Foram encontradas 666 questões.
2150040
Ano: 2022
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Lajedo-PE
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Lajedo-PE
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a Educação Básica deve organizar-se apenas em séries anuais ou períodos semestrais.
II. No Brasil, o princípio da liberdade de aprender e de ensinar – descrito na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – é aplicável apenas às instituições de Ensino Médio, pois as classes de Ensino Fundamental devem obedecer a um padrão nacionalmente estabelecido e imutável de temas a serem abordados em sala de aula.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a Educação Básica deve organizar-se apenas em séries anuais ou períodos semestrais.
II. No Brasil, o princípio da liberdade de aprender e de ensinar – descrito na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – é aplicável apenas às instituições de Ensino Médio, pois as classes de Ensino Fundamental devem obedecer a um padrão nacionalmente estabelecido e imutável de temas a serem abordados em sala de aula.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. A avaliação formativa pode acontecer periodicamente e serve para analisar o processo de aprendizagem de cada aluno, identificando possíveis dificuldades, e, a partir daí, orientar o aluno sobre o que ele aprendeu e o que ainda precisa aprender sobre determinado conteúdo.
II. A avaliação faz parte do processo de ensino-aprendizagem, mas não necessariamente deve ser realizada somente ao final de cada unidade de ensino, senão ao longo de todo o processo, através de diferentes atividades. Ela deve contemplar o aluno e o curso como um todo. Ou seja, o processo de avaliação não deve estar concentrado apenas no aluno, mas deve se estender ao sistema como um todo.
III. A avaliação atravessa o ato de planejar e de executar e, por isso, contribui em todo o percurso da ação planificada no ambiente escolar. Ela se faz presente apenas na identificação da perspectiva político-social, não tendo relação com a execução do projeto político-pedagógico da instituição, tendo em vista a sua construção. A avaliação é, portanto, uma ferramenta da qual o ser humano não se livra, pois ela faz parte de seu modo de agir, sendo necessário que seja usada da melhor forma possível.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A avaliação formativa pode acontecer periodicamente e serve para analisar o processo de aprendizagem de cada aluno, identificando possíveis dificuldades, e, a partir daí, orientar o aluno sobre o que ele aprendeu e o que ainda precisa aprender sobre determinado conteúdo.
II. A avaliação faz parte do processo de ensino-aprendizagem, mas não necessariamente deve ser realizada somente ao final de cada unidade de ensino, senão ao longo de todo o processo, através de diferentes atividades. Ela deve contemplar o aluno e o curso como um todo. Ou seja, o processo de avaliação não deve estar concentrado apenas no aluno, mas deve se estender ao sistema como um todo.
III. A avaliação atravessa o ato de planejar e de executar e, por isso, contribui em todo o percurso da ação planificada no ambiente escolar. Ela se faz presente apenas na identificação da perspectiva político-social, não tendo relação com a execução do projeto político-pedagógico da instituição, tendo em vista a sua construção. A avaliação é, portanto, uma ferramenta da qual o ser humano não se livra, pois ela faz parte de seu modo de agir, sendo necessário que seja usada da melhor forma possível.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
l. Os efeitos das políticas curriculares, no contexto da prática, são condicionados por questões institucionais e disciplinares que, por sua vez, têm diferentes histórias, concepções pedagógicas e formas de organização, expressas em diferentes publicações.
II. Na organização e na gestão do currículo, as abordagens disciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar requerem uma atenção criteriosa da instituição escolar, porque revelam a visão de mundo que orienta as práticas pedagógicas dos educadores e organizam o trabalho do estudante.
III. As políticas curriculares não se resumem apenas a propostas e práticas enquanto documentos escritos, mas incluem os processos de planejamento, vivenciados e reconstruídos em múltiplos espaços e por múltiplas singularidades no corpo social da educação.
Marque a alternativa CORRETA:
l. Os efeitos das políticas curriculares, no contexto da prática, são condicionados por questões institucionais e disciplinares que, por sua vez, têm diferentes histórias, concepções pedagógicas e formas de organização, expressas em diferentes publicações.
