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Foram encontradas 253 questões.

933600 Ano: 2019
Disciplina: Auditoria
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos, devendo ser redigido com objetividade e imparcialidade, de forma a expressar claramente suas conclusões, recomendações e providências a serem tomadas pela administração da entidade. Dentre os as aspectos abaixo relacionados, qual deles não é requisito mínimo do relatório de Auditoria Interna?
 

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933599 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Por que a Ásia e Europa são continentes diferentes se

ficam na mesma massa de terra?

Pedro Gomes, via Instagram

Porque essa divisão é muito mais cultural do que geográfica: a fronteira entre Ásia e Europa corresponde, grosso modo, à fronteira entre Ocidente e Oriente. Por volta de 500 a.C., geógrafos gregos pioneiros como Anaximandro e Hecateu de Mileto já desenhavam uma mapa-múndi em forma de pizza, com três fatias de terra de tamanho parecido: Ásia, Europa e Líbia – o norte da África. Nessa concepção, os mares Egeu, Negro e Cáspio eram a fronteira entre Ásia e Europa. Afinal, o mundo grego girava em torno do mediterrâneo. E ali há corpos d’água separando claramente o Leste do Oeste. Essa distinção grega pegou. E ficou. Uma das explicações para os nomes Europa e Ásia, diga-se, é que eles derivam das palavras que indicavam “Leste” e “Oeste” em acádio (falado na região onde hoje fica a Turquia) – asu e erebu.

Disponível em Revista Superinteressante – Edição 398 – Janeiro 2019- Sessão Oráculo. Editora Abril.

Assinale a alternativa que apresenta um sujeito composto.
 

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933598 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Leia o texto para responder a questão.
Carlos Ghosn arrumou para a cabeça
Em sua primeira aparição pública depois da detenção em novembro, o executivo franco-brasileiro rebateu as acusações de fraudes na Nissan – mas vai continuar preso
Por Carlos Eduardo Valim
Acusado de fraude no comando da Nissan, e preso no Japão desde novembro, o executivo franco-brasileiro Calos Ghosn prestou depoimento em Tóquio, na terça-feira 8. No tribunal de primeira instância, ele alegou inocência, em declaração lida por ele, e que foi “equivocadamente acusado e injustamente detido com base em acusações infundadas e sem mérito”. Os advogados defendem que não há motivos para que ele aguarde na prisão o julgamento que pode levar ainda seis meses. Mas o juiz Yuichi Tada justificou a detenção, alegando risco de fuga e ocultação de evidências.
Fontes próximas à empresa e analistas alegam que Ghosn, responsável por salvar a montadora nipônica da falência no fim da década de 1990, foi vítima de uma disputa por poder entre franceses e japoneses, já que Nissan e Renault operam em conjunto. O plano do executivo era aprofundar essa aliança e torná-la definitiva. Isso, segundo alguns, teria provocado o contra-ataque da Nissan e a criminalização de Carlos Ghosn, que tem 64 anos e nasceu em Rondônia, no Brasil, mas foi criado na França. Executivos ligado a ele também estariam sendo forçado a deixar a empresa. Em 5 de janeiro, o possível sucessor do brasileiro, Jose Muñoz, diretor de desempenho da montadora e responsável pelas operações na China, saiu repentinamente de licença. Muñoz comandou as operações da América do Norte entre 2014 e 2018 e, poucos dias antes da sua estratégica saída de cena, a imprensa japonesa noticiou problemas em contatos com fornecedores no México e EUA naquele período, o que levanta suspeitas sobre outras operações da montadora.
Outro afastado, Arun Bajaj, chefe de recursos humanos da Nissan e responsável por desenvolver talentos na aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, estaria colaborando com os promotores japoneses para esclarecer problemas tributários de Carlos Ghosn, que é acusado de fraude fiscal ao declarar em relatórios financeiros um salário menor do que fato recebia. O brasileiro também teria transferido perdas pessoais com investimentos privados para a montadora. A defesa, no entanto, alega que foi feito um acordo com a companhia para que ela assumisse temporariamente os seus contratos de câmbio depois da crise financeira de 2008. Ele teria tomando essa decisão para não usar a sua aposentadoria como garantia e ser forçado a renunciar ao seu cargo. “Meu comprometimento moral com a Nissan não me permitiria sair naquele momento crucial”, declarou ele. “Um capitão não abandona o barco no meio da tempestade.” Na quinta-feira 10, novos depoimentos de Ghosn foram suspensos por alegados motivos de saúde.
Disponível em Revista Isto é Dinheiro – 16/JAN/2019– ANO 20 – Nº 1103
Assinale a alternativa em que o uso das vírgulas tem o mesmo propósito que nessa oração: “Acusado de fraude no comando da Nissan, e preso no Japão desde novembro, o executivo franco-brasileiro Calos Ghosn prestou depoimento em Tóquio”.
 

