Foram encontradas 507 questões.
São vacinas recomendadas para crianças na faixa etária de 15 meses na rotina, de acordo com o calendário de vacinação da criança do PNI – MS, EXCETO:
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O Calendário Nacional de Vacinação do PNI - MS contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas 19 vacinas para mais de 20 doenças, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida. Sobre o calendário de vacinação do adulto, marque a alternativa INCORRETA:
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Em uma loja de roupas comprei 4 camisas a um certo valor. De outro tipo de camisa, com o mesmo preço unitário, a quantidade comprada foi igual ao valor unitário de cada camisa. Paguei com duas notas de cem reais e recebi R$ 8,00 de troco. Qual o preço unitário de cada produto?
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O galpão de uma empresa de distribuição de alimentos tem a forma de um paralelepípedo reto de dimensões 36m, 72m e 12m deve ser preenchido completamente com contêineres no formato cúbico de mesmo volume. Qual o menor número de contêineres a serem utilizadas?
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O número de três algarismos TIA, quando somado com o número de três algarismos PIA, resulta no número de quatro algarismos PATA, Qual é o valor da soma P + A + T + A?

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Na frase: Abolimos a tristeza, mas não aceitamos as derrotas. Os verbos destacados são respectivamente:
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Leia o texto:
A revista Veja de 1º de junho de 1988, publicou uma reportagem sobre um caso de corrupção no governo do estado de São Paulo e um dos suspeitos era o senhor Otávio Ceccato, que ocupava o cargo de secretário de Indústria e Comércio e negou a sua participação no caso investigado pela polícia. O fragmento a seguir, extraído da parte final da referida reportagem, que relata a resposta de Ceccato aos jornalistas nos seguintes termos:
Na sua posse como secretário da Indústria e Comércio, Ceccato, nervoso, foi infeliz ao rebater as denúncias. “Como São Pedro, nego, nego, nego” disse a um grupo de repórteres, referindo-se a passagem bíblica em que Pedro negou Cristo três vezes na mesma noite. (Ano 20,22:91).
Infere-se sobre o texto que:
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Leia os trechos
Texto I
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores:
“Nossos bosques têm mais vida”
“Nossa vida, “no teu seio,” mais amores”
(Hino Nacional Brasileiro)
Texto II
Nossas Flores são mais bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil réis a dúzia.
(Mendes, Murilo. Canção do Exílio)
Texto III
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas Várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
(Dias, Gonçalves. Canção do Exílio)
Sobre o texto é CORRETO afirmar:
( ) O texto I e II cita de forma explícita o texto III, pois é característico do texto literário esse recurso estilístico.
( ) No texto III, o poeta exalta a sua terra como sendo um lugar melhor que os outros, isso se confirma nos versos do texto II.
( ) No texto II, o eu lírico deforma alguns sentidos do texto III com o objetivo de ridicularizar a mensagem implícita no texto.
( ) Percebe-se que nos textos I,II e III, a intertextualidade como recursos estilísticos é utilizados pelos autores através dos diálogos implícitos entre eles.
( ) Os versos do Hino Nacional, parafraseiam o texto de Gonçalves Dias; os de Murilo Mendes parodiam-nos.
A sequência CORRETA é:
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Alguns verbos na Língua Portuguesa podem apresentar duas ou mais regências. O verbo aspirar pode ser transitivo direto ou indireto dependendo do contexto. Indique a alternativa em que esse verbo é transitivo direto.
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As questões de 1 a 5 referem–se ao texto abaixo.
Uma Galinha
Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã.
Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio.
Foi, pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto voo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro voo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.
Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. s vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre. Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.
Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:
— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! Ela quer o nosso bem!
Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:
— Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!
— Eu também! Jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros. Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: “E dizer que a obriguei a correr naquele estado!” A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.
Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.
Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.
Até que um dia mataram- na, comeram-na e passaram-se anos.
Texto extraído do livro “Laços de Família”, Editora Rocco — Rio de Janeiro, 1998, pág. 30. Selecionado por Ítalo Moriconi, figura na publicação “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”.
Observe o período: “É verdade que não se poderia contar com ela para nada.” Na oração em negrito temos uma:
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