Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
David Neves passava de carro às onze horas de certa noite de sábado por uma rua de Botafogo, quando um guarda o fez parar:
— Seus documentos, por favor.
Os documentos estavam em ordem, mas o carro não estava: tinha um dos faróis queimado.
— Vou ter de multar– advertiu o guarda.
— Está bem– respondeu David, conformado.
— Está bem? O senhor acha que está bem?
O guarda resolveu fazer uma vistoria mais caprichada, e deu logo com várias outras irregularidades:
— Eu sabia! Limpador de para-brisa quebrado, folga na direção, freio desregulado. Deve haver mais coisa, mas para mim já chega. Ou o senhor acha pouco?
— Não, para mim também já chega.
— Vou Ter de recolher o carro, não pode trafegar nessas condições.
— Está bem– concordou David.
— Não sei se o senhor me entendeu: eu disse que vou ter de recolher o carro.
— Entendi sim: o senhor disse que vai ter de recolher o carro. E eu disse que está bem.
— O senhor fica aí só dizendo está bem.
— Que é que o senhor queria que eu dissesse? Respeito sua autoridade.
— Pois então vamos.
— Está bem.
Ficaram parados, olhando um para o outro. O guarda, perplexo: será que ele não está entendendo? Qual é a sua, amizade? E David, impassível: pode desistir, velhinho, que de mim tu não vê a cor do burro de um tostão. E ali ficariam o resto da noite a se olhar, em silêncio, a autoridade e o cidadão flagrado em delito, se o guarda enfim não se decidisse:
— O senhor quer que eu mande vir o reboque ou prefere levar o carro para o depósito o senhor mesmo?
— O senhor é que manda.
— Se quiser, pode levar o carro o senhor mesmo. Sem se abalar, David pôs o motor em movimento:
— Onde é o depósito? O guarda contornou rapidamente o carro pela frente, indo sentar-se na boleia:
— Onde é o depósito…O senhor pensou que ia sozinho? Tinha graça!
Lá foram os dois por Botafogo afora, a caminho do depósito.
— O senhor não pode imaginar o aborrecimento que ainda vai ter por causa disso — o guarda dizia.
— Pois é — David concordava: — Eu imagino.
O guarda o olhava, cada vez mais intrigado:
— Já pensou na aporrinhação que vai ter? A pé, logo numa noite de sábado. Vai ver que tinha aí o seu programinha para esta noite…E amanhã é domingo, só vai poder pensar em liberar o carro a partir de segunda-feira. Isto é, depois de pagar as multas todas...
— É isso aí– e David o olhou, penalizado: — Estou pensando também no senhor, se aborrecendo por minha causa, perdendo tempo comigo numa noite de sábado, vai ver que até estava de folga hoje...
— Pois então? — reanimado, o guarda farejou um entendimento: — Se o senhor quisesse, a gente podia dar um jeito… O senhor sabe, com boa vontade, tudo se arranja.
— É isso aí, tudo se arranja. Onde fica mesmo o depósito?
O guarda não disse mais nada, a olhá-lo, fascinado. De repente ordenou, já à altura do Mourisco:
— Pare o carro! Eu salto aqui.
David parou o carro e o guarda saltou, batendo a porta, que por pouco não se despregou das dobradiças. Antes de se afastar, porém, debruçou-se na janela e gritou:
— O senhor é um psicopata!
Em: “— Onde é o depósito…” Quanto à acentuação, a palavra destacada classifica-se como uma:
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaSubstantivosClassificação dos SubstantivosPrimitivo e Derivado
- MorfologiaSubstantivosClassificação dos SubstantivosConcreto e Abstrato
Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
David Neves passava de carro às onze horas de certa noite de sábado por uma rua de Botafogo, quando um guarda o fez parar:
— Seus documentos, por favor.
Os documentos estavam em ordem, mas o carro não estava: tinha um dos faróis queimado.
— Vou ter de multar– advertiu o guarda.
— Está bem– respondeu David, conformado.
— Está bem? O senhor acha que está bem?
O guarda resolveu fazer uma vistoria mais caprichada, e deu logo com várias outras irregularidades:
— Eu sabia! Limpador de para-brisa quebrado, folga na direção, freio desregulado. Deve haver mais coisa, mas para mim já chega. Ou o senhor acha pouco?
