enquanto Carlos, que mora no Centro, não trabalhou em apenas uma campanha. Com base nessas informações podemos afirmar que Beatriz
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No dia 25 de agosto de 2021, a Prefeitura Municipal de Igarapé-Açu divulgou o Boletim Covid-19, conforme imagem abaixo. |

Fonte: https://prefeituradeigarapeacu.pa.gov.br/boletim-epidemiologico-em-25-08-2021/ Acesso em 28/08/2021.
Suponhamos que, dias depois, o número de casos recuperados tenha sido igual a 3.492, o número de óbitos tenha sido igual a 2% da quantidade de casos confirmados e o número de pessoas em tratamento domiciliar tenha sido igual a 50% do número de óbitos. Nessas condições, nesse dia, o número de casos confirmados (que se constitui na soma do número de casos recuperados com o de casos em tratamento domiciliar mais o número de óbitos) foi igual a
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No dia 25 de agosto de 2021, a Prefeitura Municipal de Igarapé-Açu divulgou o Boletim Covid-19, conforme imagem abaixo. |

Fonte: https://prefeituradeigarapeacu.pa.gov.br/boletim-epidemiologico-em-25-08-2021/ Acesso em 28/08/2021.
O número de casos confirmados em relação ao de casos notificados corresponde, aproximadamente, a
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Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
Música provoca boas sensações, controla o emocional e melhora a atenção
A música estimula a produção de substâncias relacionadas ao prazer, além de regular nossos sentimentos e ajudar na concentração. Descubra como ela desenvolve os sentidos e provoca bem-estar
Música! “Sem ela a vida seria um erro” (Friedrich Nietzsche). “Depois do silêncio, é o que mais se aproxima de expressar o inexprimível” (Aldous Huxley). “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” (Arthur Schopenhauer). “É a arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo” (Oscar Wilde). “A música é o verbo do futuro. É o barulho que pensa” (Victor Hugo). “É capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria” (Beethoven). “Onde há música não pode haver coisa má” (Miguel de Cervantes). “A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido – se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas” (Marcel Proust).
Os pensadores dispensam apresentação e os atributos da música, questionamentos. A agradável combinação de ritmo, harmonia e melodia só faz bem. A música anima, refina e afina. Acalma também. Facilita o aprendizado e a concentração, promove interações e desenvolve os sentidos. Não à toa tornou-se um recorrente objeto de estudo para as neurociências. Os cientistas querem compreender como o cérebro reage aos sons. Já está comprovada a capacidade de levar o indivíduo a uma condição biológica, de aspecto imunológico ou cerebral, mais equilibrada. E também sua contribuição para pacientes com doenças orgânicas do cérebro, como o mal de Parkinson, demências ou problemas de natureza psiquiátrica, em função da área onde é processada.
A música pode controlar reações emocionais, facilitar o entendimento de informações cognitivas e induzir a produção de dopamina e serotonina, substâncias relacionadas ao prazer e bem-estar. As notas musicais seriam capazes de aumentar a plasticidade cerebral – para a qual tem muita gente por aí fazendo palavra cruzada. A professora e pesquisadora Betânia Parizzi se dedica ao estudo e ensino de música e cognição e pedagogia da música na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em ciências da saúde, ela desenvolveu um método de musicalização para bebês de seis a 24 meses. “A prática sistematizada envolve refinamento sensorial variado, desenvolve habilidades motoras complexas, alimenta a criança com sonoridades vitais na aquisição da linguagem e em sua capacidade expressiva”, diz.
Carolina, de 1 ano e meio, não tem tamanho para compreender a contribuição do avô, Pacífico Mascarenhas, para a música mineira. Mas já faz um ano que frequenta o curso de educação musical para bebês oferecido pelo Núcleo Villa-Lobos. Segundo a mãe, Ana Cristina Schu Mascarenhas, de 35, a outra filha, Valentina, hoje com 3 anos, também é estimulada desde os primeiros meses de vida. “Elas convivem com música desde que nasceram. Carolina ama a aula, e participa de tudo. Às vezes percebo uma mudança no comportamento mesmo antes da professora começar. Ela adora bater no piano, já sabe soprar a flauta. Acho muito importante essa estimulação”, comenta a produtora de eventos que procurou o curso ao saber de sua contribuição para o desenvolvimento infantil. Alguém duvida?
[...]
