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Foram encontradas 40 questões.

3631016 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

Diante do exposto responda à questão 31 e 32:

As teorias pedagógicas são perspectivas teóricas que buscam compreender e orientar os processos educativos. Elas se baseiam em diferentes concepções de educação e escola, que variam de acordo com os contextos histórico, cultural e social. Uma das teorias pedagógicas mais conhecidas é o behaviorismo, que se concentra no estudo objetivo do comportamento humano e na ideia de que o aprendizado ocorre através de estímulos e respostas. Já o construtivismo enfatiza o papel ativo do aluno na construção do conhecimento, por meio de interações com o ambiente e com seus pares. Outra abordagem é a pedagogia progressista, que valoriza a participação ativa do estudante no processo de aprendizagem e enfatiza a importância da educação como instrumento de transformação social. Por outro lado, o estruturalismo busca analisar as estruturas subjacentes aos fenômenos educacionais, bem como os sistemas e as relações de poder presentes na escola. Por fim, a pedagogia tradicional defende um modelo de educação mais tradicional, com ênfase na transmissão de conteúdos pré-determinados e uma relação hierárquica entre professor e aluno. Cada uma dessas teorias e concepções possui suas particularidades e impactos nos processos educacionais, moldando as práticas de ensino e aprendizagem.

A abordagem pedagógica que enfatiza o papel central do professor na transmissão de conhecimentos é conhecida como:

 

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3631015 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

Diante do exposto responda à questão 04 e 05:

O Plano de Desenvolvimento Institucional é um documento essencial para o crescimento e fortalecimento de uma instituição. Nele, são estabelecidas metas, estratégias e ações que visam alcançar um determinado objetivo. É por meio desse plano que a instituição se organiza e define suas prioridades, levando em consideração sua missão, visão e valores. Além disso, o Plano de Desenvolvimento Institucional auxilia na captação de recursos, na melhoria da gestão e na promoção da qualidade dos serviços oferecidos. É um instrumento fundamental para o progresso e sucesso da instituição, garantindo a excelência em suas atividades e contribuindo para o desenvolvimento social.

A finalidade do Plano de Desenvolvimento Institucional é:

 

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3631014 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

Qual é a contribuição da Psicologia da Educação para a prática pedagógica? Marque a alternativa correta:

 

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3631013 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

A Psicologia da Educação busca compreender os processos psicológicos envolvidos na aprendizagem e no desenvolvimento humano, visando aprimorar as práticas educacionais para favorecer o desenvolvimento integral dos indivíduos.

Qual é o principal objetivo da Psicologia da Educação? Marque a alternativa correta:

 

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3631012 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBPTEC
Orgão: Pref. Lagarto-SE

A história da educação nos mostra como as práticas educacionais evoluíram ao longo do tempo, desde os primeiros métodos de ensino em sociedades antigas até os sistemas educacionais modernos. A filosofia da educação, por sua vez, busca compreender os fundamentos e princípios da educação, questionando sua finalidade e os valores que a orientam. Já a sociologia da educação estuda as relações entre educação e sociedade, analisando como as instituições educacionais reproduzem desigualdades sociais e como podem ser transformadas para promover a igualdade e o desenvolvimento humano. Qual teoria filosófica defende a ideia de que a educação é determinada pela sociedade em que está inserida? A alternativa que complementa corretamente a questão é:

 

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TEXTO PARA AS QUESTÕES 12 A 15

Eu, Etiqueta

Em minha calça está grudado um nome

que não é meu de batismo ou de cartório,

um nome... estranho.

Meu blusão traz lembrete de bebida

que jamais pus na boca, nesta vida.

Em minha camiseta, a marca de cigarro

que não fumo, até hoje não fumei.

Minhas meias falam de produto

que nunca experimentei

mas são comunicados a meus pés.

Meu tênis é proclama colorido

de alguma coisa não provada

por este provador de longa idade.

Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

minha gravata e cinto e escova e pente,

meu copo, minha xícara,

minha toalha de banho e sabonete,

meu isso, meu aquilo,

desde a cabeça ao bico dos sapatos,

são mensagens,

letras falantes,

gritos visuais,

ordens de uso, abuso, reincidência,

costume, hábito, premência,

indispensabilidade,

e fazem de mim homem-anúncio itinerante,

escravo da matéria anunciada.

Estou, estou na moda.

É doce estar na moda, ainda que a moda

seja negar minha identidade,

trocá-la por mil, açambarcando

todas as marcas registradas,

todos os logotipos do mercado.

Com que inocência demito-me de ser

eu que antes era e me sabia

tão diverso de outros, tão mim-mesmo,

ser pensante, sentinte e solidário

com outros seres diversos e conscientes

de sua humana, invencível condição.

Agora sou anúncio,

ora vulgar ora bizarro,

em língua nacional ou em qualquer língua

(qualquer, principalmente).

E nisto me comprazo, tiro glória

de minha anulação.

Não sou - vê lá - anúncio contratado.