— Não, para mim também já chega.
— Vou Ter de recolher o carro, não pode trafegar nessas condições.
— Está bem– concordou David.
— Não sei se o senhor me entendeu: eu disse que vou ter de recolher o carro.
— Entendi sim: o senhor disse que vai ter de recolher o carro. E eu disse que está bem.
— O senhor fica aí só dizendo está bem.
— Que é que o senhor queria que eu dissesse? Respeito sua autoridade.
— Pois então vamos.
— Está bem.
Ficaram parados, olhando um para o outro. O guarda, perplexo: será que ele não está entendendo? Qual é a sua, amizade? E David, impassível: pode desistir, velhinho, que de mim tu não vê a cor do burro de um tostão. E ali ficariam o resto da noite a se olhar, em silêncio, a autoridade e o cidadão flagrado em delito, se o guarda enfim não se decidisse:
— O senhor quer que eu mande vir o reboque ou prefere levar o carro para o depósito o senhor mesmo?
— O senhor é que manda.
— Se quiser, pode levar o carro o senhor mesmo. Sem se abalar, David pôs o motor em movimento:
— Onde é o depósito? O guarda contornou rapidamente o carro pela frente, indo sentar-se na boleia:
— Onde é o depósito…O senhor pensou que ia sozinho? Tinha graça!
Lá foram os dois por Botafogo afora, a caminho do depósito.
— O senhor não pode imaginar o aborrecimento que ainda vai ter por causa disso — o guarda dizia.
— Pois é — David concordava: — Eu imagino.
O guarda o olhava, cada vez mais intrigado:
— Já pensou na aporrinhação que vai ter? A pé, logo numa noite de sábado. Vai ver que tinha aí o seu programinha para esta noite…E amanhã é domingo, só vai poder pensar em liberar o carro a partir de segunda-feira. Isto é, depois de pagar as multas todas...
— É isso aí– e David o olhou, penalizado: — Estou pensando também no senhor, se aborrecendo por minha causa, perdendo tempo comigo numa noite de sábado, vai ver que até estava de folga hoje...
— Pois então? — reanimado, o guarda farejou um entendimento: — Se o senhor quisesse, a gente podia dar um jeito… O senhor sabe, com boa vontade, tudo se arranja.
— É isso aí, tudo se arranja. Onde fica mesmo o depósito?
O guarda não disse mais nada, a olhá-lo, fascinado. De repente ordenou, já à altura do Mourisco:
— Pare o carro! Eu salto aqui.
David parou o carro e o guarda saltou, batendo a porta, que por pouco não se despregou das dobradiças. Antes de se afastar, porém, debruçou-se na janela e gritou:
— O senhor é um psicopata!
Em: “Respeito sua autoridade”. A palavra destacada é classificada, morfologicamente, como um:
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Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
David Neves passava de carro às onze horas de certa noite de sábado por uma rua de Botafogo, quando um guarda o fez parar:
— Seus documentos, por favor.
Os documentos estavam em ordem, mas o carro não estava: tinha um dos faróis queimado.
— Vou ter de multar– advertiu o guarda.
— Está bem– respondeu David, conformado.
— Está bem? O senhor acha que está bem?
O guarda resolveu fazer uma vistoria mais caprichada, e deu logo com várias outras irregularidades:
— Eu sabia! Limpador de para-brisa quebrado, folga na direção, freio desregulado. Deve haver mais coisa, mas para mim já chega. Ou o senhor acha pouco?
— Não, para mim também já chega.
— Vou Ter de recolher o carro, não pode trafegar nessas condições.
— Está bem– concordou David.
— Não sei se o senhor me entendeu: eu disse que vou ter de recolher o carro.
— Entendi sim: o senhor disse que vai ter de recolher o carro. E eu disse que está bem.
— O senhor fica aí só dizendo está bem.
— Que é que o senhor queria que eu dissesse? Respeito sua autoridade.
— Pois então vamos.
— Está bem.