II. Na organização e na gestão do currículo, as abordagens disciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar requerem uma atenção criteriosa da instituição escolar, porque revelam a visão de mundo que orienta as práticas pedagógicas dos educadores e organizam o trabalho do estudante.
III. As políticas curriculares não se resumem apenas a propostas e práticas enquanto documentos escritos, mas incluem os processos de planejamento, vivenciados e reconstruídos em múltiplos espaços e por múltiplas singularidades no corpo social da educação.
Marque a alternativa CORRETA:
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento
marcado por características singulares, decorrentes de sua
condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a
impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa
surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se
expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e
se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva,
Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal
captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se
comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a
Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo
diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com
estruturas semântica, sintática e gramatical completas,
apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e
faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua,
especialmente no tocante à ausência de sonoridade,
constituem de forma singular os processos de significação
dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na
vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de
aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é
imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem
necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse
sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo
fundamental para o seu desenvolvimento em todas as
esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda,
Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski,
2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais,
apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas
situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes
à forma peculiar de comunicação e de compreensão do
mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações
referentes à construção identitária, pois os surdos são
bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos
a esse alunado, diante de uma escola pensada e
programada para os ouvintes, diz respeito a sua
escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é
o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte,
aparecendo como elemento central para o desenvolvimento
(também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma
língua se constitui, contraditoriamente, como fator de
discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse
modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de
fracasso dentro da escola, resultante das relações
estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates
desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
I. Conforme o texto, os indivíduos surdos têm maior acesso aos serviços educacionais gratuitos no Brasil, pois as classes para as pessoas com essa característica devem ser separadas das demais.
II. O texto afirma que a pessoa que não ouve possui a Língua de Sinais como um recurso de comunicação. Essa língua, de acordo com o texto, é sinalizada e se configura de modo diferente das línguas orais.
Marque a alternativa CORRETA:
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento
marcado por características singulares, decorrentes de sua
condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a
impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa
surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se
expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e
se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva,
Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal
captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se
comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a
Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo
diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com
estruturas semântica, sintática e gramatical completas,
apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e
faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua,
especialmente no tocante à ausência de sonoridade,
constituem de forma singular os processos de significação
dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na
vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de
aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é
imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem
necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse
sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo
fundamental para o seu desenvolvimento em todas as
esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda,
Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski,
2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais,
apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas
situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes
à forma peculiar de comunicação e de compreensão do
mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações
referentes à construção identitária, pois os surdos são
bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos
a esse alunado, diante de uma escola pensada e
programada para os ouvintes, diz respeito a sua
escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é
o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte,
aparecendo como elemento central para o desenvolvimento
(também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma
língua se constitui, contraditoriamente, como fator de
discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse
modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de
fracasso dentro da escola, resultante das relações
estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates
desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
I. O texto deixa claro que a Língua de Sinais é a língua das pessoas surdas, embora seja pouco relevante para o desenvolvimento desses indivíduos, seja na esfera educacional ou mesmo cultural.
II. Uma das informações presentes no texto é a de que os alunos surdos não enfrentam qualquer desafio de aprendizado, ainda que as práticas escolares sejam planejadas para os ouvintes.
Marque a alternativa CORRETA:
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento
marcado por características singulares, decorrentes de sua
condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a
impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa
surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se
expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e
se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva,
Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal
captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se
comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a
Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo
diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com
estruturas semântica, sintática e gramatical completas,
apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e
faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua,
especialmente no tocante à ausência de sonoridade,
constituem de forma singular os processos de significação
dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na
vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de
aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é
imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem
necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse
sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo
fundamental para o seu desenvolvimento em todas as
esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda,
Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski,
2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais,
apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas
situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes
à forma peculiar de comunicação e de compreensão do
mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações
referentes à construção identitária, pois os surdos são
bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos
a esse alunado, diante de uma escola pensada e
programada para os ouvintes, diz respeito a sua
escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é
o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte,
aparecendo como elemento central para o desenvolvimento
(também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma
língua se constitui, contraditoriamente, como fator de
discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse
modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de
fracasso dentro da escola, resultante das relações
estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates
desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
I. O texto afirma que a Língua de Sinais é adquirida mediante treinamentos árduos e repetitivos por indivíduos surdos e, no entanto, não é possível aos ouvintes aprender essa língua.