Eu é que mimosamente pago

para anunciar, para vender

em bares festas praias pérgulas piscinas,

e bem à vista exibo esta etiqueta

global no corpo que desiste

de ser veste e sandália de uma essência

tão viva, independente,

que moda ou suborno algum a compromete.

Onde terei jogado fora

meu gosto e capacidade de escolher,

minhas idiossincrasias tão pessoais

tão minhas que no rosto se espelhavam,

e cada gesto, cada olhar,

cada vinco da roupa

resumia uma estética?

Hoje sou costurado, sou tecido,

sou gravado de forma universal,

saio da estamparia, não de casa,

da vitrina me tiram, recolocam,

objeto pulsante mas objeto

que se oferece como signo de outros

objetos estáticos, tarifados.

Por me ostentar assim, tão orgulhoso

de ser não eu, mas artigo industrial,

peço que meu nome retifiquem.

Já não me convém o título de homem.

Meu nome novo é coisa.

Eu sou a coisa, coisamente.

(ANDRADE, C. D. Obra poética, Volumes 4-6. Lisboa: Publicações Europa-América, 1989.)

No poema "Eu, Etiqueta", o eu lírico apresenta uma visão crítica sobre o consumismo moderno. Qual trecho melhor exemplifica essa crítica à substituição da identidade individual por uma identidade de consumo?

 

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TEXTO PARA AS QUESTÕES 8 A 11

É mito pensar que todos os pobres são

empreendedores, diz ganhadora do Nobel de

Economia

Uma das mais respeitadas economistas do mundo quando o assunto é pobreza, a francesa Esther Duflo tem gastado muito do seu tempo falando sobre os ricos.

Seja em palestras em que fala de uma “dívida moral” dos bilionários que poluem mais do que ninguém o planeta ou em reuniões do G20, o grupo das maiores economias do mundo, onde tenta convencer governos sobre a criação de um fundo global para o combate às mudanças climáticas.

Nobel de Economia em 2019, ela quer deixar clara a "dupla crueldade" sobre as alterações no clima do planeta: quem mais polui sofre menos; quem menos polui sofre mais.

Duflo, que foi convidada para ir ao G20 pelo governo do Brasil, esteve no país em junho para explicar a uma plateia formada por estudantes universitários, economistas e autoridades no Sesc 14 Bis, em São Paulo, uma pergunta que a essa altura do texto você já deve estar se perguntando: e de onde viria esse dinheiro?

A economista tem feito campanha por dois caminhos: aumentar o imposto global sobre as maiores empresas multinacionais do mundo (dos atuais 15% para 21%) e uma nova taxa sobre a fortuna das 3 mil pessoas mais ricas.

“Acho que é justo pensar que não é porque um bilionário vive na França que o dinheiro é necessariamente da França para gastar por conta própria. Os produtos deles são vendidos em todo o mundo, são produzidos em todo o mundo. Podemos pensar neste dinheiro como sendo o dinheiro do mundo”, diz em entrevista à BBC News Brasil.

Um dinheiro que, para Duflo, deveria ajudar a reconstruir lugares como o Rio Grande do Sul, devastado pelas enchentes em maio deste ano.

Mas se o assunto climático vem se impondo com a urgência do momento, ainda é seu trabalho sobre a economia dos mais pobres que segue por trás de todo o seu pensamento.

Duflo venceu o Nobel - junto aos economistas Abhijit Banerjeee (seu marido) e Michael Kremer - "por sua abordagem experimental para aliviar a pobreza global, projetando estratégias com o uso uma metodologia semelhante à aplicada em testes clínicos".

Isso é: ir a pequenas comunidades, selecionar aleatoriamente um grupo para aplicar um projeto de política pública e avaliar depois como foram os resultados.

Se positivos, implementar de uma forma mais ampla. Se negativo, tentar de novo. Essa metodologia, aplicada em países como Índia e Quênia, fez com que Duflo derrubasse alguns “mitos” sobre os mais pobres. “A primeira coisa que notei quando desembarquei na Índia é que as pessoas mais pobres vivem vidas muito mais normais do que eu esperava”, relembra a economista sobre o início da carreira há mais de 30 anos.

Em seus experimentos, Duflo mostrou que dar um empréstimo para pessoas muito pobres iniciar um novo negócio não leva a uma melhoria drástica em seu bem-estar.

“É claro que não estamos dizendo que não existem empreendedores genuínos entre os pobres — conhecemos muitas pessoas assim. Mas também há muitos deles que dirigem um negócio condenado a permanecer pequeno e não lucrativo”, escreve em seu livro A Economia dos Pobres (Editora Zahar, 2021).

“Talvez os muitos negócios dos pobres sejam menos um testemunho de seu espírito empreendedor do que um sintoma do fracasso dramático das economias em que vivem em oferecer-lhes algo melhor”

Hoje aos 52 anos, Duflo ainda divide seu tempo como codiretora do Abdul Latif Jameel Poverty Action Lab (J-pal), um centro de pesquisa global que trabalha para reduzir a pobreza, professora no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (o MIT) e presidente da Escola de Economia de Paris.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0845rkz 82o#:~:text=%C3%89%20mito%20pensar%20que%20t odos,ganhadora%20do%20Nobel%20de%20Economia& text=Uma%20das%20mais%20respeitadas%20econom istas,tempo%20falando%20sobre%20os%20ricos.)