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933597 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Leia o texto para responder a questão.
A corrida das patinetes
Se 2018 foi o ano em que as patinetes elétricas brotaram nas ruas de São Paulo, em 2019 a moda deve se espalhar pelo Brasil. Até aqui, a startup de bicicletas e patinetes compartilhadas Yellow corre pela denominação de mercado de e-scooters contra a Grin, mexicana que chegou ao país comprando a concorrente brasileira Ride e fazendo uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi.
Ambas captaram investimentos da ordem de 70 milhões de dólares. O jogo deve ficar mais pesado no ano que vem. As patinetes elétricas da americana Lime, que tem 455 milhões de dólares em investimentos, chegarão ao Brasil em 2019. Na mesma época, o gigante de mobilidade Uber lançará o serviço de bicicletas e patinetes elétricas Jump por aqui, enquanto prepara uma abertura de capital que o avalie em 120 bilhões de dólares. Os números mostram a agitação do mercado de transportes. Há um intervalo de 18 meses entre rodadas de investimentos recebidas pelas startups do setor, ante uma média de 24 meses nos demais segmentos, segundo a empresa de análises CB insights. Já a linha de chegada lucro – ainda não está no horizonte.
Disponível em Revista Exame – Edição 1176– 26/12/2018.
Uber é caracterizado no texto como
 

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933596 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Leia o texto para responder a questão.
Carlos Ghosn arrumou para a cabeça
Em sua primeira aparição pública depois da detenção em novembro, o executivo franco-brasileiro rebateu as acusações de fraudes na Nissan – mas vai continuar preso
Por Carlos Eduardo Valim
Acusado de fraude no comando da Nissan, e preso no Japão desde novembro, o executivo franco-brasileiro Calos Ghosn prestou depoimento em Tóquio, na terça-feira 8. No tribunal de primeira instância, ele alegou inocência, em declaração lida por ele, e que foi “equivocadamente acusado e injustamente detido com base em acusações infundadas e sem mérito”. Os advogados defendem que não há motivos para que ele aguarde na prisão o julgamento que pode levar ainda seis meses. Mas o juiz Yuichi Tada justificou a detenção, alegando risco de fuga e ocultação de evidências.
Fontes próximas à empresa e analistas alegam que Ghosn, responsável por salvar a montadora nipônica da falência no fim da década de 1990, foi vítima de uma disputa por poder entre franceses e japoneses, já que Nissan e Renault operam em conjunto. O plano do executivo era aprofundar essa aliança e torná-la definitiva. Isso, segundo alguns, teria provocado o contra-ataque da Nissan e a criminalização de Carlos Ghosn, que tem 64 anos e nasceu em Rondônia, no Brasil, mas foi criado na França. Executivos ligado a ele também estariam sendo forçado a deixar a empresa. Em 5 de janeiro, o possível sucessor do brasileiro, Jose Muñoz, diretor de desempenho da montadora e responsável pelas operações na China, saiu repentinamente de licença. Muñoz comandou as operações da América do Norte entre 2014 e 2018 e, poucos dias antes da sua estratégica saída de cena, a imprensa japonesa noticiou problemas em contatos com fornecedores no México e EUA naquele período, o que levanta suspeitas sobre outras operações da montadora.
Outro afastado, Arun Bajaj, chefe de recursos humanos da Nissan e responsável por desenvolver talentos na aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, estaria colaborando com os promotores japoneses para esclarecer problemas tributários de Carlos Ghosn, que é acusado de fraude fiscal ao declarar em relatórios financeiros um salário menor do que fato recebia. O brasileiro também teria transferido perdas pessoais com investimentos privados para a montadora. A defesa, no entanto, alega que foi feito um acordo com a companhia para que ela assumisse temporariamente os seus contratos de câmbio depois da crise financeira de 2008. Ele teria tomando essa decisão para não usar a sua aposentadoria como garantia e ser forçado a renunciar ao seu cargo. “Meu comprometimento moral com a Nissan não me permitiria sair naquele momento crucial”, declarou ele. “Um capitão não abandona o barco no meio da tempestade.” Na quinta-feira 10, novos depoimentos de Ghosn foram suspensos por alegados motivos de saúde.
Disponível em Revista Isto é Dinheiro – 16/JAN/2019– ANO 20 – Nº 1103
Assinale a alternativa que apresenta outro vocábulo utilizado pelo autor para se referir a Carlos Ghosn.
 

