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Foram encontradas 60 questões.

2566587 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu dados de 41 países para definir os índices de sódio recomendados para a indústria de alimentos. O relatório foi publicado nesta semana e estabeleceu os limites que podem ajudar a reduzir 30% do consumo de sal do planeta até 2025.

(...)

Neste relatório, cada quantidade estipulada está de acordo com a experiência de diferentes países, entre eles o Brasil, o Reino Unido, a Austrália e os Estados Unidos. A organização internacional recomenda que cada pessoa não ultrapasse o consumo de 5g de sal - o equivalente a 2g de sódio. Veja abaixo alguns dos alimentos já definidos:

Enunciado 2700022-1

O documento aponta que 11 milhões de pessoas morrem por ano devido a uma dieta pobre em nutrientes, sendo que 3 milhões delas podem ser atribuídas à alta ingestão de sódio. A OMS diz que um consumo exagerado de sal aumenta a pressão arterial e, consequentemente, o risco de problemas cardiovasculares, a principal causa de morte no planeta (32%) devido a doenças não infecciosas.

Além disso, os especialistas que assinam o relatório apontam outros benefícios de uma ingestão controlada de sódio: redução da incidência de doenças renais crônicas, obesidade, câncer de estômago e outras doenças hepáticas.

O abuso do sal também se reflete em sinais do corpo: sede, pressão alta, inchaço e ganho de peso. Isso acontece porque a substância faz o nosso corpo reter água para equilibrar a concentração dos íons e deixar o organismo em homeostase.

https://g1.globo.com/bemestar/viva-voce/noticia/2021/05/07/oms-propoe-limite-desodio- em-alimentos-para-reduzir-30percent-do-consumo-de-sal-ate-2025-veja-lista .ghtml

"11 milhões de pessoas morrem por ano devido a uma dieta pobre em nutrientes, sendo que 3 milhões delas podem ser atribuídas à alta ingestão de sódio."

Esse trecho indica que por cento das pessoas que morrem por ano devido a uma dieta pobre em nutrientes tiveram hábito de alta ingestão de sódio. A razão 3/11 dá origem a um(a) e pertence ao conjunto dos números .

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a ordem das lacunas:

 

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2566585 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Rapper Djonga é Cultura de Resistência

""Eles são a resposta pra fome

Eles são o revólver que aponta

Vocês são a resposta porque tanto Einstein no morro morre e não desponta" - Djonga

Djonga, Gustavo Pereira, 24 anos, é um artista com repertório além da média da nossa geração. Com 22 canções próprias, três cyphers[1] e uma coprodução, o rapper mineiro canta sobre representatividade, violência, cultura e afeto em uma linha consciente e poética que atravessa toda sua produção artística.

Em seu último show em São Paulo (03), Djonga abriu e encerrou sua apresentação com manifestações políticas sobre o cenário nacional e foi aclamado pelo público. É uma das vozes mais conscientes do nosso tempo, não pela complexidade das rimas, mas pelo poder de síntese que atinge grupos sociais diversos.

Djonga negou a clássica distinção política de "esquerda" e "direita" em sua participação do cypher "Favela Vive 3". Respondendo ao avanço da violência policial, o artista deu o tom da resistência cultural no avanço do autoritarismo. "No século XXI, a cada 23 minutos morre um jovem negro. E você é negro que nem eu, pretin. Não ficaria preocupado?"[2], cantou.

A violência do estado é um tema central no seu segundo álbum "O Menino Que Queria Ser Deus". Na música "Corra", o rapper transcorre do início da escravidão ao processo urbano de favelização. "Eu disse: oh como cê chega na minha terra. Ele responde: quem disse que a terra é sua?"[3]. Esta canção ainda tem a presença de discurso indireto livre que mescla a narrativa do senhor de escravos com a do capitalista contemporâneo. Uma música de diversificado potencial artístico.

O autor de 24 anos ainda tem uma canção sobre paternidade presente, com versos sinceros de um pai ensinando seu filho sobre um mundo social de adversidades. "Um dia cê vai entender isso tudo. Pensando bem, menor. Espero que você viva outro mundo"[4]. O tema de controle de natalidade e gravidez indesejada aparece em diversa canções como um alerta claro e objetivo.

