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2203719
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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| OFERTA DE ENERGIA POR FONTE - BRASIL 2013 | |
| FONTE | (%) |
| Petróleo e Derivados | 39,3% |
| Carvão | 5,6% |
| Gás Natural | 12,8% |
| Nuclear | 1,3% |
| Biomassa | 24,4% |
| Hidráulica | 12,5% |
| Outras* | 4,2% |
| *Inclui energias geotérmicas, solar, eólica e térmica | |
Tendo por base a análise da tabela e os conhecimentos acerca das fontes energéticas do território brasileiro, assinale a alternativa incorreta.
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O comportamento humano está sempre associado a algum tipo de necessidade, como a de aflição, a de realização ou a de poder. Rensis Likert (1964) se refere a dois tipos de supervisão diretamente relacionados ao comportamento humano na organização, quais sejam: os supervisores orientados para o trabalho, que tendem a controlar os subordinados, e os supervisores orientados para o empregado, que tendem a se preocupar com os aspectos humanos dos seus subordinados.
Em função disso, esse autor faz uma abordagem sobre os sistemas administrativos, estabelecendo suas correlações no comportamento organizacional.
A alternativa cuja a descrição está corretamente correlacionada com o comportamento organizacional se encontra no Sistema
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O Consultor externo N foi recebido, logo no início da manhã, para uma conversa com o Presidente da Empresa XPTO, que, por 30 minutos, o deixou à vontade para visitar os departamentos e setores de trabalho. Nas visitas daquele dia, N observava os processos de produção, o layout, a organização das atividades, falava com os funcionários de cada setor, perguntava pela satisfação deles em trabalhar ali, como era a produtividade, seus relacionamentos com a chefia e clientes, como era o plano de benefícios, se os funcionários faltavam muito, se ficavam doentes, dentre outras questões.
Com base nas informações do texto, é mais provável que o Presidente da XPTO tivesse solicitado o trabalho do Consultor para
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
Empresas, como a Nike, a Paco Rabanne, a Victoria’s Secret, dentre outras multinacionais, mantêm internamente as suas atividades principais focadas no negócio (core business) e terceirizam outras funções, como vendas, fabricação, distribuição, etc., às quais estão, em geral, interligadas eletronicamente a um Escritório Central.
Essa estrutura é denominada de
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A Gestão organizacional de uma empresa apoia-se na Cultura Organizacional e no estilo de liderança dos seus gestores. Os níveis administrativos intermediários são instrumentos auxiliares da alta gestão, principalmente quando a sua estrutura é bastante verticalizada (característica das organizações de grande porta). O organograma de uma empresa, com suas linhas, seu staff e a sua divisão do trabalho refletem a sua cultura existente, uma vez que as linhas de comando e de autoridade estão ali representadas.
Sobre a Cultura Organizacional, é correto afirmar:
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Na Gestão Pública, os Gestores necessitam conhecer determinadas nomenclaturas que são aplicadas no dia a dia do exercício de suas atividades.
A alternativa que apresenta o par correto de definições é a
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2203482
Ano: 2016
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Trocar o processo produtivo de uma organização de “Just in Case” para “Just in Time” é uma mudança
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Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem.
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz. Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário, como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado. O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas, segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos o tempo dos objetos; quero dizer que existimos segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas.
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo, considera-se feliz.
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo. Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Para o psicólogo Martin Seligman, a felicidade não é alcançada em virtude da
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
O Poder Público Municipal, devidamente eleito pela população, no exercício de 2015, não observou as previsões orçamentárias do período e não aplicou o percentual destinado às áreas de Educação e de Saúde, empregando-os na folha de pessoal, com o pagamento dos funcionários públicos, cuja despesa consumiu 70% do montante dos recursos previstos no orçamento do referido ano.
Dentre as leis constantes, o Gestor Público deixou de cumprir
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Felicidade
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar
Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais
Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e depois dançar
Na chuva quando a chuva vem
Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar
Dançar na chuva quando a chuva vem
Dançar na chuva quando a chuva
Dançar na chuva quando a chuva vem
JENECI, Marcelo. Felicidade. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/marcelo-jeneci/1524699/>. Acesso em: 1º mar. 2016.
“Se chorar, chorar é vão / porque os dias vão pra nunca mais”
Em relação aos versos em evidências, é correto afirmar:
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