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933595 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Por que a Ásia e Europa são continentes diferentes se

ficam na mesma massa de terra?

Pedro Gomes, via Instagram

Porque essa divisão é muito mais cultural do que geográfica: a fronteira entre Ásia e Europa corresponde, grosso modo, à fronteira entre Ocidente e Oriente. Por volta de 500 a.C., geógrafos gregos pioneiros como Anaximandro e Hecateu de Mileto já desenhavam uma mapa-múndi em forma de pizza, com três fatias de terra de tamanho parecido: Ásia, Europa e Líbia – o norte da África. Nessa concepção, os mares Egeu, Negro e Cáspio eram a fronteira entre Ásia e Europa. Afinal, o mundo grego girava em torno do mediterrâneo. E ali há corpos d’água separando claramente o Leste do Oeste. Essa distinção grega pegou. E ficou. Uma das explicações para os nomes Europa e Ásia, diga-se, é que eles derivam das palavras que indicavam “Leste” e “Oeste” em acádio (falado na região onde hoje fica a Turquia) – asu e erebu.

Disponível em Revista Superinteressante – Edição 398 – Janeiro 2019- Sessão Oráculo. Editora Abril.

Analise: “a fronteira entre Ásia e Europa corresponde, grosso modo, à fronteira entre Ocidente e Oriente.” A fim de retirar a crase da oração, o correto seria trocar o vocábulo “fronteira” por
 

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933594 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Leia o texto para responder a questão.
Carlos Ghosn arrumou para a cabeça
Em sua primeira aparição pública depois da detenção em novembro, o executivo franco-brasileiro rebateu as acusações de fraudes na Nissan – mas vai continuar preso
Por Carlos Eduardo Valim
Acusado de fraude no comando da Nissan, e preso no Japão desde novembro, o executivo franco-brasileiro Calos Ghosn prestou depoimento em Tóquio, na terça-feira 8. No tribunal de primeira instância, ele alegou inocência, em declaração lida por ele, e que foi “equivocadamente acusado e injustamente detido com base em acusações infundadas e sem mérito”. Os advogados defendem que não há motivos para que ele aguarde na prisão o julgamento que pode levar ainda seis meses. Mas o juiz Yuichi Tada justificou a detenção, alegando risco de fuga e ocultação de evidências.
Fontes próximas à empresa e analistas alegam que Ghosn, responsável por salvar a montadora nipônica da falência no fim da década de 1990, foi vítima de uma disputa por poder entre franceses e japoneses, já que Nissan e Renault operam em conjunto. O plano do executivo era aprofundar essa aliança e torná-la definitiva. Isso, segundo alguns, teria provocado o contra-ataque da Nissan e a criminalização de Carlos Ghosn, que tem 64 anos e nasceu em Rondônia, no Brasil, mas foi criado na França. Executivos ligado a ele também estariam sendo forçado a deixar a empresa. Em 5 de janeiro, o possível sucessor do brasileiro, Jose Muñoz, diretor de desempenho da montadora e responsável pelas operações na China, saiu repentinamente de licença. Muñoz comandou as operações da América do Norte entre 2014 e 2018 e, poucos dias antes da sua estratégica saída de cena, a imprensa japonesa noticiou problemas em contatos com fornecedores no México e EUA naquele período, o que levanta suspeitas sobre outras operações da montadora.
Outro afastado, Arun Bajaj, chefe de recursos humanos da Nissan e responsável por desenvolver talentos na aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, estaria colaborando com os promotores japoneses para esclarecer problemas tributários de Carlos Ghosn, que é acusado de fraude fiscal ao declarar em relatórios financeiros um salário menor do que fato recebia. O brasileiro também teria transferido perdas pessoais com investimentos privados para a montadora. A defesa, no entanto, alega que foi feito um acordo com a companhia para que ela assumisse temporariamente os seus contratos de câmbio depois da crise financeira de 2008. Ele teria tomando essa decisão para não usar a sua aposentadoria como garantia e ser forçado a renunciar ao seu cargo. “Meu comprometimento moral com a Nissan não me permitiria sair naquele momento crucial”, declarou ele. “Um capitão não abandona o barco no meio da tempestade.” Na quinta-feira 10, novos depoimentos de Ghosn foram suspensos por alegados motivos de saúde.
Disponível em Revista Isto é Dinheiro – 16/JAN/2019– ANO 20 – Nº 1103
Assinale a alternativa que explica corretamente o uso das aspas nesse texto.
 

