Foram encontradas 50 questões.
“A exploração do trabalho de uma parte da sociedade por outra cria, pela primeira vez na humanidade, antagonismos determinados pelo papel econômico exercido pelo indivíduo no grupo.
É importante notar que não se está falando de divergências pessoais, questões subjetivas, mas de oposição socialmente determinada, portanto impessoal. O sacerdote não explorava o artesão pelo fato de ser, pessoalmente, um mau elemento, de possuir um mau caráter. Ele, na verdade, desempenhava o papel de organizador do processo de trabalho, em nome de cuja racionalidade agia.” (PINSKY, pg.54)
Diante desses papéis sociais exercidos pelo sacerdote, o autor permanece ressaltando a presença de uma contradição que seria:
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“Chama a atenção do historiador e mesmo do leitor atento o grande número de núcleos urbanos que se desenvolvem ao longo do Tigre e do Eufrates no terceiro milênio a.C. Pesquisadores como Garelli apresentam só para o período que vai de 2700 a 2100 a. C. lista significativa de reis em Lagash, Umma, Kish, Ur, Uruk, Akad, Gatium e Elam, incluindo o herói Gilgamesh e nomes quase impronunciáveis como Lugalkinishedudu, Meskiagnunna e Kutik-in-shushinak.” (PINSKY, pg.53)
Essas sociedades erguidas ao longo do Tigre e do Eufrates possuíam complexa estrutura organizacional. Dentro da hierarquia social desses núcleos urbanos, a cidade de Uruk chama a atenção pela forte presença e participação no cotidiano de um grupo social específico. Qual seria este grupo?
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“A pesquisa documental demonstrou que a extinção oficial, em 1879, do antigo Aldeamento de Cimbres, consolidou o domínio dos fazendeiros, de longa data invasores nas terras férteis na Serra do Ororubá. Uma ou outra família indígena ficou com a propriedade de pequenos pedaços de terras, insuficientes para a sobrevivência. Os conflitos que se acentuaram após meados do Século XIX mesmo depois da extinção do aldeamento prolongaram-se por todo o século XX, com fazendeiros invasores e a agroindústria de beneficiamento do tomate, de doces e leiteira instaladas em Pesqueira e ocupando terras habitadas pelos indígenas e localidades próximas.” (SILVA, pg.128)
Percebe-se, segundo o autor, que durante todo o século XIX, os embates entre índios e criadores de gado se intensificaram na disputa pelo uso e controle de recursos naturais em todo o nordeste, brigas por serras, brejos, locais com água para saciar a sede de seres humanos e animais. O que se pode inferir desta situação de conflito narrada?
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“Escrevendo sobre os índios no Nordeste, o antropólogo Darcy Ribeiro publicou, em 1970, a primeira edição do citado livro Os índios e a civilização, com o subtítulo “a integração das populações indígenas no Brasil moderno”. No livro o autor fez uma retomada histórica sobre o processo de esbulho das terras dos “índios do Nordeste”. Em nota na “Introdução”, Ribeiro afirmou que a publicação era resultado do relatório de pesquisas que realizara desde 1952, parcialmente publicadas em 1958 e com versões de alguns dos capítulos divulgadas em revistas nacionais e internacionais, nos anos seguintes.” (SILVA, pg.119)
Ao utilizar os conceitos do “índio” e da “civilização”, respectivamente, Darci Ribeiro designa com estas expressões que tipo de oposição dentro da História do Brasil?
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“Quanto à unidade de contexto, Bardin a define como “unidade de compreensão para codificar a unidade de registro”, cujas dimensões devem ser ótimas e amplas para “que se possa compreender a significação exata da unidade de registro”. Traduzida historicamente, a unidade de contexto diz respeito à totalidade, ao “contexto histórico”, às estruturas sociais e/ou ao universo simbólico no qual se insere(m) o(s) discurso(s) analisado(s). Trata-se de uma unidade “arbitrária”, posto que extratextual, que somente o historiador pode determinar, conforme suas opções teóricas, suas escolhas temáticas e suas hipóteses de investigação.” (CARDOSO e VAINFAS, pg.547).
A unidade de contexto no processo da análise documental feita pelo historiador sucede a qual unidade base de análise?
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“Apesar de existir, portanto, uma preocupação hermenêutica — por certo definida em termos que hoje parecem ingênuos — há muito tempo, também é verdade que a relação tradicional dos historiadores com os documentos que utilizam continuou sendo o interesse predominante nos conteúdos, tomando tais documentos como suportes de informação acerca dos referentes dos textos (isto é, acerca daquilo de que os textos falam).” (CARDOSO e VAINFAS, pg.536-537).
O trecho acima segundo Ciro Flamarion Cardoso Junior apresenta um postulado implícito ao ofício do historiador, quando este se põe a trabalhar com as fontes documentais escritas. Qual seria este postulado?
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Texto 3

Analise as assertivas quanto aos aspectos morfossintáticos, a fim de poder responder corretamente a esta questão.
I. O período é formado com orações ligadas por elementos conectores com valor de adição e de explicação.
II. O elemento linguístico “desse” se encontra empregado corretamente, porque o bife se encontra perto do receptor e não do emissor.
III. “pra” apresenta síncope de um fonema e é termo próprio do linguajar cotidiano, da variedade linguística coloquial.
IV. Há um numeral cardinal no texto. Transformando-o em ordinal, ficaria quarto e em multiplicativo, quádruplo.
Estão corretas:
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Texto 3

O texto 3 expõe uma problemática existente no Brasil e no mundo: crise social, afetando o cotidiano das famílias. O texto nos informa que:
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São formas variantes apenas as palavras existentes na alternativa:
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Texto 2

Para responder a questão, baseie-se no texto acima.
Quanto aos aspectos morfológicos e fonéticos assinale a única alternativa errada.
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