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Foram encontradas 265 questões.

4174000 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados
Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
Considerando a organização do texto e a situação comunicativa, é correto afirmar que o gênero de divulgação científica apresentado utiliza:
 

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4173999 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados
Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
Ao afirmar que a ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa e que as informações não viajam de forma etérea (l. 30–33), a intencionalidade discursiva é:
 

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4173998 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
O que são os “cristais de memória” que desafiam as leis da física e prometem solucionar o problema do armazenamento de dados
Por Laurie Clarke

Durante uma visita ao Japão, em 1999, o pesquisador Peter Kazansky encontrou um fenômeno físico misterioso, o que o levou a acreditar que esta seja a chave para o futuro do armazenamento de dados. No laboratório de optoeletrônica da Universidade de Kyoto, os cientistas testavam como escrever em vidro usando lasers ultrarrápidos de femtossegundo, emitindo um pulso de luz a cada quadrilionésimo de segundo. Nesse momento, observou-se algo incomum na forma pela qual a luz trafegava através do vidro tratado com laser: a dispersão de Rayleigh é um efeito bem conhecido. Ela descreve como pequenas partículas refletem a luz branca em todas as direções — o que explica, entre outras coisas, por que o céu parece ser azul. Mas, nesse caso, a luz não se refletia conforme o esperado. “Foi difícil explicar”, afirmou Kazansky, que é professor de optoeletrônica da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “Nós observamos a luz se dispersar de uma forma que parecia desafiar as leis da física”. A desconcertante observação acabou provocando “um autêntico momento Eureka”, segundo ele. Os pesquisadores descobriram nanoestruturas ocultas dentro do vidro de sílica, criadas por microexplosões geradas pelos lasers de femtossegundo. “Imagine que você sustente um grosso pedaço de cristal contra a luz e observe como a luz é refletida em muitas direções”. Com a técnica do laser, os pesquisadores de Kyoto criaram acidentalmente pequenos orifícios que tinham essa mesma propriedade. Cerca de mil vezes menores que a espessura de um cabelo humano, esses “redemoinhos” de luz são tão minúsculos que são imperceptíveis para o olho humano. No entanto, logo ficou claro para os cientistas que seu potencial era transformador. “Essa foi a primeira prova de que podemos usar a luz para imprimir padrões complexos dentro de materiais transparentes, em escala menor que o comprimento de onda da luz”, explica Kazansky. Agora, 27 anos depois, espera-se que a descoberta feita no Japão possa ajudar a resolver um dos problemas da nossa era da informação: o armazenamento massivo de dados. Na era da internet, da inteligência artificial, das casas inteligentes e do capitalismo de vigilância, existe algo que simplesmente não paramos de produzir: dados. A empresa de análises IDC prevê que, até 2028, geraremos coletivamente 394 trilhões de zettabytes de informações todos os anos (um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes). Toda vez que fazemos qualquer coisa na internet, como assistir a um vídeo no YouTube, enviar um e-mail ou fazer uma pergunta a um chatbot de IA, cadeias de pontos de dados saem em disparada rumo ao ciberespaço. A ideia de que os dados “pesam pouco” é enganosa. Nós imaginamos as informações viajando de forma etérea por cabos submarinos ou flutuando suavemente “na nuvem”. Mas, na verdade, elas exigem enormes recursos físicos, cuja demanda está se tornando insaciável. Os centros de dados consomem quantidades massivas de eletricidade, água e materiais, e seu crescimento exponencial nos obriga a buscar alternativas radicais. Esse dilema vem impulsionando soluções inovadoras, e uma delas é a proposta de Kazansky, que é a de gravar dados por meio de lasers. Outras opções, como a armazenagem de informações em DNA, também estão sendo exploradas por cientistas e empresas como a Microsoft. 
No texto, a menção à projeção da empresa IDC sobre a geração de 394 trilhões de zettabytes até 2028, no quarto parágrafo, constitui um recurso de argumentação que objetiva:
 

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4173997 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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No pós-operatório imediato de cirurgias abdominais, a equipe de enfermagem deve realizar a monitorização contínua do paciente, com atenção aos sinais clínicos que possam indicar complicações precoces, como hemorragia interna. A identificação rápida dessas alterações é essencial para prevenir o agravamento do quadro hemodinâmico. Nesse contexto, qual achado clínico é característico de hemorragia interna no período pós-operatório imediato?
 

