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4020876
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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O salário bruto de um funcionário era R$ 6.500,00, e lhe foi prometido um aumento de 12% desse valor. Ao
receber seu salário reajustado, o funcionário verificou
que o valor bruto foi de R$ 7.085,00.
Quanto ficou faltando para que o aumento fosse, de fato, de 12%?
Quanto ficou faltando para que o aumento fosse, de fato, de 12%?
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Com 9 kg de um determinado tipo de ração é possível
alimentar 6 cães, com 2 refeições diárias, durante 9 dias.
Levando em consideração esses dados e proporções,
por quantos dias é possível alimentar 3 cães, com 3
refeições diárias, tendo ao dispor 12 kg desse mesmo
tipo de ração?
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Sobre uma mesa estão 300 cédulas de R$ 100,00,
240 cédulas de R$ 50,00 e 400 cédulas de R$ 10,00.
Essas cédulas devem ser organizadas no maior número
de montes possível que contenham o mesmo número de
cédulas. Nessa organização, as cédulas de cada valor
devem ser igualmente distribuídas nesses montes.
Realizado dessa maneira, cada monte dessa organização conterá um valor igual a
Realizado dessa maneira, cada monte dessa organização conterá um valor igual a
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Uma escola promove uma feira de livros a cada dois anos
e uma feira de ciências a cada três anos. Em 1978, essa
escola promoveu as duas feiras. De 1978 até 2024, o
número de vezes em que as duas feiras ocorreram no
mesmo ano é igual a
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Lucimara tinha R$ 2.610,00 e fez duas compras. Na
primeira, ela gastou a terça parte da quantia que possuía e, na segunda compra, ela gastou dois quintos da
sua quantia inicial em dinheiro. O dinheiro que sobrou foi
R$ 696,00.
Em quantos reais a maior compra superou a menor?
Em quantos reais a maior compra superou a menor?
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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir, em conformidade com a norma-padrão de emprego dos pronomes e do
acento indicativo de crase.
Estudos sobre a relação entre Alzheimer e surdez apontam que intervenções precoces podem trazer benefícios __________ quem convive com o declínio auditivo, especialmente _____________ pessoas que tendem a se isolar socialmente. Por isso, profissionais de saúde recomendam práticas voltadas ___________manutenção de vínculos comunicativos que _____________ ofereçam um modo de preservar as funções mentais.
Estudos sobre a relação entre Alzheimer e surdez apontam que intervenções precoces podem trazer benefícios __________ quem convive com o declínio auditivo, especialmente _____________ pessoas que tendem a se isolar socialmente. Por isso, profissionais de saúde recomendam práticas voltadas ___________manutenção de vínculos comunicativos que _____________ ofereçam um modo de preservar as funções mentais.
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Surdez e Alzheimer
À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer
parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não
escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno
neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar
das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.
“Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros,
portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as
nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o
Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam
a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães
Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua
função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E,
da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma
pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode
ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como
o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.
Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public
Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco
42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva,
caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos,
mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição,
o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer,
aumenta em 27%.
Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva
não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros,
por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental,
aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”,
explica.
(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro
pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
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Surdez e Alzheimer
À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer
parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não
escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno
neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar
das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.
“Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros,
portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as
nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o
Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam
a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães
Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua
função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E,
da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma
pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode
ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como
o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.
Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public
Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco
42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva,
caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos,
mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição,
o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer,
aumenta em 27%.
Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva
não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros,
por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental,
aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”,
explica.
(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro
pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
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Surdez e Alzheimer
À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer
parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não
escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno
neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar
das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.
“Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros,
portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as
nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o
Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam
a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães
Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua
função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E,
da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma
pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode
ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como
o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.
Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public
Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco
42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva,
caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos,
mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição,
o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer,
aumenta em 27%.
Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva
não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros,
por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental,
aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”,
explica.
(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro
pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Surdez e Alzheimer
À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer
parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não
escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno
neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar
das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.
“Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros,
portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as
nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o
Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam
a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães
Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua
função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E,
da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma
pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode
ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como
o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.
Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public
Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco
42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva,
caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos,
mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição,
o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer,
aumenta em 27%.
Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva
não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros,
por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental,
aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”,
explica.
(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro
pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
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