Por Carolina Cotta
Disponível em https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/03/30/noticias-saude,192685/musica-provoca-boas-sensacoes-controla-o-emocional-e-melhora-a-atenca.shtml
Acessado em 8 de janeiro de 2020
Texto adaptado
No trecho Acho muito importante essa estimulação”, comenta a produtora de eventos que procurou o curso ao saber de sua contribuição para o desenvolvimento infantil, o elemento grifado refere-se a
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Música provoca boas sensações, controla o emocional e melhora a atenção
A música estimula a produção de substâncias relacionadas ao prazer, além de regular nossos sentimentos e ajudar na concentração. Descubra como ela desenvolve os sentidos e provoca bem-estar
Música! “Sem ela a vida seria um erro” (Friedrich Nietzsche). “Depois do silêncio, é o que mais se aproxima de expressar o inexprimível” (Aldous Huxley). “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” (Arthur Schopenhauer). “É a arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo” (Oscar Wilde). “A música é o verbo do futuro. É o barulho que pensa” (Victor Hugo). “É capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria” (Beethoven). “Onde há música não pode haver coisa má” (Miguel de Cervantes). “A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido – se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas” (Marcel Proust).
Os pensadores dispensam apresentação e os atributos da música, questionamentos.[A] A agradável combinação de ritmo, harmonia e melodia só faz bem. A música anima, refina e afina.[B] Acalma também. Facilita o aprendizado e a concentração, promove interações e desenvolve os sentidos. Não à toa tornou-se um recorrente objeto de estudo para as neurociências. Os cientistas querem compreender como o cérebro reage aos sons. Já está comprovada a capacidade de levar o indivíduo a uma condição biológica, de aspecto imunológico ou cerebral, mais equilibrada. E também sua contribuição para pacientes com doenças orgânicas do cérebro, como o mal de Parkinson, demências ou problemas de natureza psiquiátrica, em função da área onde é processada.
A música pode controlar reações emocionais, facilitar o entendimento de informações cognitivas e induzir a produção de dopamina e serotonina, substâncias relacionadas ao prazer e bem-estar. As notas musicais seriam capazes de aumentar a plasticidade cerebral – para a qual tem muita gente por aí fazendo palavra cruzada. A professora e pesquisadora Betânia Parizzi se dedica ao estudo e ensino de música e cognição e pedagogia da música na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em ciências da saúde, ela desenvolveu um método de musicalização para bebês de seis a 24 meses. “A prática sistematizada envolve refinamento sensorial variado, desenvolve habilidades motoras complexas, alimenta a criança com sonoridades vitais na aquisição da linguagem e em sua capacidade expressiva”, diz.
Carolina, de 1 ano e meio, não tem tamanho para compreender a contribuição do avô, Pacífico Mascarenhas, para a música mineira. Mas já faz um ano que frequenta o curso de educação musical para bebês oferecido pelo Núcleo Villa-Lobos. Segundo a mãe, Ana Cristina Schu Mascarenhas, de 35, a outra filha, Valentina, hoje com 3 anos, também é estimulada desde os primeiros meses de vida. “Elas convivem com música desde que nasceram. Carolina ama a aula, e participa de tudo.[D] Às vezes percebo uma mudança no comportamento mesmo antes da professora começar. Ela adora bater no piano, já sabe soprar a flauta.[C] Acho muito importante essa estimulação”, comenta a produtora de eventos que procurou o curso ao saber de sua contribuição para o desenvolvimento infantil. Alguém duvida?
[...]
Por Carolina Cotta
Disponível em https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/03/30/noticias-saude,192685/musica-provoca-boas-sensacoes-controla-o-emocional-e-melhora-a-atenca.shtml
Acessado em 8 de janeiro de 2020
Texto adaptado
A vírgula foi empregada para expressar ênfase em
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Música provoca boas sensações, controla o emocional e melhora a atenção
A música estimula a produção de substâncias relacionadas ao prazer, além de regular nossos sentimentos e ajudar na concentração. Descubra como ela desenvolve os sentidos e provoca bem-estar
Música! “Sem ela a vida seria um erro” (Friedrich Nietzsche). “Depois do silêncio, é o que mais se aproxima de expressar o inexprimível” (Aldous Huxley). “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” (Arthur Schopenhauer). “É a arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo” (Oscar Wilde). “A música é o verbo do futuro. É o barulho que pensa” (Victor Hugo). “É capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria” (Beethoven). “Onde há música não pode haver coisa má” (Miguel de Cervantes). “A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido – se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas” (Marcel Proust).