Djonga não se preocupa apenas em jogar dados da violência periférica, mas construir uma subjetividade que sente cada perda e cada vitória como um processo. Em "Junho de 94", uma das músicas mais densas, o cantor constata que morrer não é uma opção e reavalia seu caminho artístico iniciado em 2012 até o momento. "Ainda eu não tô pronto para a morte. Hoje eu acordei meio Renato Russo, querendo recuperar o tempo perdido"[7]. Assume a postura e o peso de ser o exemplo de uma geração; "Não aguentam ver um preto líder. Eu devolvi a autoestima pra minha gente. Isso que é ser hip-hop".

No contexto político incerto que enfrenta o país, Djonga demonstra uma potência transformadora em suas rimas. Atingindo grupos sociais diversos com canções que articulam complexidades sociais de forma sintética, o cantor desenvolve uma carreira de resistência frente aos processos de marginalização histórico de grupos sociais específicos.

Em uma das suas canções mais conhecidas, "Olho de tigre", Djonga, no início de 2017, já desenhava o que seria a ascensão de Jair Bolsonaro; "Pra salvar o país, Cristo é um ex-militar que acha que mulher reunida é puteiro"[5]. A música tornou-se um hit pela radicalização da postura ativista, consagrando o slogan político "fogo nos racistas", sem delongas. Com a música "Esquimó", Djonga encerrou seu último show no sábado com o trecho "Onde tem quem acha graça zoar viado, eu acho engraçado um racista baleado"[6] sendo repetido diversas vezes pelo público.

Autor: Gabriel Prado. Publicado em: Justificando (mentes inquietas pensam melhor)

No período "É uma das vozes mais conscientes do nosso tempo, não pela complexidade das rimas, mas pelo poder de síntese que atinge grupos sociais diversos.", a frase destacada estabelece em relação a anterior uma relação de:

 

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2566584 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Rapper Djonga é Cultura de Resistência

""Eles são a resposta pra fome

Eles são o revólver que aponta

Vocês são a resposta porque tanto Einstein no morro morre e não desponta" - Djonga

Djonga, Gustavo Pereira, 24 anos, é um artista com repertório além da média da nossa geração. Com 22 canções próprias, três cyphers[1] e uma coprodução, o rapper mineiro canta sobre representatividade, violência, cultura e afeto em uma linha consciente e poética que atravessa toda sua produção artística.

Em seu último show em São Paulo (03), Djonga abriu e encerrou sua apresentação com manifestações políticas sobre o cenário nacional e foi aclamado pelo público. É uma das vozes mais conscientes do nosso tempo, não pela complexidade das rimas, mas pelo poder de síntese que atinge grupos sociais diversos.

Djonga negou a clássica distinção política de "esquerda" e "direita" em sua participação do cypher "Favela Vive 3". Respondendo ao avanço da violência policial, o artista deu o tom da resistência cultural no avanço do autoritarismo. "No século XXI, a cada 23 minutos morre um jovem negro. E você é negro que nem eu, pretin. Não ficaria preocupado?"[2], cantou.

A violência do estado é um tema central no seu segundo álbum "O Menino Que Queria Ser Deus". Na música "Corra", o rapper transcorre do início da escravidão ao processo urbano de favelização. "Eu disse: oh como cê chega na minha terra. Ele responde: quem disse que a terra é sua?"[3]. Esta canção ainda tem a presença de discurso indireto livre que mescla a narrativa do senhor de escravos com a do capitalista contemporâneo. Uma música de diversificado potencial artístico.

O autor de 24 anos ainda tem uma canção sobre paternidade presente, com versos sinceros de um pai ensinando seu filho sobre um mundo social de adversidades. "Um dia cê vai entender isso tudo. Pensando bem, menor. Espero que você viva outro mundo"[4]. O tema de controle de natalidade e gravidez indesejada aparece em diversa canções como um alerta claro e objetivo.

Djonga não se preocupa apenas em jogar dados da violência periférica, mas construir uma subjetividade que sente cada perda e cada vitória como um processo. Em "Junho de 94", uma das músicas mais densas, o cantor constata que morrer não é uma opção e reavalia seu caminho artístico iniciado em 2012 até o momento. "Ainda eu não tô pronto para a morte. Hoje eu acordei meio Renato Russo, querendo recuperar o tempo perdido"[7]. Assume a postura e o peso de ser o exemplo de uma geração; "Não aguentam ver um preto líder. Eu devolvi a autoestima pra minha gente. Isso que é ser hip-hop".

