Foram encontradas 539 questões.
Considere a seguinte situação: ao final de um
semestre escolar, o professor aplica uma prova
cuja pontuação é utilizada para compor a nota
final do aluno, a fim de verificar o nível de
aprendizagem ao término dessa etapa.
Essa avaliação é caracterizada corretamente como:
Essa avaliação é caracterizada corretamente como:
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“A variação linguística resulta da adaptação ________ da língua aos diferentes contextos
sociais, regionais, históricos e situacionais,
manifestando-se por meio de formas ________ de
falar e escrever que, embora ________ entre si,
são igualmente legítimas dentro das necessidades
comunicativas de seus grupos de usuários.”
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
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Assinale a alternativa em cujo enunciado a
palavra “chuva(s)” é empregada com sentido
figurado.
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JUNIÃO. Escolas transformadoras. Disponível em .<https://juniao.com.br/chargecartum/>.
A fala da personagem na charge acima apresenta as formas verbais no(a):
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Assinale a alternativa em que a palavra destacada
é um modalizador, ou seja, remete a uma postura
do autor, não se referindo a nenhum termo
específico da frase.
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(Paulo Leminski)
No texto acima, é correto afirmar que o autor:
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adolescentes do ano 2000
Elas se telefonam, se bipam, marcam
encontros e se reúnem nervosas diante da
escrivaninha, cadernos e livros abertos e
espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo
da minha adolescência, e entre a minha e a da
minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou,
as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa
permanece imutável. Percebo ao passar pelo
corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão,
sentadas à escrivaninha, livros e cadernos
compulsados, sofregamente. Não, não se diz
caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas,
inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo
da minha adolescência. Na aula a atenção se
dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse,
como hoje, jovens professores, as meninas
gostariam mais. Por que nossos professores
pareciam velhos e sisudos?
Nas vésperas das provas, os estoques de
Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso
passar a noite acordado. Podíamos comprar
Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava,
pois era apenas para as provas. A ansiedade que
essas meninas sentem é a mesma que sofríamos.
Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas.
Viram e reviram páginas do livro, apostilas,
pulam de um ponto ao outro, sem concentração.
Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses
sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica
são feitos? Chegava um momento, na véspera da
prova, que cada um decidia aprender bem um
único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena
educacional. (...)
Há uma diferença entre essa geração e a
minha. A atual não recorre aos poderes
superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo
sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São
Roque. Contam com elas mesmas. Na minha
época, dia de exame final, era uma romaria à
igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como
supor que o coração jamais descansa? Os santos
recebiam com o olhar complacente as promessas
que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo
mudado. A adolescência será sempre uma e
indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos
a vida toda um coração adolescente, dolorido um
dia, sorridente no outro.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do
ano 2000. Disponível em
. <https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima totalmente correta.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adolescentes do ano 2000
Elas se telefonam, se bipam, marcam
encontros e se reúnem nervosas diante da
escrivaninha, cadernos e livros abertos e
espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo
da minha adolescência, e entre a minha e a da
minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou,
as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa
permanece imutável. Percebo ao passar pelo
corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão,
sentadas à escrivaninha, livros e cadernos
compulsados, sofregamente. Não, não se diz
caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas,
inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo
da minha adolescência. Na aula a atenção se
dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse,
como hoje, jovens professores, as meninas
gostariam mais. Por que nossos professores
pareciam velhos e sisudos?
Nas vésperas das provas, os estoques de
Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso
passar a noite acordado. Podíamos comprar
Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava,
pois era apenas para as provas. A ansiedade que
essas meninas sentem é a mesma que sofríamos.
Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas.
Viram e reviram páginas do livro, apostilas,
pulam de um ponto ao outro, sem concentração.
Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses
sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica
são feitos? Chegava um momento, na véspera da
prova, que cada um decidia aprender bem um
único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena
educacional. (...)
Há uma diferença entre essa geração e a
minha. A atual não recorre aos poderes
superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo
sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São
Roque. Contam com elas mesmas. Na minha
época, dia de exame final, era uma romaria à
igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como
supor que o coração jamais descansa? Os santos
recebiam com o olhar complacente as promessas
que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo
mudado. A adolescência será sempre uma e
indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos
a vida toda um coração adolescente, dolorido um
dia, sorridente no outro.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do
ano 2000. Disponível em
. <https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
A palavra destacada no trecho acima possui o mesmo sentido que:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adolescentes do ano 2000
Elas se telefonam, se bipam, marcam
encontros e se reúnem nervosas diante da
escrivaninha, cadernos e livros abertos e
espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo
da minha adolescência, e entre a minha e a da
minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou,
as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa
permanece imutável. Percebo ao passar pelo
corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão,
sentadas à escrivaninha, livros e cadernos
compulsados, sofregamente. Não, não se diz
caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas,
inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo
da minha adolescência. Na aula a atenção se
dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse,
como hoje, jovens professores, as meninas
gostariam mais. Por que nossos professores
pareciam velhos e sisudos?
Nas vésperas das provas, os estoques de
Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso
passar a noite acordado. Podíamos comprar
Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava,
pois era apenas para as provas. A ansiedade que
essas meninas sentem é a mesma que sofríamos.
Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas.
Viram e reviram páginas do livro, apostilas,
pulam de um ponto ao outro, sem concentração.
Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses
sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica
são feitos? Chegava um momento, na véspera da
prova, que cada um decidia aprender bem um
único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena
educacional. (...)
Há uma diferença entre essa geração e a
minha. A atual não recorre aos poderes
superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo
sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São
Roque. Contam com elas mesmas. Na minha
época, dia de exame final, era uma romaria à
igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como
supor que o coração jamais descansa? Os santos
recebiam com o olhar complacente as promessas
que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo
mudado. A adolescência será sempre uma e
indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos
a vida toda um coração adolescente, dolorido um
dia, sorridente no outro.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do
ano 2000. Disponível em
. <https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
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Um engenheiro precisa calcular a largura de um
rio sem atravessá-lo. Para isso, utilizou o
Teorema de Tales posicionando estacas
conforme o esquema: na margem onde está,
cravou três estacas alinhadas A, B e C, sendo AB
= 8 metros e BC = 12 metros.
Perpendicularmente a partir de A, posicionou
estaca D na margem oposta (ponto a ser medido).
A partir de B, posicionou estaca E alinhada com
D, medindo BE = 6 metros no terreno acessível.
Sabendo que os segmentos AD (largura do rio) e
BE são paralelos, e que os pontos A, B, C estão
alinhados assim como D, E e o prolongamento,
qual é a largura aproximada do rio (distância
AD)?
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