Foram encontradas 40 questões.
Qual é o menor número positivo que é divisível simultaneamente por 15 e por 25?
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No almoço de domingo, a família do Sr. Odilon consome uma garrafa de refrigerante de 2,5 L. Se o supermercado em que ele faz compras somente dispõe de refrigerantes em lata de 350 mL, qual o número de latas que o Sr. Odilon deve comprar para mais se aproximar da quantidade usualmente consumida?
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Na padaria perto da sua casa, o Sr. João comprou uma barra de 700 g de queijo de coalho por R$ 12,60. Qual o preço do quilograma de queijo de coalho nessa padaria?
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Que número é constituído exatamente de cinco dezenas de milhões, seis dezenas de milhares, sete centenas e oito dezenas?
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Uma torta foi cortada em 12 pedaços iguais e distribuídos para 4 pessoas. Duas delas receberam !$ \dfrac {1} {6} !$ do total das partes da torta, outra pessoa recebeu !$ \dfrac {1} {3} !$ do total das partes da torta. Quantos pedaços recebeu a quarta pessoa?
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Um carro possui capacidade máxima de 32 litros no tanque de combustível. Com quantos litros deve-se abastecer de gasolina esse carro para que fique com 75% de sua capacidade máxima, sabendo-se que ele possui 10 litros de gasolina do tanque?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Assim cresceu Negrinha – magra, atrofiada, com os olhos eternamente assustados. Órfã aos quatro anos, por ali ficou feito gato sem dono, levada a pontapés. Não compreendia a ideia dos grandes. Batiam-lhe sempre, por ação ou omissão. A mesma coisa, o mesmo ato, a mesma palavra provocava ora risadas, ora castigos.
LOBATO, Monteiro. Negrinha. In: MORICONI, Ítalo (org). Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78.
A expressão “feito gato sem dono, levada a pontapés” nos leva a entender que Negrinha vivia abandonada e maltratada. Segundo a situação que nos foi apresentada no texto, esse é um caso típico de
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Dicionovário (palavras que precisam ser inventadas)
Abacatimento: redução no preço do abacate.
Caligrafeia: letra ruim.
Difaculdade: empecilho para entrar na Academia.
Equilébrio: o balanço do bêbado.
Filhosofia: sabedoria de descendente.
Nortícia: informação vinda do Norte.
Sacrotário: um auxiliar de igreja que é facilmente enganável.
FERNANDES, M. Trinta anos de mim mesmo. São Paulo: Nórdica, 1976. 13.
No texto, as palavras em destaque são resultado de um processo de formação de palavras muito produtivo em português para atender às necessidades expressivas em contextos específicos. Esse fenômeno se denomina
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O melhor prólogo é o que contém menos coisas, ou o que as diz de um jeito obscuro e truncado.
ASSIS. M. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ática, 1992.
As palavras “prólogo” e “truncado”, destacadas no texto, podem ser substituídas, sem prejuízo de interpretação semântica, por:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O sumiço do ditongo “ou”
O ditongo “ou” de formas verbais do passado também já bateu as asas: todos dizem “falô/acabô” etc. – mas, e isso é bem relevante, todos ainda mantêm o ditongo “eu” em “bebeu/comeu” etc.
O que fazer diante disso? Simples: tratar os fatos como fatos. Especialmente, ficar atento ao fato de que as mudanças não são aleatórias. Se desapareceu o ditongo em “falou”, não desapareceu em “bebeu”. Significa que há uma ordem da língua que se impõe aos rumos da mudança. A língua só muda onde pode mudar. Ou não muda de qualquer jeito.
POSSENTI, S. Degelo inesperado. In. Revista Galileu. mar. 2014. (Adaptado).
Da leitura e análise do texto, compreende-se:
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