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4173996 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Durante o atendimento em uma unidade básica de saúde, uma mulher de 32 anos relata dor pélvica de intensidade progressiva, febre e corrimento vaginal purulento. Ao exame ginecológico, observa-se dor significativa à mobilização do colo uterino, achado frequentemente associado a processos infecciosos do trato genital feminino. Diante desse quadro clínico, o conjunto de sinais e sintomas é sugestivo de:
 

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4173995 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Um paciente com cirrose hepática avançada apresenta alteração progressiva do estado mental, sonolência, dificuldade de concentração e presença de hálito adocicado característico (fetor hepático). Esses achados podem refletir alterações metabólicas decorrentes da incapacidade do fígado de metabolizar substâncias. Diante desse contexto clínico, assinale a alternativa que descreve corretamente a complicação hepática associada a esses sinais e sintomas.
 

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4173994 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Durante uma consulta de enfermagem em saúde da mulher, uma paciente refere corrimento vaginal abundante, esbranquiçado, com aspecto grumoso, associado a prurido intenso e irritação vulvovaginal. Considerando esse quadro clínico, analise as assertivas a seguir:

I. A candidíase vaginal frequentemente apresenta corrimento branco espesso, com aspecto semelhante a “leite coalhado”, acompanhado de prurido intenso.
II. A candidíase vaginal é causada principalmente pelo fungo Candida albicans, que pode proliferar quando há desequilíbrio da microbiota vaginal.
III. A tricomoníase apresenta corrimento tipicamente esbranquiçado e grumoso, semelhante ao observado na candidíase vaginal.
IV. A vaginose bacteriana caracteriza-se geralmente por corrimento homogêneo acinzentado, com odor desagradável, especialmente após relações sexuais.

Quais estão corretas?
 

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4173993 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Durante a assistência a um paciente internado com pneumonia grave, evoluindo com insuficiência respiratória, o técnico de enfermagem observa taquipneia progressiva, uso evidente de musculatura acessória e início de confusão mental. Tais manifestações clínicas podem indicar comprometimento significativo das trocas gasosas e agravamento da oxigenação tecidual, exigindo vigilância contínua da equipe de enfermagem. Com base nesse contexto clínico, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A taquipneia associada ao uso de musculatura acessória sugere aumento do trabalho respiratório, representando um mecanismo compensatório do organismo diante da redução da oxigenação sanguínea.
( ) A presença de confusão mental pode estar relacionada à hipoxemia, constituindo um possível indicador de deterioração do estado clínico do paciente.
( ) Em pacientes com pneumonia grave, o aumento da frequência respiratória pode ser interpretado, em determinadas situações, como um sinal de adaptação ventilatória eficaz ao processo infeccioso pulmonar.
( ) A confusão mental nesses pacientes decorre predominantemente da febre associada ao processo infeccioso, não apresentando uma relação direta com as alterações na oxigenação cerebral.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4173992 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Durante a administração de medicamentos por via intramuscular em adultos, a seleção do local de aplicação deve considerar a segurança anatômica, o volume do fármaco e o risco de lesão em nervos ou vasos sanguíneos, a fim de reduzir possíveis complicações do procedimento. Nesse contexto, o local recomendado, por apresentar menor risco de lesão nervosa e vascular, é a região
 

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4173991 Ano: 2026
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Pacientes submetidos a períodos prolongados de imobilização ou restrição de mobilidade, seja por condições clínicas, pós-operatório ou limitações neurológicas, são mais suscetíveis ao desenvolvimento de complicações sistêmicas decorrentes do imobilismo. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma alteração fisiopatológica frequentemente associada a essa condição.
 

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