"Podemos pensar neste dinheiro como sendo o dinheiro do mundo", diz em entrevista à BBC News Brasil.

Assinale a alternativa que indica a colocação pronominal correta no trecho acima:

 

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O Brasil resgatou, em 2023, 3.151 trabalhadores em condições análogas à escravidão. O número é o maior desde 2009, quando 3.765 pessoas foram resgatadas. Por trás das estatísticas, restam histórias de abuso nos campos e nas cidades que mostram como o trabalho análogo à escravidão ainda é recorrente no Brasil. Em fábricas improvisadas, em casas de alto padrão, nas plantações, crimes continuam a ser cometidos. Com esses dados, subiu para 63,4 mil o número de trabalhadores flagrados em situação análoga à escravidão desde que foram criados os grupos de fiscalização móvel, em 1995.

Ana Graziela Aguiar, repórter TV Brasil (https://agenciabrasil.ebc.com.br. Texto adaptado)

Sobre o trabalho análogo à escravidão, analise as afirmações abaixo:

I - Ainda hoje o trabalho no campo ainda lidera o número de resgates. Em 2023, a atividade com maior número de trabalhadores libertados foi o cultivo de café, seguida pelo plantio de cana-de-açúcar.

II - Atualmente um dos desafios para que o resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão continue crescendo é o número insuficiente de auditores fiscais.

III - O trabalho análogo à escravidão é quando uma pessoa é submetida a um regime de trabalho em que ela é privada de todo e qualquer direito, seja civil, social ou trabalhista. IV - Em 2023, entre os estados, Goiás teve o maior número de resgatados, seguido por Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.

V - A gravidade da ofensa causada à dignidade do ser humano submetido a esta situação causa ainda injusta lesão e repulsa à toda sociedade, de forma que o responsável pela violação poderá ser também condenado ao pagamento de indenização por dano moral ocasionado à coletividade.

Dentre as opções apresentadas acima identifique a única INCORRETA em relação ao tema:

 

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No século XXI, o aprofundamento da crise da democracia representativa liberal e dos partidos políticos de esquerda tradicionais, a popularização da Internet, o surgimento e o crescimento das redes sociais, a precarização do trabalho e das condições de vida da classe trabalhadora, a falta de expectativas de superação das crises políticas, econômicas e sociais do capitalismo, a sofisticação dos órgãos de repressão policial e política e das ferramentas de monitoramento e controle oferecidos pela Internet e pelas ferramentas digitais, especialmente a partir de 2008, criaram um ambiente de deterioração do espaço público, da política e da democracia. Nessas condições, as teorias conspiratórias tornaram-se um elemento ideológico ainda mais importante, cada vez mais sustentado pelas fake news e pelo discurso de ódio espalhado pelos diferentes grupos políticos das direitas. Nos últimos anos, as direitas no Brasil tomaram de assalto o debate político nacional e importantes cargos no Executivo e Legislativo; em grande parte com o uso sistemático de ferramentas de disseminação massiva de notícias falsas, discurso de ódio (hate speech), ideias autoritárias e teorias da conspiração, e assim trabalham diuturnamente para criar as condições para a instauração de seu projeto autoritário.

Ricardo Figueiredo de Castro. Teorias da Conspiração: conceito, história e as suas associações com as fake News. (www.cafehistoria.com.br/fake-news-teoriasda-conspiracao-dicursos-de-odio. Texto adaptado).

Ao considerar as estratégias de combate às fake news, teorias da conspiração e discursos de ódio, analise as afirmações abaixo:

I - A regulamentação dos ambientes virtuais é uma medida necessária para controlar a disseminação de informações falsas e discursos de ódio.

II - A educação midiática é fundamental para capacitar os usuários a identificar e questionar informações falsas e teorias da conspiração.

III - O pensamento crítico deve ser incentivado para que os indivíduos possam avaliar a veracidade das informações que consomem.

IV - As plataformas digitais não têm responsabilidade significativa na disseminação de fake news e discursos de ódio.

Assinale a alternativa correta:

 

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Nos últimos anos, os Estudos de Gênero têm sofrido com a difusão de termos estranhos a ele, como o de “ideologia de gênero”, e com a propagação de informações falsas ou questões há tempos superadas. Pesquisadores e pesquisadoras dos Estudos de Gênero vêm sofrendo uma série de ataques (alguns, violentos) contra as temáticas que estudam e problematizam. O aumento da propagação de discursos equivocados sobre o campo nos últimos anos, especialmente no Brasil, chama a atenção para um de seus principais combustíveis: a desinformação. Não existe “ideologia de gênero”!

Georgiane Garabely Heil Vázquez. Gênero não é ideologia: explicando os Estudos de Gênero. (www.cafehistoria.com.br/explicando-estudos-degenero. Texto adaptado).

Qual das seguintes assertivas é mais alinhada com os princípios fundamentais dos estudos de gênero?

 

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