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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 11 A 15
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações
e espera.
O tempo pobre,
o poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas
sem ênfase.
(...)
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
(...)
(ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2012. )
Como o eu lírico expressa a sua relação com a realidade social e política no trecho: "Preso à minha classe e a algumas roupas, vou de branco pela rua cinzenta. Melancolias, mercadorias espreitam-me."?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE
O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, tem suas origens ligadas a diversos eventos históricos e lutas por direitos. Entre as origens mais citadas para essa data, destaca-se:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 11 A 15
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações
e espera.
O tempo pobre,
o poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas
sem ênfase.
(...)
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
(...)
(ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2012. )
Retome a última estrofe destacada do poema e responda à pergunta 15:
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
Qual é o significado simbólico da flor que nasceu na rua, considerando o contexto urbano e as ações descritas?
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 11 A 15
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações
e espera.
O tempo pobre,
o poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas
sem ênfase.
(...)
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
(...)
(ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2012. )
Analise sintaticamente a frase "Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto." que fazem parte do excerto do poema, assinale a alternativa correta.
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 11 A 15
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações
e espera.
O tempo pobre,
o poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas
sem ênfase.
(...)
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
(...)
(ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2012. )
No trecho "As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.", identifique a função da palavra "que".
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 11 A 15
A Flor e a Náusea
Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações
e espera.
O tempo pobre,
o poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas
sem ênfase.
(...)
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
(...)
(ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2012. )
De que maneira o eu lírico questiona a eficácia de suas ações e reflexões no trecho: "Devo seguir até o enjoo? Posso, sem armas, revoltar-me?"
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Assinale a alternativa que corresponda com o tipo de uso do veículo quando os caracteres da placa são dourados:
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Em anuência ao Código de Trânsito Brasileiro, nas vias urbanas do tipo “vias arteriais”, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:
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Leia o excerto a seguir:
“(...) é o que cabe à Administração Pública para apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos e demais pessoas sujeitas à disciplina administrativa; é o caso dos estudantes de uma escola pública.” (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo: Forense, 2018. p. 119.).
Assinale a alternativa que corresponda com o poder da Administração Pública conceituado acima:
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De acordo com o Código Penal Brasileiro “subtrair o condômino, co-herdeiro ou sócio, para si ou para outrem, a quem legitimamente a detém, a coisa comum” é crime de:
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