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O certificado digital é um registro eletrônico composto por um conjunto de dados que distingue uma entidade e associa a ela uma chave pública. Considerando o tema Certificado Digital, assinale a alternativa que não representa uma definição correta sobre o uso e sua aplicação.
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Considerando o navegador de internet Google Chrome, assinale a alternativa que representa o nome do recurso que tem a seguinte definição: “este recurso permite ao usuário armazenar e organizar os endereços das páginas que visita com frequência”.
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Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?
Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida
Por Ana Gabriela
Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.
A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.
É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.
No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).
Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.
Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.
As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.
Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.
Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/
De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?
Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida
Por Ana Gabriela
Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.
A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.
É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.
No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).
Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.
Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.
As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.
Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.
Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/
Analise: “Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.” E assinale a alternativa correta.
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Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?
Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida
Por Ana Gabriela
Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.
A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.
É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.
No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).
Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.
Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.
As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.
Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.
Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/
Analise: “dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental.” E assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das orações.
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Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?
Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida
Por Ana Gabriela
Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.
A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.
É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.
No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).
Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.
Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.
As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.
Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.
Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/
O pronome “isso” em destaque no último parágrafo retoma
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Sobre a Exclusão de Crédito Tributário, analise as assertivas e assinale a alternativa incorreta.
I. A anistia pode ser concedida limitadamente às infrações da legislação relativa a determinado tributo.
II. A anistia abrange exclusivamente as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede, não se aplicando aos atos qualificados em lei como crimes ou contravenções e aos que, mesmo sem essa qualificação, sejam praticados com dolo, fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em benefício daquele.
III. A isenção não pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante.
IV. A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração.
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Conforme disposto na Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992 – Improbidade Administrativa, assinale a alternativa incorreta.
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Sobre as modalidades de citação, assinale a alternativa incorreta.
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Conforme disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – Do Poder Executivo, assinale a alternativa incorreta.
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