Foram encontradas 40 questões.
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces
Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros
da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces
Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros
da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
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desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros
da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces
Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros
da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
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A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces
Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros
da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento
desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é
tratado por tantas pessoas como um tabu.
Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o
humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos
suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles
que enfrentam a doença.
Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um
mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender
que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso
prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto
outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse
mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para
ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que
Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um
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Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso
cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial
nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.
(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.)
I. Apresentar, de forma breve, uns dos sintomas da depressão para introduzir o tema central do texto.
II. Apresentar, de forma detalhada, uns dos sintomas da depressão para falar sobre o assunto principal do texto.
III. Chamar a atenção do leitor para os sintomas, visto que é comum a qualquer ser humano. Com isso, levá-lo a fazer uma análise de sua saúde mental.
Está correto o que se afirma apenas em
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Questão presente nas seguintes provas
A Lei nº 1.400, de 23 de dezembro de 1993, dispõe sobre o Código de Obras do Município de Iúna. Sobre os dispostos nesta
Lei a respeito das construções e projetos de edificações, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Qualquer construção, reforma ou demolição, de iniciativa pública ou privada, somente poderá ser executada após exame, aprovação do projeto, e concessão de licença de construção pela Prefeitura Municipal, de acordo com as exigências contidas nesta Lei e mediante a responsabilidade de profissional legalmente habilitado.
( ) Os projetos a serem apresentados ao órgão competente da Prefeitura Municipal deverão conter somente três elementos: a planta de situação do terreno em escala 1.500; a planta baixa de cada pavimento da construção em escala 1:50; e, a planta de cobertura em indicação dos caimentos na escala mínima de 1.500; indicação das canaletas, platinadas ou beirais com suas respectivas medidas.
( ) Qualquer profissional poderá assinar como responsáveis qualquer projeto, especificado ou cálculo a ser submetido à prefeitura, ou assumir responsabilidade pela execução da obra, desde que demonstre competência técnica para tal atribuição.
( ) Para a aprovação dos projetos o proprietário deverá apresentar à Prefeitura Municipal dois documentos: o requerimento solicitando à aprovação do projeto e o projeto de arquitetura, apresentando em 2 jogos completos de cópia heliográfica, assinado pelo proprietário, pelo autor do projeto e pelo responsável técnico pela obra.
( ) A prefeitura terá o prazo máximo de trinta dias corridos a contar da data de entrada do requerimento, para se pronunciar quanto ao projeto apresentado, estando os requerentes quites com a municipalidade.
A sequência está correta em
( ) Qualquer construção, reforma ou demolição, de iniciativa pública ou privada, somente poderá ser executada após exame, aprovação do projeto, e concessão de licença de construção pela Prefeitura Municipal, de acordo com as exigências contidas nesta Lei e mediante a responsabilidade de profissional legalmente habilitado.
( ) Os projetos a serem apresentados ao órgão competente da Prefeitura Municipal deverão conter somente três elementos: a planta de situação do terreno em escala 1.500; a planta baixa de cada pavimento da construção em escala 1:50; e, a planta de cobertura em indicação dos caimentos na escala mínima de 1.500; indicação das canaletas, platinadas ou beirais com suas respectivas medidas.
( ) Qualquer profissional poderá assinar como responsáveis qualquer projeto, especificado ou cálculo a ser submetido à prefeitura, ou assumir responsabilidade pela execução da obra, desde que demonstre competência técnica para tal atribuição.
( ) Para a aprovação dos projetos o proprietário deverá apresentar à Prefeitura Municipal dois documentos: o requerimento solicitando à aprovação do projeto e o projeto de arquitetura, apresentando em 2 jogos completos de cópia heliográfica, assinado pelo proprietário, pelo autor do projeto e pelo responsável técnico pela obra.
( ) A prefeitura terá o prazo máximo de trinta dias corridos a contar da data de entrada do requerimento, para se pronunciar quanto ao projeto apresentado, estando os requerentes quites com a municipalidade.
A sequência está correta em
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