Ficaram parados, olhando um para o outro. O guarda, perplexo: será que ele não está entendendo? Qual é a sua, amizade? E David, impassível: pode desistir, velhinho, que de mim tu não vê a cor do burro de um tostão. E ali ficariam o resto da noite a se olhar, em silêncio, a autoridade e o cidadão flagrado em delito, se o guarda enfim não se decidisse:
— O senhor quer que eu mande vir o reboque ou prefere levar o carro para o depósito o senhor mesmo?
— O senhor é que manda.
— Se quiser, pode levar o carro o senhor mesmo. Sem se abalar, David pôs o motor em movimento:
— Onde é o depósito? O guarda contornou rapidamente o carro pela frente, indo sentar-se na boleia:
— Onde é o depósito…O senhor pensou que ia sozinho? Tinha graça!
Lá foram os dois por Botafogo afora, a caminho do depósito.
— O senhor não pode imaginar o aborrecimento que ainda vai ter por causa disso — o guarda dizia.
— Pois é — David concordava: — Eu imagino.
O guarda o olhava, cada vez mais intrigado:
— Já pensou na aporrinhação que vai ter? A pé, logo numa noite de sábado. Vai ver que tinha aí o seu programinha para esta noite…E amanhã é domingo, só vai poder pensar em liberar o carro a partir de segunda-feira. Isto é, depois de pagar as multas todas...
— É isso aí– e David o olhou, penalizado: — Estou pensando também no senhor, se aborrecendo por minha causa, perdendo tempo comigo numa noite de sábado, vai ver que até estava de folga hoje...
— Pois então? — reanimado, o guarda farejou um entendimento: — Se o senhor quisesse, a gente podia dar um jeito… O senhor sabe, com boa vontade, tudo se arranja.
— É isso aí, tudo se arranja. Onde fica mesmo o depósito?
O guarda não disse mais nada, a olhá-lo, fascinado. De repente ordenou, já à altura do Mourisco:
— Pare o carro! Eu salto aqui.
David parou o carro e o guarda saltou, batendo a porta, que por pouco não se despregou das dobradiças. Antes de se afastar, porém, debruçou-se na janela e gritou:
— O senhor é um psicopata!
“— Se o senhor quisesse, a gente podia dar um jeito…O senhor sabe, com boa vontade, tudo se arranja.” Nessa fala do guarda, podemos perceber que há a intenção de:
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Leia o texto e responda as questões de 01 a 05.
David Neves passava de carro às onze horas de certa noite de sábado por uma rua de Botafogo, quando um guarda o fez parar:
— Seus documentos, por favor.
Os documentos estavam em ordem, mas o carro não estava: tinha um dos faróis queimado.
— Vou ter de multar– advertiu o guarda.
— Está bem– respondeu David, conformado.
— Está bem? O senhor acha que está bem?
O guarda resolveu fazer uma vistoria mais caprichada, e deu logo com várias outras irregularidades:
— Eu sabia! Limpador de para-brisa quebrado, folga na direção, freio desregulado. Deve haver mais coisa, mas para mim já chega. Ou o senhor acha pouco?
— Não, para mim também já chega.
— Vou Ter de recolher o carro, não pode trafegar nessas condições.
— Está bem– concordou David.
— Não sei se o senhor me entendeu: eu disse que vou ter de recolher o carro.
— Entendi sim: o senhor disse que vai ter de recolher o carro. E eu disse que está bem.
— O senhor fica aí só dizendo está bem.
— Que é que o senhor queria que eu dissesse? Respeito sua autoridade.
— Pois então vamos.
— Está bem.
Ficaram parados, olhando um para o outro. O guarda, perplexo: será que ele não está entendendo? Qual é a sua, amizade? E David, impassível: pode desistir, velhinho, que de mim tu não vê a cor do burro de um tostão. E ali ficariam o resto da noite a se olhar, em silêncio, a autoridade e o cidadão flagrado em delito, se o guarda enfim não se decidisse:
— O senhor quer que eu mande vir o reboque ou prefere levar o carro para o depósito o senhor mesmo?
— O senhor é que manda.
