Foram encontradas 60 questões.
Paciente de 22 anos, com histórico de queda
da mesma altura, dá entrada no setor de
radiodiagnóstico com solicitação médica
para realização de exame de Úmero,
incidência AP. Dessa forma, o profissional
das técnicas radiológicas deverá posicioná-lo
da seguinte maneira:
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Um adolescente de 17 anos, usuário de crack
há 2 anos, está internado há 3 dias com um
quadro de doença pulmonar intersticial.
Diante do paciente bastante dispneico, pálido
e emagrecido, o médico solicitou uma TC de
Tórax para avaliação de doença pulmonar
difusa. Como os primeiros exames foram
inconclusivos, para ajudar na análise de
dúvidas no segmento posterior, o
profissional das técnicas radiológicas deve
tomar imagens em decúbito
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A respeito do protocolo de rotina para TC de
seios da face, realizado em aparelho
multidetector, informe se é verdadeiro (V) ou
falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a
alternativa com a sequência correta.
( ) Os cortes devem iniciar 2 cm abaixo do
palato duro.
( ) Os cortes devem ultrapassar os limites
do seio frontal.
( ) Deve-se realizar um número aproximado
de 20 cortes.
( ) Deve-se realizar um Scout OAD - oblíquo
anterior direito.
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Em relação às disposições gerais, constantes
na Norma regulamentadora n.º 32 / ME,
assinale a alternativa INCORRETA.
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Paciente feminina de 15 anos de idade e
bailarina, durante um ensaio, sofreu uma
torção no pé. Após consulta com o médico,
dirige-se ao setor de radiodiagnóstico com
pedido para uma radiografia – incidência de
Pé-Oblíqua. Ao posicionar a paciente, o
técnico deverá orientar o Raio Central
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2074498
Ano: 2021
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: Pref. João Pessoa-PB
Provas:
Para realização da incidência Laringe e
Traqueia AP – Vias Aéreas Superiores, o
Técnico em Radiodiagnóstico sabe que o
Raio Central (RC) deve incidir na horizontal,
orientado 2 cm acima da incisura jugular.
Contudo, ao realizar o exame, o profissional,
orientou o RC bem abaixo da incisura jugular.
Percebendo o erro, para não refazer o exame,
liberou mesmo assim, sem comunicar
ninguém. Considerando os princípios éticos,
o profissional cometeu uma
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Para diminuir a radiação incidente no corpo
dos profissionais, existem várias proteções
pessoais. Esses equipamentos devem estar
de acordo com a estatura do profissional
para evitar problemas ergonômicos e para
proporcionar proteção adequada. Desses
equipamentos, qual NÃO se enquadra como
equipamentos de proteção individual?
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A sequência numérica
(100, 80, 40, 20, 10, -10, -5, ...)
segue um padrão lógico. O termo dessa
sequência imediatamente posterior ao
número -5 é igual a
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Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas
as suas vivências. No entanto, momentos ruins
fazem parte da vida e precisam ser vividos.
Vivências negativas não são totalmente
deletérias: pessoas que estão passando por
momentos de estresse tendem a ajudar mais os
outros e valorizam muito mais as relações
interpessoais. Essas relações sociais podem
contribuir para que a prevenção do adoecimento
mental aconteça, podendo fazer parte de um
mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é
um grupo social concreto no qual se estabelece
a reciprocidade e a complementaridade que
certamente podem ser um mecanismo de
proteção em termos de saúde mental, em
tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia,
essa relação, que é tão importante, para o ser
humano pode ser fragilizada pela mudança
abrupta da rotina e por reações emocionais
inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade
dos relacionamentos precisa ser valorizada.
Problemas individuais devem ser levados em
consideração, uma vez que respostas afetivas
como a ansiedade e o medo podem nos tornar
mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro
o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos
hostis e agressivos. Claramente, essa emoção
precisa ser “colocada para fora”, mas, não de
forma violenta: dividir o sofrimento e as
preocupações por meio do diálogo é
consideravelmente mais efetivo e saudável do
que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também
precisa ser levado em consideração, por isso a
leitura do ambiente é fundamental. Sinais de
estresse podem ser expressos pela pessoa com
quem dividimos o convívio como alterações de
sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento
pode desgastar ainda mais as relações
interpessoais, justamente quando mais
precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo
aberto e uma visão menos estigmatizada do
sofrimento mental, pode ser um grande passo
para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se
que a relação familiar é um elemento importante
em tempos de pandemia, todavia, estratégias de
cuidado e leitura emocional do outro e de si
mesmo podem determinar a qualidade e a força
dessa relação como um aspecto estrutural da
saúde mental. Afinal, saúde mental pode
começar pelo olhar acolhedor daqueles que
tanto amamos.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez.
2020.
1. Vírgulas usadas para isolar conjunção adversativa.
2. Vírgula usada para isolar adjunto adverbial deslocado.
3. Vírgula inadequada, separando sujeito e predicado.
4. Vírgulas usadas para separar termos coordenados.
5. Vírgulas usadas para isolar oração adjetiva explicativa.
( ) “[...] essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento.”.
( ) “Claramente, essa emoção precisa ser ‘colocada para fora’ [...]”.
( ) “Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.”.
( ) “Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.”.
( ) “[...] relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental.”.
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Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas
as suas vivências. No entanto, momentos ruins
fazem parte da vida e precisam ser vividos.
Vivências negativas não são totalmente
deletérias: pessoas que estão passando por
momentos de estresse tendem a ajudar mais os
outros e valorizam muito mais as relações
interpessoais. Essas relações sociais podem
contribuir para que a prevenção do adoecimento
mental aconteça, podendo fazer parte de um
mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é
um grupo social concreto no qual se estabelece
a reciprocidade e a complementaridade que
certamente podem ser um mecanismo de
proteção em termos de saúde mental, em
tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia,
essa relação, que é tão importante, para o ser
humano pode ser fragilizada pela mudança
abrupta da rotina e por reações emocionais
inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade
dos relacionamentos precisa ser valorizada.
Problemas individuais devem ser levados em
consideração, uma vez que respostas afetivas
como a ansiedade e o medo podem nos tornar
mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro
o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos
hostis e agressivos. Claramente, essa emoção
precisa ser “colocada para fora”, mas, não de
forma violenta: dividir o sofrimento e as
preocupações por meio do diálogo é
consideravelmente mais efetivo e saudável do
que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também
precisa ser levado em consideração, por isso a
leitura do ambiente é fundamental. Sinais de
estresse podem ser expressos pela pessoa com
quem dividimos o convívio como alterações de
sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento
pode desgastar ainda mais as relações
interpessoais, justamente quando mais
precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo
aberto e uma visão menos estigmatizada do
sofrimento mental, pode ser um grande passo
para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se
que a relação familiar é um elemento importante
em tempos de pandemia, todavia, estratégias de
cuidado e leitura emocional do outro e de si
mesmo podem determinar a qualidade e a força
dessa relação como um aspecto estrutural da
saúde mental. Afinal, saúde mental pode
começar pelo olhar acolhedor daqueles que
tanto amamos.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez.
2020.
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