Foram encontradas 40 questões.
3046693
Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
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'The sun did not shine. It was too wet to play. So we sat in the
house. All that cold, cold, wet day.' Using the verb 'to be', how
could you rephrase the second sentence to maintain its original
meaning?
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3046692
Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
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'Reserving judgments is a matter of infinite hope. I am still a
little afraid of missing something if I forget that, as my father
snobbishly suggested, and I snobbishly repeat, a sense of the
fundamental decencies is parcelled out unequally at birth.'.
Identify the words that contain a prefix and suffix respectively.
Identify the words that contain a prefix and suffix respectively.
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3046691
Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
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- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsVerbos frasais | Phrasal verbs
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPassado simples | Simple past
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPassado perfeito | Past perfect
Choose the correct answer:
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3046690
Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
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Based on the following excerpt from Charlotte's Web by E.B.
White:
'Wilbur was lonely. The sheep were asleep. His stomach was empty.'
What is the correct form of the verb 'to be' used in these sentences and why?
'Wilbur was lonely. The sheep were asleep. His stomach was empty.'
What is the correct form of the verb 'to be' used in these sentences and why?
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3046689
Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
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How would you use the verb 'to be' to ask a question about
Harry's profession?
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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