Os pensadores dispensam apresentação e os atributos da música, questionamentos. A agradável combinação de ritmo, harmonia e melodia só faz bem. A música anima, refina e afina. Acalma também. Facilita o aprendizado e a concentração, promove interações e desenvolve os sentidos. Não à toa tornou-se um recorrente objeto de estudo para as neurociências. Os cientistas querem compreender como o cérebro reage aos sons. Já está comprovada a capacidade de levar o indivíduo a uma condição biológica, de aspecto imunológico ou cerebral, mais equilibrada. E também sua contribuição para pacientes com doenças orgânicas do cérebro, como o mal de Parkinson, demências ou problemas de natureza psiquiátrica, em função da área onde é processada.
A música pode controlar reações emocionais, facilitar o entendimento de informações cognitivas e induzir a produção de dopamina e serotonina, substâncias relacionadas ao prazer e bem-estar. As notas musicais seriam capazes de aumentar a plasticidade cerebral – para a qual tem muita gente por aí fazendo palavra cruzada. A professora e pesquisadora Betânia Parizzi se dedica ao estudo e ensino de música e cognição e pedagogia da música na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em ciências da saúde, ela desenvolveu um método de musicalização para bebês de seis a 24 meses. “A prática sistematizada envolve refinamento sensorial variado, desenvolve habilidades motoras complexas, alimenta a criança com sonoridades vitais na aquisição da linguagem e em sua capacidade expressiva”, diz.
Carolina, de 1 ano e meio, não tem tamanho para compreender a contribuição do avô, Pacífico Mascarenhas, para a música mineira. Mas já faz um ano que frequenta o curso de educação musical para bebês oferecido pelo Núcleo Villa-Lobos. Segundo a mãe, Ana Cristina Schu Mascarenhas, de 35, a outra filha, Valentina, hoje com 3 anos, também é estimulada desde os primeiros meses de vida. “Elas convivem com música desde que nasceram. Carolina ama a aula, e participa de tudo. Às vezes percebo uma mudança no comportamento mesmo antes da professora começar. Ela adora bater no piano, já sabe soprar a flauta. Acho muito importante essa estimulação”, comenta a produtora de eventos que procurou o curso ao saber de sua contribuição para o desenvolvimento infantil. Alguém duvida?
[...]
Por Carolina Cotta
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Texto adaptado
“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” é um exemplo de
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Música provoca boas sensações, controla o emocional e melhora a atenção
A música estimula a produção de substâncias relacionadas ao prazer, além de regular nossos sentimentos e ajudar na concentração. Descubra como ela desenvolve os sentidos e provoca bem-estar
Música! “Sem ela a vida seria um erro” (Friedrich Nietzsche). “Depois do silêncio, é o que mais se aproxima de expressar o inexprimível” (Aldous Huxley). “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” (Arthur Schopenhauer). “É a arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo” (Oscar Wilde). “A música é o verbo do futuro. É o barulho que pensa” (Victor Hugo). “É capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria” (Beethoven). “Onde há música não pode haver coisa má” (Miguel de Cervantes). “A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido – se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas” (Marcel Proust).
Os pensadores dispensam apresentação e os atributos da música, questionamentos. A agradável combinação de ritmo, harmonia e melodia só faz bem. A música anima, refina e afina. Acalma também. Facilita o aprendizado e a concentração, promove interações e desenvolve os sentidos. Não à toa tornou-se um recorrente objeto de estudo para as neurociências. Os cientistas querem compreender como o cérebro reage aos sons. Já está comprovada a capacidade de levar o indivíduo a uma condição biológica, de aspecto imunológico ou cerebral, mais equilibrada. E também sua contribuição para pacientes com doenças orgânicas do cérebro, como o mal de Parkinson, demências ou problemas de natureza psiquiátrica, em função da área onde é processada.
A música pode controlar reações emocionais, facilitar o entendimento de informações cognitivas e induzir a produção de dopamina e serotonina, substâncias relacionadas ao prazer e bem-estar. As notas musicais seriam capazes de aumentar a plasticidade cerebral – para a qual tem muita gente por aí fazendo palavra cruzada. A professora e pesquisadora Betânia Parizzi se dedica ao estudo e ensino de música e cognição e pedagogia da música na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em ciências da saúde, ela desenvolveu um método de musicalização para bebês de seis a 24 meses. “A prática sistematizada envolve refinamento sensorial variado, desenvolve habilidades motoras complexas, alimenta a criança com sonoridades vitais na aquisição da linguagem e em sua capacidade expressiva”, diz.