No contexto político incerto que enfrenta o país, Djonga demonstra uma potência transformadora em suas rimas. Atingindo grupos sociais diversos com canções que articulam complexidades sociais de forma sintética, o cantor desenvolve uma carreira de resistência frente aos processos de marginalização histórico de grupos sociais específicos.

Em uma das suas canções mais conhecidas, "Olho de tigre", Djonga, no início de 2017, já desenhava o que seria a ascensão de Jair Bolsonaro; "Pra salvar o país, Cristo é um ex-militar que acha que mulher reunida é puteiro"[5]. A música tornou-se um hit pela radicalização da postura ativista, consagrando o slogan político "fogo nos racistas", sem delongas. Com a música "Esquimó", Djonga encerrou seu último show no sábado com o trecho "Onde tem quem acha graça zoar viado, eu acho engraçado um racista baleado"[6] sendo repetido diversas vezes pelo público.

Autor: Gabriel Prado. Publicado em: Justificando (mentes inquietas pensam melhor)

Sobre a semântica das palavras no contexto da frase e do texto, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2566583 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Rapper Djonga é Cultura de Resistência

""Eles são a resposta pra fome

Eles são o revólver que aponta

Vocês são a resposta porque tanto Einstein no morro morre e não desponta" - Djonga

Djonga, Gustavo Pereira, 24 anos, é um artista com repertório além da média da nossa geração. Com 22 canções próprias, três cyphers[1] e uma coprodução, o rapper mineiro canta sobre representatividade, violência, cultura e afeto em uma linha consciente e poética que atravessa toda sua produção artística.

Em seu último show em São Paulo (03), Djonga abriu e encerrou sua apresentação com manifestações políticas sobre o cenário nacional e foi aclamado pelo público. É uma das vozes mais conscientes do nosso tempo, não pela complexidade das rimas, mas pelo poder de síntese que atinge grupos sociais diversos.

Djonga negou a clássica distinção política de "esquerda" e "direita" em sua participação do cypher "Favela Vive 3". Respondendo ao avanço da violência policial, o artista deu o tom da resistência cultural no avanço do autoritarismo. "No século XXI, a cada 23 minutos morre um jovem negro. E você é negro que nem eu, pretin. Não ficaria preocupado?"[2], cantou.

A violência do estado é um tema central no seu segundo álbum "O Menino Que Queria Ser Deus". Na música "Corra", o rapper transcorre do início da escravidão ao processo urbano de favelização. "Eu disse: oh como cê chega na minha terra. Ele responde: quem disse que a terra é sua?"[3]. Esta canção ainda tem a presença de discurso indireto livre que mescla a narrativa do senhor de escravos com a do capitalista contemporâneo. Uma música de diversificado potencial artístico.

O autor de 24 anos ainda tem uma canção sobre paternidade presente, com versos sinceros de um pai ensinando seu filho sobre um mundo social de adversidades. "Um dia cê vai entender isso tudo. Pensando bem, menor. Espero que você viva outro mundo"[4]. O tema de controle de natalidade e gravidez indesejada aparece em diversa canções como um alerta claro e objetivo.

Djonga não se preocupa apenas em jogar dados da violência periférica, mas construir uma subjetividade que sente cada perda e cada vitória como um processo. Em "Junho de 94", uma das músicas mais densas, o cantor constata que morrer não é uma opção e reavalia seu caminho artístico iniciado em 2012 até o momento. "Ainda eu não tô pronto para a morte. Hoje eu acordei meio Renato Russo, querendo recuperar o tempo perdido"[7]. Assume a postura e o peso de ser o exemplo de uma geração; "Não aguentam ver um preto líder. Eu devolvi a autoestima pra minha gente. Isso que é ser hip-hop".

No contexto político incerto que enfrenta o país, Djonga demonstra uma potência transformadora em suas rimas. Atingindo grupos sociais diversos com canções que articulam complexidades sociais de forma sintética, o cantor desenvolve uma carreira de resistência frente aos processos de marginalização histórico de grupos sociais específicos.

