Foram encontradas 432 questões.
Em um clube, entre os atletas que treinam basquete -bol, 25% também treinam futebol, o que corresponde a 44 mulheres e 36 homens. Sabendo-se que 55% dos atletas de basquetebol são homens, então a diferença entre os números de homens e mulheres que praticam basquetebol, nesse clube, é
Provas
Certa manhã em um hotel, foi organizada uma atividade com todos os hóspedes, que foram divididos em grupos, cada grupo com 5 homens e 4 mulheres. Nesse mesmo dia, à tarde, uma segunda atividade foi organizada em grupos, porém só participaram os hóspedes menores de 18 anos, e, dessa vez, cada grupo tinha 12 mulheres e 7 homens. Sabendo-se que, entre os hóspedes, 68 mulheres e 341 homens tem 18 anos ou mais, então o número total de mulheres hospedadas nesse hotel é
Provas
Renato começou a descer uma grande escadaria ao ritmo de 3 degraus por segundo. Seu irmão Ricardo começou a descer essa escadaria 58 segundos depois, ao ritmo de 5 degraus por segundo. Considerando que eles desceram em segurança, o número de degraus que cada um já havia descido no momento em que eles se encontraram no mesmo degrau, foi
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Considere o seguinte trecho escrito a partir do texto:
O recuo contínuo no número de casos de morte, seguramente devido expansão da vacinação, permitiu ao governo paulista flexibilizar restrição social que, pelo menos por enquanto, ainda não será estendida casas de shows, que em geral tendem promover aglomerações de frequentadores ansiosos oportunidade de retornar aos poucos normalidade.
Em atendimento às regras de regência nominal e de uso da crase, em conformidade com a norma-padrão da língua, as lacunas do trecho devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a redação escrita a partir do texto atende à norma-padrão de pontuação e de concordância da língua portuguesa.
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Identifica-se relação de comparação na seguinte frase do texto:
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Considere as seguintes frases do texto:
• ... alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia ...
• As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas.
• ... sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Os termos em destaque nas frases apresentam como sinônimos adequados ao contexto, respectivamente,
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Em relação à manutenção da obrigatoriedade do uso de máscaras em São Paulo, o editorial traz a opinião de que tal imposição
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Considere as passagens do sexto e do último parágrafos do texto, nesta ordem:
• O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras.
• Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
No contexto dos enunciados em que estão inseridos, os termos destacados estabelecem relação com sentidos, respectivamente, de
Provas
Retomada cautelosa
Sensação parcialmente justificada de alívio se espalha pelo país com os sinais consistentes de arrefecimento da epidemia de Covid-19. Há que manter a atitude de precaução, contudo, pois ainda há incerteza sobre o comportamento do vírus Sars-CoV-2 e suas variantes.
As estatísticas de casos e mortes observam recuo acentuado há semanas. Depois de ultrapassar a média de 70 mil novas infecções diagnosticadas a cada dia em junho, estamos neste mês de agosto na casa de 30 mil, e os óbitos diários finalmente caíram abaixo de mil.
As internações retrocedem no país todo. Em várias cidades, começam a ser desativados os leitos de UTI surgidos para tentar impedir o temido colapso hospitalar que se observou em Manaus e rondou até as cidades mais ricas do país.
Deve-se creditar tal melhora, sem dúvida, ao avanço da vacinação. Cerca de metade da população recebeu até aqui pelo menos uma dose.
Autoridades paulistas decidiram programar a virtual suspensão das restrições remanescentes à mobilidade e ao comércio. O governador anunciou que no dia 17 de agosto não haverá mais restrições de horário nem de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e shows de médio e grande porte. Repete, assim, aprática de comunicar com antecedência adoção ou remoção de limites à mobilidade, dando alguma previsibilidade a agentes econômicos. Faz bem, ademais, em manter a obrigatoriedade do uso de máscaras.
O Sars-CoV-2, afinal, tem se mostrado bem imprevisível, como se vê pelo sucessivo surgimento de variantes ameaçadoras. Delta, a mais recente e dominante, transmite-se com o dobro da intensidade observada no início da pandemia.
Vacinas parecem eficientes contra ela, mas pouco se compreende de sua progressão populacional, com curvas díspares em nações em estágio parecido de imunização.
Recomenda-se, assim, cautela no relaxamento, por mais que todos anseiem pela volta da normalidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 08.08.2021. Adaptado)
Conforme o editorial, no que diz respeito à epidemia de Covid-19 no País,
Provas
Caderno Container