II. A comunicação entre os indivíduos surdos se realiza por meio das mãos, prioritariamente, e se pauta nas experiências visuais e gestuais, como se pode perceber após a leitura do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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A educação de surdos
Por Carine et al., 2016. Trecho adaptado.
A pessoa que não ouve possui um desenvolvimento
marcado por características singulares, decorrentes de sua
condição linguística e cultural. Pela condição biológica que a
impede de acessar facilmente os discursos orais, a pessoa
surda depende de um canal diferente dos ouvintes para se
expressar. Tal canal se realiza nas mãos, prioritariamente, e
se pauta nas experiências visuais e gestuais (Kelman, Silva,
Amorim, Monteiro, & Azevedo, 2011).
É por meio das mãos e de uma complexa expressão corporal
captada pelos olhos, principalmente, que os surdos se
comunicam e se constituem linguisticamente; sua língua, a
Língua de Sinais, é sinalizada e se configura de modo
diferente das línguas orais.
A Língua de Sinais é pautada na dimensão espacial, com
estruturas semântica, sintática e gramatical completas,
apesar de essencialmente distintas das línguas escritas e
faladas (Sacks, 2010). As características dessa língua,
especialmente no tocante à ausência de sonoridade,
constituem de forma singular os processos de significação
dos indivíduos que a utilizam.
Para Dizeu e Caporalli (2005), o diferencial dessa língua na
vida dos surdos é função de minimizar as dificuldades de
aprendizagem que é comum nas situações em que a eles é
imposta a língua oral, pois a língua de sinais é adquirida sem
necessidade de treinamentos árduos e repetitivos. Nesse
sentido, a Língua de Sinais é a língua dos surdos, sendo
fundamental para o seu desenvolvimento em todas as
esferas (sociolinguística, educacional, cultural, entre outras).
Pesquisadores da área da surdez (Góes, 2002; Lacerda,
Albres, & Drago, 2013; Lodi, 2013; Skliar, 1997; Slomski,
2010), cientes da essencialidade da Língua de Sinais,
apontam os conflitos vivenciados pelos surdos nas
situações de inclusão escolar, dadas as razões concernentes
à forma peculiar de comunicação e de compreensão do
mundo. Eles alertam que a surdez traz implicações
referentes à construção identitária, pois os surdos são
bilíngues. Nesse sentido, um dos maiores desafios impostos
a esse alunado, diante de uma escola pensada e
programada para os ouvintes, diz respeito a sua
escolaridade. Enfim, como aprender?
Para Santana e Bergamo (2005), o uso da Língua de Sinais é
o fator que distingue o indivíduo surdo do ouvinte,
aparecendo como elemento central para o desenvolvimento
(também acadêmico) daquele. Entretanto, essa mesma
língua se constitui, contraditoriamente, como fator de
discriminação do surdo na sociedade majoritária. Desse
modo, não raras vezes, o surdo vivencia situações de
fracasso dentro da escola, resultante das relações
estabelecidas com a maioria ouvinte e dos embates
desdobrados das questões linguísticas (Lacerda, 2006a).
I. A Língua de Sinais possui características que a distinguem das línguas escritas e faladas, como fica claro após a leitura do texto.
II. De acordo com o texto, os pesquisadores da área da surdez apontam a ausência de conflitos entre os surdos nas situações de inclusão escolar, dado que esse público tem maior facilidade de compreender mensagens faladas.