Em uma das suas canções mais conhecidas, "Olho de tigre", Djonga, no início de 2017, já desenhava o que seria a ascensão de Jair Bolsonaro; "Pra salvar o país, Cristo é um ex-militar que acha que mulher reunida é puteiro"[5]. A música tornou-se um hit pela radicalização da postura ativista, consagrando o slogan político "fogo nos racistas", sem delongas. Com a música "Esquimó", Djonga encerrou seu último show no sábado com o trecho "Onde tem quem acha graça zoar viado, eu acho engraçado um racista baleado"[6] sendo repetido diversas vezes pelo público.

Autor: Gabriel Prado. Publicado em: Justificando (mentes inquietas pensam melhor)

A partir da leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2566582 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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TEXTO 02

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

LÍNGUA PORTUGUESA NÃO É PARA AMADOR

(Edimilson Camilo)

Um poeta escreveu:

"Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar".

Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.

Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.

Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.

No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável...

Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.

E há outros casos, claro!

Eu não me medico, eu vou ao médico...

Quem baba não é a babá.

Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.

Será que a romã é de Roma?

Seus pais vêm do mesmo país?

A diferença na palavra é um acento; assento não tem acento.

Assento é embaixo, acento é em cima.

Embaixo é junto e em cima separado.

Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô?

Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá?

O que tem a pele do Pelé?

O que há em comum entre o camelo e o camelô?

O que será que a fábrica fabrica?

E tudo que se musica vira música?

Será melhor lidar com as adversidades da conjunção "mas" ou com as más pessoas?

Será que tudo que eu valido se torna válido?

E entre o amem e o amém, que tal os dois?

Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.

É a primeira vez que tu não o vês.

Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.

Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.

Vão cassar o direito de casar de dois pais no meu país.

Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.

Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.

Ao empossar, permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.

Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.

Calça, você bota; bota, você calça.

Oxítona é proparoxítona.

Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.

E paro por aqui, pois esta lista já está longa. Realmente, português não é para amador!

Autor: Edimilson Camilo. Publicado no Jornal de Fagundes.

A respeito do estilo da linguagem e da estrutura utilizadas pelo autor, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2566581 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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TEXTO 02

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

LÍNGUA PORTUGUESA NÃO É PARA AMADOR

(Edimilson Camilo)

Um poeta escreveu:

"Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar".

Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.

Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.

Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.

No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável...

Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.

E há outros casos, claro!

Eu não me medico, eu vou ao médico...

Quem baba não é a babá.

Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.

Será que a romã é de Roma?

Seus pais vêm do mesmo país?

A diferença na palavra é um acento; assento não tem acento.

Assento é embaixo, acento é em cima.

Embaixo é junto e em cima separado.

Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô?

Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá?

O que tem a pele do Pelé?

O que há em comum entre o camelo e o camelô?

O que será que a fábrica fabrica?

E tudo que se musica vira música?

Será melhor lidar com as adversidades da conjunção "mas" ou com as más pessoas?

Será que tudo que eu valido se torna válido?

E entre o amem e o amém, que tal os dois?

Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.

É a primeira vez que tu não o vês.

Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.

Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.

Vão cassar o direito de casar de dois pais no meu país.

Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.

Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.

Ao empossar, permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.

Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.

Calça, você bota; bota, você calça.

Oxítona é proparoxítona.

Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.

E paro por aqui, pois esta lista já está longa. Realmente, português não é para amador!

Autor: Edimilson Camilo. Publicado no Jornal de Fagundes.

Considerando as classes de palavras e suas funções, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2566580 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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TEXTO 02

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

LÍNGUA PORTUGUESA NÃO É PARA AMADOR

(Edimilson Camilo)

Um poeta escreveu:

"Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar".

Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.

Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.

Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.

No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável...

Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.

E há outros casos, claro!

Eu não me medico, eu vou ao médico...

Quem baba não é a babá.

Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.

Será que a romã é de Roma?

Seus pais vêm do mesmo país?

A diferença na palavra é um acento; assento não tem acento.

Assento é embaixo, acento é em cima.

Embaixo é junto e em cima separado.

Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô?

Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá?

O que tem a pele do Pelé?

O que há em comum entre o camelo e o camelô?

O que será que a fábrica fabrica?

E tudo que se musica vira música?

Será melhor lidar com as adversidades da conjunção "mas" ou com as más pessoas?

Será que tudo que eu valido se torna válido?

E entre o amem e o amém, que tal os dois?

Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.

É a primeira vez que tu não o vês.

Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.

Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.

