Magna Concursos

Foram encontradas 433 questões.

3182172 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Em “é um retrato da realidade existente no Brasil”, o termo destacado:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182171 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Em “Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica.”, o termo destacado é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182170 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Em “Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos”, o termo destacado é classificado como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182169 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

A palavra asseio é formada pelo processo de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182168 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Assinale a alternativa CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182167 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Em relação aos gêneros textuais, o texto acima é um:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182166 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Em relação aos Profissionais da Educação, o texto afirma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182165 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Texto para as questões de 1 a 10

A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública

Ao lidamos com a educação pública em nosso país encontramos em nossas escolas um número infinito de alunos que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, é um retrato da realidade existente no Brasil. Segundo dados do IBGE (2019) o Brasil possui quase 52 milhões de brasileiros que vivem na pobreza, situação que faz com que estas pessoas necessitem de maior amparo das políticas públicas, principalmente no que diz respeito à educação, pois este é um mecanismo de transformação social.

As condições sociais pelas quais muitos alunos vivem no seu cotidiano podem interferir no seu rendimento escolar. Um aluno que não tem o que comer em casa, por exemplo, pode não conseguir concentrar-se bem na escola para a realização de uma atividade avaliativa; um aluno que não tem saneamento básico ou água encanada em sua comunidade, pode sofrer os efeitos disso na escola, pois poderá chegar no colégio sem o asseio devido ou mesmo com o fardamento escolar sem a devida higienização, o que pode levar este aluno a ser motivo de chacota por seus colegas e sofrer bullying; um aluno que não tem recursos disponíveis para aquisição de material escolar, muitas vezes chega na escola apenas com um “caderno surrado” que sobrou do ano passado, que recebera de doação de algum professor, também poderá ser motivo de exclusão por parte de alguns colegas que não o incluem nas rodas de amigos durante o intervalo, situações como essas são comuns em escolas públicas em nosso país.

Muitos problemas relacionados ao insucesso escolar de alguns alunos se devem a situações como essas. Gentili (2005, p.11) afirma: “A maneira como a escola trata a pobreza constitui uma avaliação importante do êxito de um sistema educacional. Crianças vindas de famílias pobres são, em geral, as que têm menos êxito, se avaliadas através dos procedimentos convencionais de medida e as mais difíceis de serem ensinadas através dos métodos tradicionais. Elas são as que têm menos poder na escola, são as menos capazes de fazer valer suas reivindicações ou de insistir para que suas necessidades sejam satisfeitas, mas são, por outro lado, as que mais dependem da escola para obter sua educação.”

Portanto, a forma como lidamos com a pobreza no ambiente escolar pode interferir nos rendimentos dos alunos, pois podemos contribuir para acabar com as discriminações que fazem com que muitos alunos fiquem desmotivados ou mesmo com vergonha de sua condição social e muitas vezes se isolam, o que pode gerar outros problemas.

Como educador, que trabalha há uma década na educação pública, já vi essas e outras situações acontecerem no ambiente escolar, não são apenas suposições, mas fatos que retratam a realidade encontrada nas escolas públicas de educação básica em nosso país. Muitas destas crianças perdem a autoestima e o desejo de estarem na escola porque são discriminadas por colegas de classe e até mesmo por profissionais da educação que, infelizmente, são indiferentes à realidade social de um aluno. Por estar mais perto do aluno, o professor, tem maior condições de ser um agente de transformação e motivação dos alunos para que possam superar muitas barreiras e consigam vencer na vida. Não estou, com isso, afirmando que a todo aluno em situação de pobreza não terá êxito na escola, mas que fatores sociais podem contribuir para o baixo rendimento escolar.

Aqueles que almejam trabalhar na educação pública em nosso país, precisam nutrir sentimento de compaixão e empatia para com todos os alunos de modo que eles se sintam pertencentes a uma mesma tribo, e assim consigam superar seus desafios com experiências mútuas. É preciso conhecermos a realidade social dos alunos antes de julgarmos sobre a não realização das tarefas escolares, sobre o porquê do baixo rendimento daquele aluno, sobre a ausência rotineira de um determinado aluno, sobre o não uso de um fardamento total por parte de um aluno. São questões que fazem com que muitos alunos até desistam no meio do caminho, por não terem apoio ou quem pudesse dar uma oportunidade para eles.

Aos que desejam ingressar na educação pública, que não vejam tal situação apenas como uma oportunidade de emprego, mas que vejam a oportunidade de transformação social por meio de seus dons, talentos e habilidades.

KRAUSE, Marcus Periks Barbosa. A realidade social dos alunos da educação básica na educação pública. Disponível em:

<https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/a-realidade-social-dos-alunos-da-educacao-basica-na-educacao-publica/>. Aceso em 18 dez 2022.

Segundo o texto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182597 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Sobre os fatores extrínsecos que influenciam o crescimento, analise as afirmações a seguir:

I- Alimentação - A criança até cinco anos requer cuidados específicos com a sua alimentação. Crescer consome energia: 32% das necessidades calóricas de um recém-nascido são destinadas ao crescimento. A dieta da criança deve ter qualidade, quantidade, frequência e consistência adequadas para cada idade. Para crianças com até 6 meses de idade, o leite materno exclusivo é o melhor alimento.

II- Infecções - É também muito importante para o crescimento adequado da criança. É essencial que as crianças sejam imunizadas, segundo o calendário de vacinação preconizado pelo Ministério da Saúde, para que se evite a ocorrência das doenças imunopreveníveis.

III- Higiene - A higiene adequada da criança, dos alimentos, do ambiente e de todos aqueles que lidam com ela são fatores essenciais para seu bom crescimento. Isso implica na disponibilidade de água potável, de meios adequados para o esgotamento sanitário, destinação de lixo e em conhecimentos, atitudes e práticas corretas sobre o manuseio, armazenamento, preparo e conservação dos alimentos, de higiene corporal e do ambiente.

IV- Cuidados gerais com a criança - Assim como os demais aspectos citados, também é fundamental para o bom crescimento e desenvolvimento a qualidade dos cuidados dispendidos à criança. Necessita estabelecer relações afetivas, precisa de outra pessoa para ir se estruturando como um sujeito e para ter uma identidade própria.

V- A forma mais adequada para o acompanhamento do crescimento de uma criança, nos serviços básicos de saúde, é o registro anual da altura da criança no prontuário da família.

Assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3182596 Ano: 2023
Disciplina: Enfermagem
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Imbuia-SC
Provas:

Em geral, são considerados hipertensos de alto risco usuários com fatores de risco. Analise as afirmações e assinale quais são estes fatores de risco:

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas