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Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência
Alessandra Aragão | 11/04/2024
Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se
torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No
entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno
árido, desconfortável e até mesmo assustador.
Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o
silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode
revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria
solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções
mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com
quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.
É importante reconhecer que o silêncio nem
sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça
contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos
internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e
angústias podem ecoar em nossa mente quando nos
encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode
ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar
distrações para evitar enfrentar nossos próprios
pensamentos e sentimentos.
Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV,
mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do
silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas
redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho
com seus pensamentos?
Essas são estratégias comuns para evitar o
silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar
quem realmente somos, que emoções estamos sentindo,
de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal
que pode surgir desse processo.
Convido você [a] abraçar o silêncio como uma
ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se
mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas
possibilidades que ele oferece:
• Conscientize-se do seu relacionamento com o
silêncio: Reserve um momento para refletir sobre
como você se sente em relação ao silêncio. Você o
evita ou o busca? O que isso revela sobre suas
necessidades emocionais e mentais?
• Pratique a observação sem julgamento: quando
se encontrar no silêncio, permita-se
simplesmente observar seus pensamentos e
emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los.
Apenas observe e esteja presente com o que
surgir.
• Crie momentos de silêncio intencional: reserve
tempo em sua rotina diária para estar em silêncio,
seja através da meditação, caminhadas na
natureza ou simplesmente sentando-se em
quietude. Permita-se ficar confortável com o
silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.
• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si
mesmo: o que os pensamentos e emoções que
surgem no silêncio estão tentando me dizer?
Existe algum padrão ou tema recorrente que
merece minha atenção?
• Pratique a autocompaixão: se o silêncio
desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil
consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do
processo de crescimento pessoal.
Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que
ele pode conter, você pode descobrir uma fonte
inestimável de clareza e de autoconhecimento.
Lembre-se de que a transformação pessoal muitas
vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a
coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir
como pessoa.
Então o que está esperando? Silencie-se hoje
mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer.
ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.
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Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência
Alessandra Aragão | 11/04/2024
Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se
torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No
entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno
árido, desconfortável e até mesmo assustador.
Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o
silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode
revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria
solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções
mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com
quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.
É importante reconhecer que o silêncio nem
sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça
contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos
internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e
angústias podem ecoar em nossa mente quando nos
encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode
ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar
distrações para evitar enfrentar nossos próprios
pensamentos e sentimentos.
Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV,
mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do
silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas
redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho
com seus pensamentos?
Essas são estratégias comuns para evitar o
silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar
quem realmente somos, que emoções estamos sentindo,
de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal
que pode surgir desse processo.
Convido você [a] abraçar o silêncio como uma
ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se
mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas
possibilidades que ele oferece:
• Conscientize-se do seu relacionamento com o
silêncio: Reserve um momento para refletir sobre
como você se sente em relação ao silêncio. Você o
evita ou o busca? O que isso revela sobre suas
necessidades emocionais e mentais?
• Pratique a observação sem julgamento: quando
se encontrar no silêncio, permita-se
simplesmente observar seus pensamentos e
emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los.
Apenas observe e esteja presente com o que
surgir.
• Crie momentos de silêncio intencional: reserve
tempo em sua rotina diária para estar em silêncio,
seja através da meditação, caminhadas na
natureza ou simplesmente sentando-se em
quietude. Permita-se ficar confortável com o
silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.
• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si
mesmo: o que os pensamentos e emoções que
surgem no silêncio estão tentando me dizer?
Existe algum padrão ou tema recorrente que
merece minha atenção?
• Pratique a autocompaixão: se o silêncio
desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil
consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do
processo de crescimento pessoal.
Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que
ele pode conter, você pode descobrir uma fonte
inestimável de clareza e de autoconhecimento.
Lembre-se de que a transformação pessoal muitas
vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a
coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir
como pessoa.
Então o que está esperando? Silencie-se hoje
mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer.
ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.
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A via subcutânea ou hipodérmica é indicada quando as
drogas não precisam ser absorvidas rapidamente e quando
se deseja uma eficiência uma absorção contínua e segura.
Assinale o volume máximo a ser aplicado quando utilizado
a via hipodérmica no adulto:
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A via intramuscular tem ação rápida, quando realizada
deve ser introduzida no músculo, com bisel lateralizado e
ângulo de 90 graus. Na região deltóide a injeção deverá ser
aplicada na distância de 3 a 5 cm do acrômio. Marque a
alternativa que NÃO pode se considerar como
contraindicação:
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Os sinais vitais são um modo eficiente e rápido de
monitorar a condição do cliente ou de identificar
problemas e avaliar a resposta do cliente a uma
intervenção. Dentre as variações aceitáveis para Adultos,
assinale a alternativa INCORRETA:
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A cirurgia que visa compensar os distúrbios para melhorar
as condições do paciente ou aliviar sua dor, contribuindo
para a melhoria da sua qualidade de vida é classificada
como:
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De acordo com o Programa Nacional de Segurança do
Paciente, ________________ é o comprometimento da
estrutura ou da função do corpo e/ou qualquer efeito dele
oriundo, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte,
incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico,
social ou psicológico.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do enunciado:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do enunciado:
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Devem ser aplicadas no atendimento a todos os pacientes,
independentemente da presença ou ausência de doenças
transmissíveis comprovada, que tipo de precaução:
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“Doença parasitária do homem, causada por um helminto.
Habitualmente, não causa sintomatologia, mas pode
manifestar-se por dor abdominal, diarreia, náuseas e
anorexia. Quando há grande número de parasitas, pode
ocorrer quadro de obstrução intestinal. Em virtude do ciclo
pulmonar da larva, alguns pacientes apresentam
manifestações pulmonares, com broncoespasmo,
hemoptise e pneumonite, caracterizando a síndrome de
Löefler, que cursa com eosinofilia importante.”
Qual o agente etiológico que melhor se enquadra na descrição da patologia acima?
Qual o agente etiológico que melhor se enquadra na descrição da patologia acima?
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Com relação à assistência de enfermagem no pré, trans e
pós-operatório, analise os itens a seguir:
I. Para transmitir uma sensação de calma e confiança, a equipe de enfermagem deve manter uma relação de empatia com o paciente, o que muitas vezes ajuda a compreender seus medos e inseguranças, possibilitando uma relação interpessoal de respeito e não de autoridade.
II. Em vista da maior incidência de infecções hospitalares nos pacientes cirúrgicos, o pessoal de enfermagem pode contribuir para sua prevenção utilizando uniformes limpos e unhas curtas e limpas, lavando as mãos antes e após cada procedimento, respeitando as técnicas assépticas na execução dos cuidados, oferecendo ambiente limpo e observando os sinais iniciais de infecção.
III. A ocorrência ou não de infecção no pós-operatório depende unicamente da quantidade e virulência dos microrganismos patogênicos no hospital.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
I. Para transmitir uma sensação de calma e confiança, a equipe de enfermagem deve manter uma relação de empatia com o paciente, o que muitas vezes ajuda a compreender seus medos e inseguranças, possibilitando uma relação interpessoal de respeito e não de autoridade.
II. Em vista da maior incidência de infecções hospitalares nos pacientes cirúrgicos, o pessoal de enfermagem pode contribuir para sua prevenção utilizando uniformes limpos e unhas curtas e limpas, lavando as mãos antes e após cada procedimento, respeitando as técnicas assépticas na execução dos cuidados, oferecendo ambiente limpo e observando os sinais iniciais de infecção.
III. A ocorrência ou não de infecção no pós-operatório depende unicamente da quantidade e virulência dos microrganismos patogênicos no hospital.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
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