Vão cassar o direito de casar de dois pais no meu país.

Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.

Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.

Ao empossar, permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.

Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.

Calça, você bota; bota, você calça.

Oxítona é proparoxítona.

Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.

E paro por aqui, pois esta lista já está longa. Realmente, português não é para amador!

Autor: Edimilson Camilo. Publicado no Jornal de Fagundes.

Os termos "Oxítona" e "Proparoxítona" são mencionados no texto. Assinale a alternativa em que sua caracterização e exemplificação estejam CORRETAS:

 

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2566579 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

É possível se proteger morando com alguém infectado pela covid-19?

(Giulia Granchi)

Sair de casa e cruzar com pessoas possivelmente infectadas pelo vírus já requer cuidados especiais de higiene e prevenção como lavar as mãos e usar álcool gel e máscara. Mas é possível se proteger se o paciente com covid-19 divide o teto com você?

De acordo com Michelle Zicker, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo, em São Paulo, há uma série de medidas que podem ser tomadas para evitar a contaminação, mas sua eficácia depende muito das condições nas quais as pessoas vivem.

"Para famílias numerosas que moram em espaços pequenos, como um ou dois cômodos, não há como seguir o princípio básico de prevenção, que é manter o distanciamento físico de pelo menos um metro", explica.

Outra recomendação médica é, sempre que possível, isolar o doente em um quarto e banheiro separado, restringindo sua circulação na casa. "Se não existe essa possibilidade, o ideal é pelo menos evitar dividir a mesma cama e manter janelas sempre abertas, para aumentar a circulação do ar", aponta Zicker. Máscaras ajudam a reduzir a chance de contágio Se a pessoa infectada precisa usar ambientes comuns, a atitude mais segura é utilizar máscaras pelo maior tempo possível para evitar contaminar o local e outras pessoas. "É recomendado, inclusive para quem não tem a doença, como uma maneira extra de se proteger. Mas sabemos que nem todos toleram a sensação, especialmente quem está sofrendo com os efeitos respiratórios da covid-19", esclarece a infectologista.

Limpeza

A limpeza do cômodo e do banheiro usado pela pessoa infectada devem ser feitas com frequência. "Se estiver em boas condições de saúde, o próprio doente deve limpar os locais de uso comum, como o banheiro", diz Zicker. Locais que são tocados com frequência, como maçanetas, torneiras, interruptores e teclados também devem ser higienizados todos os dias. Para comer, o infectado também deve ter louça exclusiva, que não é compartilhada com o resto da família. Se possível, os objetos devem ser lavados com luvas descartáveis e seu lixo deve ser descartado separadamente em um saco plástico e lacrado após o uso.

Já na hora de lavar roupa, a infectologista indica que não há necessidade de separar as peças. "O importante é não sacudir a roupa suja, mas não existe contraindicação para a lavagem, que pode ser feita com produtos de limpeza comuns."

Invista nestes produtos para higienizar ambientes e matar o coronavírus:

Água sanitária

Desinfetantes em geral

Limpadores multiuso com cloro

Limpadores multiuso com álcool

Álcool de limpeza (líquido)

Detergente

Sabão.

Autor: Giulia Granchi. Publicado na UOL

Considerando as classes de palavras, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2566578 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

É possível se proteger morando com alguém infectado pela covid-19?

(Giulia Granchi)

Sair de casa e cruzar com pessoas possivelmente infectadas pelo vírus já requer cuidados especiais de higiene e prevenção como lavar as mãos e usar álcool gel e máscara. Mas é possível se proteger se o paciente com covid-19 divide o teto com você?

De acordo com Michelle Zicker, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo, em São Paulo, há uma série de medidas que podem ser tomadas para evitar a contaminação, mas sua eficácia depende muito das condições nas quais as pessoas vivem.

"Para famílias numerosas que moram em espaços pequenos, como um ou dois cômodos, não há como seguir o princípio básico de prevenção, que é manter o distanciamento físico de pelo menos um metro", explica.