— Se quiser, pode levar o carro o senhor mesmo. Sem se abalar, David pôs o motor em movimento:
— Onde é o depósito? O guarda contornou rapidamente o carro pela frente, indo sentar-se na boleia:
— Onde é o depósito…O senhor pensou que ia sozinho? Tinha graça!
Lá foram os dois por Botafogo afora, a caminho do depósito.
— O senhor não pode imaginar o aborrecimento que ainda vai ter por causa disso — o guarda dizia.
— Pois é — David concordava: — Eu imagino.
O guarda o olhava, cada vez mais intrigado:
— Já pensou na aporrinhação que vai ter? A pé, logo numa noite de sábado. Vai ver que tinha aí o seu programinha para esta noite…E amanhã é domingo, só vai poder pensar em liberar o carro a partir de segunda-feira. Isto é, depois de pagar as multas todas...
— É isso aí– e David o olhou, penalizado: — Estou pensando também no senhor, se aborrecendo por minha causa, perdendo tempo comigo numa noite de sábado, vai ver que até estava de folga hoje...
— Pois então? — reanimado, o guarda farejou um entendimento: — Se o senhor quisesse, a gente podia dar um jeito… O senhor sabe, com boa vontade, tudo se arranja.
— É isso aí, tudo se arranja. Onde fica mesmo o depósito?
O guarda não disse mais nada, a olhá-lo, fascinado. De repente ordenou, já à altura do Mourisco:
— Pare o carro! Eu salto aqui.
David parou o carro e o guarda saltou, batendo a porta, que por pouco não se despregou das dobradiças. Antes de se afastar, porém, debruçou-se na janela e gritou:
— O senhor é um psicopata!
Pode-se afirmar que o guarda tinha:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
No ano de 2021, comemora-se 30 anos do fim do conflito político e ideológico entre as potências Estados Unidos (capitalista) União Soviética (socialista). A tensão entre os blocos hegemônicos chegou ao fim justamente com a extinção da URSS, em 31 de dezembro de 1991.
O conflito referido é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
Em 2021, completa-se 115 anos do primeiro voo do avião ________, criado pelo inventor brasileiro Alberto Santos Dumont. Inicialmente, o avião se tratava de um modelo de aeroplano unido a um balão. Após vários ajustes e testes, Santos Dumont conseguiu fazer o aeroplano levantar voo sem ajuda do balão. Preenche corretamente a lacuna:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
Senadores lamentaram o incêndio que atingiu ______________ na quinta-feira (29/07/2021), em São Paulo. Parlamentares lembraram que o governo federal foi alertado em diversas ocasiões sobre o risco que corria o acervo da instituição e afirmaram que a tragédia é um exemplo do descaso com a cultura. Filmes, material impresso e documentos foram consumidos pelo fogo. Segundo o Corpo dos Bombeiros, as chamas começaram após a manutenção de um ar-condicionado em uma sala da instituição. Não houve vítimas. Preenche corretamente a lacuna:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
___________, um país em crise perpétua, o presidente Jovenel Moise foi assassinado em 7 de julho em sua casa por um comando armado supostamente formado por mercenários colombianos. O assassinato agravou ainda mais a instabilidade do país e as eleições, originalmente programadas para novembro, foram adiadas para uma data indefinida. Preenche corretamente a lacuna:
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Orgão: Pref. Jumirim-SP
Em 6 de janeiro de 2021, centenas de apoiadores do então presidente em exercício Donald Trump invadiram o Congresso dos Estados Unidos, tentando impedir que os congressistas certificassem a vitória do democrata Joe Biden na eleição presidencial de novembro. As cenas de caos provocaram consternação em todo o mundo. Como resultado do acontecimento:
I. Cinco pessoas morreram durante o ataque.
II. Donald Trump foi banido do Twitter, Facebook e YouTube.
III. Joe Biden prestou juramento em uma cerimônia de posse que não contou com a presença de seu antecessor, que se recusou a aceitar a derrota.
IV. Acusado pela Câmara dos Representantes de “incitar à insurreição" no ataque ao Capitólio, Donald Trump foi condenado pelo Senado em fevereiro, após um segundo julgamento de impeachment.
Estão corretos apenas os enunciados em:
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Uma massa de panqueca simples leva, como ingredientes:
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Caderno Container