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Mateus = 6.
Ricardo = 7.
Caio = ?
O número que substitui corretamente o símbolo “?” é:
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Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive
com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há
mais de um século perturba os cientistas.
Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de
apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe
de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta
que explica esse fenômeno★
A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental
da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores
demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes
do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna
possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a
segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que
permite uma manobra tão excepcional?
A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.
Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a
região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode
girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –
flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos
conseguem se endireitar no ar.
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Que os gatos aterrissam sobre as quatro patas é algo que qualquer pessoa que convive
com um sabe. Mas, por trás dessa cena aparentemente simples, esconde‑se um mistério que há
mais de um século perturba os cientistas.
Um gato em queda livre não deveria conseguir girar sobre si mesmo: sem um ponto de
apoio, as leis do movimento parecem impedir isso. Ainda assim, o gato consegue. Uma equipe
de pesquisadores da Universidade de Yamaguchi, no Japão, acredita ter identificado a resposta
que explica esse fenômeno★
A olho nu, o movimento de queda do gato parece contradizer um princípio fundamental
da física: a conservação do momento angular. Só em 1969 que vários pesquisadores
demonstraram matematicamente que a manobra era possível se o gato fizesse diferentes partes
do corpo girarem em direções opostas. Mas, a física do fenômeno e a biologia que o torna
possível são coisas distintas. Durante décadas, estudou‑se muito a primeira e muito pouco a
segunda. O novo estudo foca justamente nisso: o que a coluna vertebral de um gato tem que
permite uma manobra tão excepcional?
A equipe do veterinário Yasuo Higurashi analisou as colunas vertebrais de cinco gatos.
Segundo o estudo, a região torácica tem uma zona neutra de cerca de 47 graus, enquanto a
região lombar não possui zona neutra alguma. Em outras palavras: a parte frontal do corpo pode
girar quase livremente; a parte traseira, quase nada. Para os autores, essa combinação –
flexibilidade na região torácica e maior rigidez na lombar – pode ajudar a explicar como os gatos
conseguem se endireitar no ar.
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