Outra recomendação médica é, sempre que possível, isolar o doente em um quarto e banheiro separado, restringindo sua circulação na casa. "Se não existe essa possibilidade, o ideal é pelo menos evitar dividir a mesma cama e manter janelas sempre abertas, para aumentar a circulação do ar", aponta Zicker. Máscaras ajudam a reduzir a chance de contágio Se a pessoa infectada precisa usar ambientes comuns, a atitude mais segura é utilizar máscaras pelo maior tempo possível para evitar contaminar o local e outras pessoas. "É recomendado, inclusive para quem não tem a doença, como uma maneira extra de se proteger. Mas sabemos que nem todos toleram a sensação, especialmente quem está sofrendo com os efeitos respiratórios da covid-19", esclarece a infectologista.

Limpeza

A limpeza do cômodo e do banheiro usado pela pessoa infectada devem ser feitas com frequência. "Se estiver em boas condições de saúde, o próprio doente deve limpar os locais de uso comum, como o banheiro", diz Zicker. Locais que são tocados com frequência, como maçanetas, torneiras, interruptores e teclados também devem ser higienizados todos os dias. Para comer, o infectado também deve ter louça exclusiva, que não é compartilhada com o resto da família. Se possível, os objetos devem ser lavados com luvas descartáveis e seu lixo deve ser descartado separadamente em um saco plástico e lacrado após o uso.

Já na hora de lavar roupa, a infectologista indica que não há necessidade de separar as peças. "O importante é não sacudir a roupa suja, mas não existe contraindicação para a lavagem, que pode ser feita com produtos de limpeza comuns."

Invista nestes produtos para higienizar ambientes e matar o coronavírus:

Água sanitária

Desinfetantes em geral

Limpadores multiuso com cloro

Limpadores multiuso com álcool

Álcool de limpeza (líquido)

Detergente

Sabão.

Autor: Giulia Granchi. Publicado na UOL

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

 

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2566586 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

É possível se proteger morando com alguém infectado pela covid-19?

(Giulia Granchi)

Sair de casa e cruzar com pessoas possivelmente infectadas pelo vírus já requer cuidados especiais de higiene e prevenção como lavar as mãos e usar álcool gel e máscara. Mas é possível se proteger se o paciente com covid-19 divide o teto com você?

De acordo com Michelle Zicker, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo, em São Paulo, há uma série de medidas que podem ser tomadas para evitar a contaminação, mas sua eficácia depende muito das condições nas quais as pessoas vivem.

"Para famílias numerosas que moram em espaços pequenos, como um ou dois cômodos, não há como seguir o princípio básico de prevenção, que é manter o distanciamento físico de pelo menos um metro", explica.

Outra recomendação médica é, sempre que possível, isolar o doente em um quarto e banheiro separado, restringindo sua circulação na casa. "Se não existe essa possibilidade, o ideal é pelo menos evitar dividir a mesma cama e manter janelas sempre abertas, para aumentar a circulação do ar", aponta Zicker. Máscaras ajudam a reduzir a chance de contágio Se a pessoa infectada precisa usar ambientes comuns, a atitude mais segura é utilizar máscaras pelo maior tempo possível para evitar contaminar o local e outras pessoas. "É recomendado, inclusive para quem não tem a doença, como uma maneira extra de se proteger. Mas sabemos que nem todos toleram a sensação, especialmente quem está sofrendo com os efeitos respiratórios da covid-19", esclarece a infectologista.

Limpeza

A limpeza do cômodo e do banheiro usado pela pessoa infectada devem ser feitas com frequência. "Se estiver em boas condições de saúde, o próprio doente deve limpar os locais de uso comum, como o banheiro", diz Zicker. Locais que são tocados com frequência, como maçanetas, torneiras, interruptores e teclados também devem ser higienizados todos os dias. Para comer, o infectado também deve ter louça exclusiva, que não é compartilhada com o resto da família. Se possível, os objetos devem ser lavados com luvas descartáveis e seu lixo deve ser descartado separadamente em um saco plástico e lacrado após o uso.

Já na hora de lavar roupa, a infectologista indica que não há necessidade de separar as peças. "O importante é não sacudir a roupa suja, mas não existe contraindicação para a lavagem, que pode ser feita com produtos de limpeza comuns."

Invista nestes produtos para higienizar ambientes e matar o coronavírus:

Água sanitária

Desinfetantes em geral

Limpadores multiuso com cloro

Limpadores multiuso com álcool

Álcool de limpeza (líquido)

Detergente

Sabão.

Autor: Giulia Granchi. Publicado na UOL

A respeito da palavra "higienizados" presente no penúltimo parágrafo, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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