Marque a alternativa CORRETA:
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O impossível
Por Cristiana Albuquerque, em 03/01/2022.
Existem áreas da ciência que são muito avançadas,
enquanto outras progridem em um ritmo mais lento, sem
que muitas pessoas se deem conta do potencial que
poderiam ter se houvesse mais investimentos, pesquisas e,
claro, mais “ousadia” por parte de muitos cientistas.
Recentemente, li um artigo no qual um físico afirma que,
dentro de algum tempo, com os investimentos corretos, já
será possível controlar o clima. Isso mesmo: pelo nível
tecnológico de muitas áreas, em breve podemos estar
controlando chuvas.
Imagine as possibilidades: acabaríamos com a escassez de
água em muitas cidades no Brasil e, ao mesmo tempo,
evitaríamos enchentes como as que ocorreram na Bahia.
Não teríamos os níveis dos reservatórios tão baixos a ponto
de afetar a geração de energia e nem problemas agrícolas.
Acredito que essa “ousadia” em imaginar novas tecnologias,
algo efetivamente disruptivo para solucionar grandes
problemas da humanidade, é algo que está sendo cada vez
menos comum entre nós. há alguns anos, enquanto lia uma
bibliografia do grande gênio Nikola Tesla¹, conheci alguns
dos seus projetos como um sistema de transmissão de
energia sem fio e também uma espécie de espaçonave que
não precisaria de foguetes.
Possivelmente, alguns desses projetos de Tesla podem ter
sido apenas sonhos. Mas precisamos de cientistas,
engenheiros e empreendedores com a mesma capacidade
de sonhar, de desbravar o que hoje parece impossível.
Eu acredito que a tecnologia surge primeiramente na mente
dos visionários. É necessário um fator de motivação para
reunir dezenas ou centenas de pessoas diante de um
conjunto de problemas para, depois de muito trabalho duro,
solucionar uma grande questão. Ora, Elon Musk² quer levar o
homem a Marte. Isso por si só vai empurrar a inovação em
muitas áreas. Se formos capazes de plantar em Marte,
seremos capazes de plantar no deserto do Saara.
Se não houver inovação não haverá progresso. O futuro
exige que novas companhias, cientistas e muitos outros
profissionais surjam explorando os limites da ciência.
Talvez em 2022 possamos despertar nossas consciências
sobre a necessidade de abraçarmos o impossível para que
tenhamos um futuro melhor.
Observações:
1. Nikola Tesla: foi um inventor, engenheiro eletrotécnico e
engenheiro mecânico sérvio, mais conhecido por suas
contribuições ao projeto do moderno sistema de
fornecimento de eletricidade em corrente alternada.
2. Elon Musk: é um bilionário fundador de diversas empresas
de alta tecnologia que atuam em diversos ramos, desde
automóveis até viagens espaciais.
I. Ao optar por utilizar um formato de texto injuntivo, a autora lançou mão de recursos valiosos, como a expressão da própria opinião – algo recorrente no texto – e as citações ou referências a outros textos e informações externas, como um artigo escrito por um físico.
II. No texto, a autora procura deixar claro que alguns fatores podem funcionar como impulsionadores da ciência. Entre esses fatores, ela inclui os esforços em pesquisa, os investimentos e a “ousadia” por parte dos cientistas. Ao longo do texto, fica claro o interesse da autora em explorar especificamente a importância de se ter “ousadia” na ciência.
III. No trecho “É necessário um fator de motivação para reunir dezenas ou centenas de pessoas diante de um conjunto de problemas”, a autora utiliza um verbo no infinitivo para exprimir a ideia de elementos que são separados, postos em oposição ou cerceados de alguma forma.
Marque a alternativa CORRETA:
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O impossível
Por Cristiana Albuquerque, em 03/01/2022.
Existem áreas da ciência que são muito avançadas,
enquanto outras progridem em um ritmo mais lento, sem
que muitas pessoas se deem conta do potencial que
poderiam ter se houvesse mais investimentos, pesquisas e,
claro, mais “ousadia” por parte de muitos cientistas.
