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Foram encontradas 50 questões.

244189 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Uma praça de formato retangular tem 60 m de largura. Para cruzar essa praça, seguindo o percurso indicado na figura pela diagonal enunciado 244189-1, percorre-se 100 m.

enunciado 244189-2

Desse modo, é correto afirmar que a área dessa praça, em m2 , é igual a

 

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244187 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Certo refresco é preparado com a mistura de suco de fruta e água, na proporção de 2 para 5. Desse modo, a quantidade de suco necessária para preparar 2,1 litros desse refresco será igual, em mL, a
 

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244183 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Trabalhando durante 8 horas diárias, 8 máquinas iguais produzem 2400 unidades de certa peça por dia. Se a jornada de trabalho diária for aumentada para 10 horas, o número de máquinas necessárias para produzir 4500 unidades dessa peça por dia será igual a
 

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244181 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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O gráfico mostra a distribuição do número de faltas dadas pelos alunos de uma escola, em determinado período.

enunciado 244181-1

De acordo com o gráfico, é correto afirmar que, do número total de alunos da escola, aqueles que cometeram duas faltas, apenas, no período analisado, correspondem a

 

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244179 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Para uma atividade extraclasse, que deverá ser feita em várias etapas, 196 alunos do 6° ano e 140 alunos do 7° ano de certa escola deverão ser divididos em grupos. Todos os grupos deverão ter o mesmo número de alunos, sendo esse número o maior possível, de modo que cada grupo tenha somente alunos de um mesmo ano, e que nenhum desses alunos fique fora de um grupo. Se cada etapa terá a participação de 2 grupos distintos, então o número de etapas necessárias para que todos os alunos participem dessa atividade será
 

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244178 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Mal-educados ou educados mal?

O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. http://www.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Um antônimo para insensatos, destacado no primeiro parágrafo, é:
 

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244177 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Mal-educados ou educados mal?

O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. http://www.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Uma relação de comparação pode ser constatada no seguinte fragmento do texto:
 

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244175 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Comunhão

Os verdadeiros poetas não leem os outros poetas. O verdadeiros poetas leem os pequenos anúncios dos jornais.

(Mario Quintana. Sapato florido. São Paulo, Globo, 2005, p. 64)

De acordo com o autor,
 

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244171 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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enunciado 244171-1

(Bill Watterson. http://zip.net/bmsZNl)

O aluno, Calvin,
 

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244170 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itápolis-SP
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Mal-educados ou educados mal?

O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. http://www.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Considere o trecho do quarto parágrafo:

Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando?

O texto permanecerá correto com o acréscimo de uma vírgula após o termo:

 

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