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4173890 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que a palavra deve ser corretamente grafada com a letra “j”, assim como ocorre em “Japão”.
 

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4173889 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Como separamos as sílabas e como é classificada a palavra “coluna”, retirada do texto?
 

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4173888 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na palavra “quatro”, retirada do texto, o encontro das letras “tr” é chamado de encontro
 

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4173887 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das palavras a seguir está acentuada corretamente?
 

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4173886 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que a divisão silábica da palavra “felino” está correta.
 

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4173885 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “os gatos aterrissam sobre as quatro patas”, retirado do texto, a palavra “aterrissam” é um verbo que indica uma ação que acontece com todos os gatos. Se a frase falasse de apenas um gato, a forma correta do verbo seria:
 

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4173884 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “as colunas vertebrais de cinco gatos”, retirado do texto, a palavra “gatos” dá nome a um animal. Esse tipo de palavra é um:
 

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4173883 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No texto, a palavra “simples” (l. 02) tem o mesmo sentido de:
 

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4173882 Ano: 2026
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
O símbolo na linha 07 do texto pode ser substituído por qual sinal de pontuação?
 

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4173881 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Ivorá-RS
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Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta
Por Felipe Espinosa Wang


Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive

com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há

mais de um século perturba os cientistas.

Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de

apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe

de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta

que explica esse fenômeno★

A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental

da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores

demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes

do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna

possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a

segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que

permite uma manobra tão excepcional?

A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.

Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a

região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode

girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –

flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos

conseguem se endireitar no ar.


(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “um mistério que há mais de um século perturba os cientistas”, retirado do texto, a palavra “perturba” indica que os cientistas estão:
 

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