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933593 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Leia o texto para responder a questão.
Carlos Ghosn arrumou para a cabeça
Em sua primeira aparição pública depois da detenção em novembro, o executivo franco-brasileiro rebateu as acusações de fraudes na Nissan – mas vai continuar preso
Por Carlos Eduardo Valim
Acusado de fraude no comando da Nissan, e preso no Japão desde novembro, o executivo franco-brasileiro Calos Ghosn prestou depoimento em Tóquio, na terça-feira 8. No tribunal de primeira instância, ele alegou inocência, em declaração lida por ele, e que foi “equivocadamente acusado e injustamente detido com base em acusações infundadas e sem mérito”. Os advogados defendem que não há motivos para que ele aguarde na prisão o julgamento que pode levar ainda seis meses. Mas o juiz Yuichi Tada justificou a detenção, alegando risco de fuga e ocultação de evidências.
Fontes próximas à empresa e analistas alegam que Ghosn, responsável por salvar a montadora nipônica da falência no fim da década de 1990, foi vítima de uma disputa por poder entre franceses e japoneses, já que Nissan e Renault operam em conjunto. O plano do executivo era aprofundar essa aliança e torná-la definitiva. Isso, segundo alguns, teria provocado o contra-ataque da Nissan e a criminalização de Carlos Ghosn, que tem 64 anos e nasceu em Rondônia, no Brasil, mas foi criado na França. Executivos ligado a ele também estariam sendo forçado a deixar a empresa. Em 5 de janeiro, o possível sucessor do brasileiro, Jose Muñoz, diretor de desempenho da montadora e responsável pelas operações na China, saiu repentinamente de licença. Muñoz comandou as operações da América do Norte entre 2014 e 2018 e, poucos dias antes da sua estratégica saída de cena, a imprensa japonesa noticiou problemas em contatos com fornecedores no México e EUA naquele período, o que levanta suspeitas sobre outras operações da montadora.
Outro afastado, Arun Bajaj, chefe de recursos humanos da Nissan e responsável por desenvolver talentos na aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, estaria colaborando com os promotores japoneses para esclarecer problemas tributários de Carlos Ghosn, que é acusado de fraude fiscal ao declarar em relatórios financeiros um salário menor do que fato recebia. O brasileiro também teria transferido perdas pessoais com investimentos privados para a montadora. A defesa, no entanto, alega que foi feito um acordo com a companhia para que ela assumisse temporariamente os seus contratos de câmbio depois da crise financeira de 2008. Ele teria tomando essa decisão para não usar a sua aposentadoria como garantia e ser forçado a renunciar ao seu cargo. “Meu comprometimento moral com a Nissan não me permitiria sair naquele momento crucial”, declarou ele. “Um capitão não abandona o barco no meio da tempestade.” Na quinta-feira 10, novos depoimentos de Ghosn foram suspensos por alegados motivos de saúde.
Disponível em Revista Isto é Dinheiro – 16/JAN/2019– ANO 20 – Nº 1103
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem utilizada no título do texto.
 

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933592 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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A corrida das patinetes

Se 2018 foi o ano em que as patinetes elétricas brotaram nas ruas de São Paulo, em 2019 a moda deve se espalhar pelo Brasil. Até aqui, a startup de bicicletas e patinetes compartilhadas Yellow corre pela denominação do mercado de e-scooters contra a Grin, mexicana que chegou ao país comprando a concorrente brasileira Ride e fazendo uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi.

