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Considerando a frase “Que momento exclusivo, íntimo e pessoal...”, presente no primeiro quadrinho da tirinha, analise as afirmativas a seguir.
I. Os termos “exclusivo”, “íntimo” e “pessoal” pertencem à mesma classe de palavras.
II. “Que”, nessa frase, é um artigo definido.
III. O termo “pessoal” qualifica o termo “momento”.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Considerando as orientações para ensino da Língua Portuguesa de acordo com os documentos oficiais, assinale com V as afirmativas verdadeiras e F as falsas.
( ) Destacam-se as dimensões interacional e discursiva da língua, para serem condição para a plena participação do indivíduo na sociedade.
( ) O ensino dessa disciplina deve-se articular em dois eixos fundamentais: uso da língua oral e reflexão sobre a língua escrita.
( ) Quando do ensino dessa disciplina, deve-se dar atenção aos conteúdos gramaticais, considerando o estudo das classes de palavras e a sintaxe da língua.
( ) Quando do ensino dessa disciplina, as competências em produção textual, de diferentes tipos, gêneros e funções devem ser avaliadas.
Assinale a sequência correta.
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Circuito fechado
Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal [...]
RAMOS, Ricardo. “Circuito Fechado”. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008, p. 105.
Considere as afirmativas seguintes relacionadas à tipologia textual de “Circuito fechado”.
I. É um texto narrativo, uma vez que apresenta sucessão temporal, marca desse tipo de sequência.
II. É um texto narrativo, apesar de inexistirem marcas linguísticas da passagem temporal.
III. É um texto descritivo, porque promove visão estática do evento representado no texto.
IV. É um texto descritivo com características da narrativa.
Estão corretas as afirmativas:
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INSTRUÇÃO: Leia a charge a seguir para responder a questão.

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Leia os questionamentos de Rojo & Moura (2012, p. 11) a seguir.
“Por que abordar a diversidade cultural e a diversidade de linguagens na escola?;
Há lugar na escola para o plurilinguismo, para a multissemiose e para uma abordagem pluralista das culturas?; e
Por que propor uma pedagogia dos multiletramentos?”
Considere os itens seguintes como respostas a tais perguntas de Rojo & Moura:
I. O conceito de multiletramentos confirma, nas sociedades atuais, a multiplicidade cultural das populações e a multiplicidade semiótica de constituição de textos.
II. A multiculturalidade característica das sociedades globalizadas está, juntamente com a multimodalidade de textos, imbricada no conceito de multiletramento.
III. A multiplicidade de linguagens, modos ou semioses nos textos está presente nos textos impressos, de circulação social, e nas mídias audiovisuais.
IV. O arranjo e a diagramação dos textos contemporâneos são irrelevantes para o que se tem chamado de multimodalidade ou multissemioses, fundadoras dos multiletramentos.
Assinale a alternativa que contém as respostas para as perguntas apresentadas.
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Disponível em: <https://www.digestivocultural.com/colunistas/.
Acesso em: 29 jan. 2019 (Adaptação)
“Os deseventos, desinventar o notável, inventar o quase invisível, observar as coisas quando elas são despistadas, discretas, aliviadas do peso de serem epopeias.”
A partir do contexto, é possível inferir seus sentidos. Sendo assim, é correto afirmar que “desevento” tem sentido semelhante a:
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Circuito fechado
Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos. Jornal [...]
RAMOS, Ricardo. “Circuito Fechado”. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008, p. 105.
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Tropeçando nos acentos
Moacyr Scliar
[...]
Alguém já disse que os ingleses conquistaram o mundo porque não precisavam perder tempo acentuando as palavras. Pode não ser verdade, mas o gasto de energia representado pelos agudos, pelos circunflexos, pelos tremas, é uma coisa impressionante. E a pergunta é: para quê, mesmo? Alguém já disse que a crase não foi feita para humilhar ninguém. Tenho minhas dúvidas: acho que a crase foi feita, sim, para humilhar. A população brasileira se divide em pobres e ricos, mas também se divide em dois grupos, os que sabem usar a crase, a minoria, e a maioria que tem um medo existencial a este sinal.
É possível aprender? É possível. Mas tomem o meu caso: escritor, médico, homem razoavelmente informado, eu deveria acentuar bem as palavras. Pois tenho minhas dúvidas. É que durante a minha existência o país passou por umas três reformas ortográficas que tiveram o mérito de esculhambar a minha cabeça. O acento diferencial consegui esquecer, mas há outros que ainda me causam dúvidas. Há duas soluções para este problema. Uma é representada por esses dispositivos de correção que hoje fazem parte dos programas de computação (mas que às vezes cometem erros lamentáveis). Outra seria uma revolução na grafia que reduzisse os acentos ao mínimo possível ou, melhor ainda, a zero.
A primeira máquina de escrever que eu ganhei, ainda menino, era uma velha Royal, importada dos Estados Unidos, e que não tinha acentos. Eu escrevia, e depois acentuava à mão. Com uma tremenda inveja dos americanos que estavam dispensados desta tarefa inglória. Não sei onde andará essa máquina. E nem quero saber. Ela me lembraria que há neste mundo pessoas felizes que podem escrever sem a preocupação de acentuar certo. Uma coisa que eu gostaria de esquecer.
[...]
Disponível em: <https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/outros/>
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De acordo com Castilho (2003), em seu dia a dia o professor de Língua Portuguesa se defronta com três crises distintas, cuja discussão é de fundamental importância para a busca de soluções para renovação do ensino da gramática a partir de uma reflexão sobre a língua falada. (p. 9)
Contemplam adequadamente as crises apontadas pelo autor, exceto:
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