Carolina, de 1 ano e meio, não tem tamanho para compreender a contribuição do avô, Pacífico Mascarenhas, para a música mineira. Mas já faz um ano que frequenta o curso de educação musical para bebês oferecido pelo Núcleo Villa-Lobos. Segundo a mãe, Ana Cristina Schu Mascarenhas, de 35, a outra filha, Valentina, hoje com 3 anos, também é estimulada desde os primeiros meses de vida. “Elas convivem com música desde que nasceram. Carolina ama a aula, e participa de tudo. Às vezes percebo uma mudança no comportamento mesmo antes da professora começar. Ela adora bater no piano, já sabe soprar a flauta. Acho muito importante essa estimulação”, comenta a produtora de eventos que procurou o curso ao saber de sua contribuição para o desenvolvimento infantil. Alguém duvida?
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Disponível em https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/03/30/noticias-saude,192685/musica-provoca-boas-sensacoes-controla-o-emocional-e-melhora-a-atenca.shtml
Acessado em 8 de janeiro de 2020
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Para Marcel Proust, a música
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Música provoca boas sensações, controla o emocional e melhora a atenção
A música estimula a produção de substâncias relacionadas ao prazer, além de regular nossos sentimentos e ajudar na concentração. Descubra como ela desenvolve os sentidos e provoca bem-estar
Música! “Sem ela a vida seria um erro” (Friedrich Nietzsche). “Depois do silêncio, é o que mais se aproxima de expressar o inexprimível” (Aldous Huxley). “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende” (Arthur Schopenhauer). “É a arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo” (Oscar Wilde). “A música é o verbo do futuro. É o barulho que pensa” (Victor Hugo). “É capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria” (Beethoven). “Onde há música não pode haver coisa má” (Miguel de Cervantes). “A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido – se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas” (Marcel Proust).
Os pensadores dispensam apresentação e os atributos da música, questionamentos. A agradável combinação de ritmo, harmonia e melodia só faz bem. A música anima, refina e afina. Acalma também. Facilita o aprendizado e a concentração, promove interações e desenvolve os sentidos. Não à toa tornou-se um recorrente objeto de estudo para as neurociências. Os cientistas querem compreender como o cérebro reage aos sons. Já está comprovada a capacidade de levar o indivíduo a uma condição biológica, de aspecto imunológico ou cerebral, mais equilibrada. E também sua contribuição para pacientes com doenças orgânicas do cérebro, como o mal de Parkinson, demências ou problemas de natureza psiquiátrica, em função da área onde é processada.
A música pode controlar reações emocionais, facilitar o entendimento de informações cognitivas e induzir a produção de dopamina e serotonina, substâncias relacionadas ao prazer e bem-estar. As notas musicais seriam capazes de aumentar a plasticidade cerebral – para a qual tem muita gente por aí fazendo palavra cruzada. A professora e pesquisadora Betânia Parizzi se dedica ao estudo e ensino de música e cognição e pedagogia da música na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em ciências da saúde, ela desenvolveu um método de musicalização para bebês de seis a 24 meses. “A prática sistematizada envolve refinamento sensorial variado, desenvolve habilidades motoras complexas, alimenta a criança com sonoridades vitais na aquisição da linguagem e em sua capacidade expressiva”, diz.
Carolina, de 1 ano e meio, não tem tamanho para compreender a contribuição do avô, Pacífico Mascarenhas, para a música mineira. Mas já faz um ano que frequenta o curso de educação musical para bebês oferecido pelo Núcleo Villa-Lobos. Segundo a mãe, Ana Cristina Schu Mascarenhas, de 35, a outra filha, Valentina, hoje com 3 anos, também é estimulada desde os primeiros meses de vida. “Elas convivem com música desde que nasceram. Carolina ama a aula, e participa de tudo. Às vezes percebo uma mudança no comportamento mesmo antes da professora começar. Ela adora bater no piano, já sabe soprar a flauta. Acho muito importante essa estimulação”, comenta a produtora de eventos que procurou o curso ao saber de sua contribuição para o desenvolvimento infantil. Alguém duvida?
[...]
Por Carolina Cotta
Disponível em https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/03/30/noticias-saude,192685/musica-provoca-boas-sensacoes-controla-o-emocional-e-melhora-a-atenca.shtml
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De acordo com o texto, os benefícios proporcionados pela música são
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