Recentemente, li um artigo no qual um físico afirma que,
dentro de algum tempo, com os investimentos corretos, já
será possível controlar o clima. Isso mesmo: pelo nível
tecnológico de muitas áreas, em breve podemos estar
controlando chuvas.
Imagine as possibilidades: acabaríamos com a escassez de
água em muitas cidades no Brasil e, ao mesmo tempo,
evitaríamos enchentes como as que ocorreram na Bahia.
Não teríamos os níveis dos reservatórios tão baixos a ponto
de afetar a geração de energia e nem problemas agrícolas.
Acredito que essa “ousadia” em imaginar novas tecnologias,
algo efetivamente disruptivo para solucionar grandes
problemas da humanidade, é algo que está sendo cada vez
menos comum entre nós. há alguns anos, enquanto lia uma
bibliografia do grande gênio Nikola Tesla¹, conheci alguns
dos seus projetos como um sistema de transmissão de
energia sem fio e também uma espécie de espaçonave que
não precisaria de foguetes.
Possivelmente, alguns desses projetos de Tesla podem ter
sido apenas sonhos. Mas precisamos de cientistas,
engenheiros e empreendedores com a mesma capacidade
de sonhar, de desbravar o que hoje parece impossível.
Eu acredito que a tecnologia surge primeiramente na mente
dos visionários. É necessário um fator de motivação para
reunir dezenas ou centenas de pessoas diante de um
conjunto de problemas para, depois de muito trabalho duro,
solucionar uma grande questão. Ora, Elon Musk² quer levar o
homem a Marte. Isso por si só vai empurrar a inovação em
muitas áreas. Se formos capazes de plantar em Marte,
seremos capazes de plantar no deserto do Saara.
Se não houver inovação não haverá progresso. O futuro
exige que novas companhias, cientistas e muitos outros
profissionais surjam explorando os limites da ciência.
Talvez em 2022 possamos despertar nossas consciências
sobre a necessidade de abraçarmos o impossível para que
tenhamos um futuro melhor.
Observações:
1. Nikola Tesla: foi um inventor, engenheiro eletrotécnico e
engenheiro mecânico sérvio, mais conhecido por suas
contribuições ao projeto do moderno sistema de
fornecimento de eletricidade em corrente alternada.
2. Elon Musk: é um bilionário fundador de diversas empresas
de alta tecnologia que atuam em diversos ramos, desde
automóveis até viagens espaciais.
I. No trecho “Elon Musk quer levar o homem a Marte”, a autora faz referência a uma figura publicamente conhecida como um recurso que atenua a força dos seus argumentos e, assim, torna mais crível e insólito o seu ponto de vista.
II. A autora defende no texto a ideia de que a “ousadia” em imaginar novas tecnologias é algo cada vez menos comum entre nós. Para ela, estimular os cientistas, os empreendedores e outros profissionais a pensar em algo efetivamente disruptivo para solucionar grandes problemas da humanidade é uma atitude que pode beneficiar a todos.
III. No trecho “Talvez em 2022 possamos despertar nossas consciências sobre a necessidade de abraçarmos o impossível para que tenhamos um futuro melhor”, a autora traça um paralelo entre ciência, economia e sociedade para que o leitor seja convencido de que os investimentos em projetos científicos sempre resultam em uma melhor qualidade de vida para todos.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. A universalização dos direitos sociais – a fim de tornar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas demais políticas públicas – é um dos princípios que rege a assistência social.
II. O respeito à dignidade do cidadão, à sua autonomia e ao seu direito a benefícios e serviços de qualidade é um dos princípios da prática da assistência social.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A universalização dos direitos sociais – a fim de tornar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas demais políticas públicas – é um dos princípios que rege a assistência social.
II. O respeito à dignidade do cidadão, à sua autonomia e ao seu direito a benefícios e serviços de qualidade é um dos princípios da prática da assistência social.
Marque a alternativa CORRETA:
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