Ambas captaram investimentos da ordem de 70 milhões de dólares. O jogo deve ficar mais pesado no ano que vem. As patinetes elétricas da americana Lime, que tem 455 milhões de dólares em investimentos, chegarão ao Brasil em 2019. Na mesma época, o gigante de mobilidade Uber lançará o serviço de bicicletas e patinetes elétricas Jump por aqui, enquanto prepara uma abertura de capital que o avalie em 120 bilhões de dólares. Os números mostram a agitação do mercado de transportes. Há um intervalo de 18 meses entre rodadas de investimentos recebidas pelas startups do setor, ante uma média de 24 meses nos demais segmentos, segundo a empresa de análises CB insights. Já a linha de chegada lucro – ainda não está no horizonte.

Disponível em Revista Exame – Edição 1176 – 26/12/2018.

O termo “mexicana” utilizado no primeiro parágrafo retoma qual nome anteriormente mencionado?
 

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933591 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Jardim Alegre-PR
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Leia o texto para responder a questão.
Carlos Ghosn arrumou para a cabeça
Em sua primeira aparição pública depois da detenção em novembro, o executivo franco-brasileiro rebateu as acusações de fraudes na Nissan – mas vai continuar preso
Por Carlos Eduardo Valim
Acusado de fraude no comando da Nissan, e preso no Japão desde novembro, o executivo franco-brasileiro Calos Ghosn prestou depoimento em Tóquio, na terça-feira 8. No tribunal de primeira instância, ele alegou inocência, em declaração lida por ele, e que foi “equivocadamente acusado e injustamente detido com base em acusações infundadas e sem mérito”. Os advogados defendem que não há motivos para que ele aguarde na prisão o julgamento que pode levar ainda seis meses. Mas o juiz Yuichi Tada justificou a detenção, alegando risco de fuga e ocultação de evidências.
Fontes próximas à empresa e analistas alegam que Ghosn, responsável por salvar a montadora nipônica da falência no fim da década de 1990, foi vítima de uma disputa por poder entre franceses e japoneses, já que Nissan e Renault operam em conjunto. O plano do executivo era aprofundar essa aliança e torná-la definitiva. Isso, segundo alguns, teria provocado o contra-ataque da Nissan e a criminalização de Carlos Ghosn, que tem 64 anos e nasceu em Rondônia, no Brasil, mas foi criado na França. Executivos ligado a ele também estariam sendo forçado a deixar a empresa. Em 5 de janeiro, o possível sucessor do brasileiro, Jose Muñoz, diretor de desempenho da montadora e responsável pelas operações na China, saiu repentinamente de licença. Muñoz comandou as operações da América do Norte entre 2014 e 2018 e, poucos dias antes da sua estratégica saída de cena, a imprensa japonesa noticiou problemas em contatos com fornecedores no México e EUA naquele período, o que levanta suspeitas sobre outras operações da montadora.
Outro afastado, Arun Bajaj, chefe de recursos humanos da Nissan e responsável por desenvolver talentos na aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, estaria colaborando com os promotores japoneses para esclarecer problemas tributários de Carlos Ghosn, que é acusado de fraude fiscal ao declarar em relatórios financeiros um salário menor do que fato recebia. O brasileiro também teria transferido perdas pessoais com investimentos privados para a montadora. A defesa, no entanto, alega que foi feito um acordo com a companhia para que ela assumisse temporariamente os seus contratos de câmbio depois da crise financeira de 2008. Ele teria tomando essa decisão para não usar a sua aposentadoria como garantia e ser forçado a renunciar ao seu cargo. “Meu comprometimento moral com a Nissan não me permitiria sair naquele momento crucial”, declarou ele. “Um capitão não abandona o barco no meio da tempestade.” Na quinta-feira 10, novos depoimentos de Ghosn foram suspensos por alegados motivos de saúde.
Disponível em Revista Isto é Dinheiro – 16/JAN/2019– ANO 20 – Nº 1103
Analise: “Executivos ligado a ele também estariam sendo forçado a deixar a empresa.” E assinale a alternativa que apresenta a maneira correta de reescrever essa oração, segundo a norma padrão da Língua Portuguesa.
 

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