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2172898 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR
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Desde a criação do Sistema Único de Saúde discutese sobre os processos e operacionalizações para a descentralização da saúde, na NOB93 foram estabelecidos os procedimentos reguladores da descentralização. Em 1997 são aprovadas as Normas e Diretrizes do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e do Programa de Saúde da Família, as quais trazem em suas diretrizes operacionais adscrição de população/territorialização. Analise as assertivas sobre o mapeamento da área de atuação e assinale a alternativa correta.

I. Trabalhar com território implica em um processo de coleta e sistematização de dados demográficos, socioeconômicos, políticos culturais, epidemiológicos e sanitários, identificados por meio do cadastramento e devem ser interpretados e atualizados periodicamente pela equipe.

II. O mapa pode ser uma representação no papel, na forma de desenho, sobre o que existe naquela localidade: ruas, casas, escolas, serviços de saúde, pontes, córregos e outras coisas importantes.

III. Outra a estratégia inerente ao processo de mapeamento é a identificação de microáreas de risco dentro de um território de atuação da APS.

IV. O mapa, juntamente com as informações coletadas no cadastramento das famílias, contribui para toda a equipe no diagnóstico de saúde da área.

 

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2172897 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR
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A Atenção Primária à Saúde deve ofertar ações de saúde referentes à linha de cuidado materno infantil, além de garantir o acesso das gestantes ao pré-natal na UBS ou outros pontos que forem necessários. Para isso a equipe deve conhecer, ao máximo, a população adstrita. Com base nas competências do Agente Comunitário de Saúde, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Responsável por cadastrar as famílias e identificar as gestantes que ainda não estão cadastradas ou que necessitem de cuidados especiais.

II. Auxiliar no monitoramento das gestantes, em especial, aquelas classificadas com risco alto ou intermediário.

III. Orientar sobre a importância da realização com acompanhamento de pré-natal iniciado de forma precoce e captar as gestantes para encaminhar na inscrição do pré-natal.

IV. Realizar a visita no pós-parto aos recém-nascidos, que tiveram alta hospitalar, observar se as triagens neonatais foram realizadas, caso contrário encaminhar para unidade para que seja feito os encaminhamentos necessários.

 

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2172896 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR

Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?

Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida

Por Ana Gabriela

Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.

A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.

É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.

No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).

Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.

Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.

As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.

Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.

Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/

De acordo com o texto, é possível afirmar que

 

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2172893 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR

Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?

Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida

Por Ana Gabriela

Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.

A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.

É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.

No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).

Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.

Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.

As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.

Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.

Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/

Analise: “Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.” E assinale a alternativa correta.

 

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2172891 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR

Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?

Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida

Por Ana Gabriela

Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.

A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.

É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.

No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).

Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.

Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.

As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.

Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.

Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/

Analise: “dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental.” E assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das orações.

 

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2172889 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR

Viver em ritmo acelerado: por que isso precisa mudar?

Em tempos de áudios acelerados no WhatsApp, psicóloga reflete sobre a necessidade de não correr com as experiências da vida

Por Ana Gabriela

Andriani, psicóloga Dormir pouco, comer depressa, ler apenas os títulos das matérias para saber as notícias do dia e ouvir os áudios de forma acelerada. As pessoas estão, cada vez mais, vivendo em um ritmo frenético. E o exagero traz sempre consequências preocupantes: 24 horas parecem ser insuficientes para cumprir todos os compromissos. Por causa disso, dispor de tempo para realizar atividades que não foram programadas torna-se uma missão praticamente impossível.

A correria desenfreada a qual estamos submetidos relaciona-se com a necessidade de sermos eficientes, termos um desempenho de excelência e um alto nível de produtividade. Vivemos quase como numa obsessão pela informação, pela performance, pela necessidade de reconhecimento.

É fato que, a cada dia, estão aparecendo inovações tecnológicas tidas como melhorias, e é importante considerar que toda evolução tem a sua função e por isso atrai usuários e se multiplica.

No entanto, dependendo da maneira como as novas ferramentas são utilizadas, podem se tornar mais um fator de piora para a saúde mental. Um exemplo recente envolve o aplicativo de mensagens WhatsApp, que liberou um recurso que permite aos usuários ouvir as mensagens de voz de forma acelerada. Assim como no caso de outras funcionalidades em apps e redes sociais, o problema surge quando o recurso deixa de ter um objetivo pontual e se transforma em hábito (às vezes até em vício).

Os áudios acelerados descaracterizam a voz de quem fala, o que termina afetando o modo como o outro percebe a mensagem e, consequentemente, a experiência tida com a pessoa. A fala acelerada é mecânica, não transmite emoções.

Isso pode não ter implicações significativas quando se utiliza o recurso numa necessidade de trabalho, mas, no momento em que desejamos ouvir todas as conversas nesse ritmo, passamos a ter repercussões em nossas vidas.

As mensagens de voz em alta velocidade tornam-se, assim, mais um mecanismo a contribuir com esse jeito de ser que busca realizar tudo o mais brevemente possível, e acaba nos deixando cada vez mais ansiosos. A necessidade de entrega e produção rápida, que nos deixa tão acelerados em tantas circunstâncias, vira uma constante e afeta completamente as experiências da vida.

Viver a experiência significa nos aprofundarmos em algo e, para que isso aconteça, precisamos nos alongar, deixar decantar, deixar tocar. Na medida em que nos deixamos tocar, podemos nos expandir e nos transformar, o que requer certo tempo. Definitivamente, não dá para fazer isso com urgência.

Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/viver-em-ritmoacelerado-por-que-isso-precisa-mudar/

O pronome “isso” em destaque no último parágrafo retoma

 

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Usando o MS-Excel 2016, em português e em sua configuração padrão, um servidor, para facilitar o seu trabalho, criou uma fórmula para unir na coluna E os dados das datas de nascimentos que estavam separadas nas colunas (B, C, D), por dia, mês e ano. Assinale a alternativa que justifica corretamente a fórmula que foi usada para unir a data na célula E4, conforme planilha abaixo:

Enunciado 2172888-1

 

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Considerando os conceitos sobre Segurança da Informação, analise as alternativas e assinale a que não representa uma prática correta ao usar computadores, celulares e sistemas de informações.

 

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Considerando o Windows 10, instalação padrão português do Brasil, analise as assertivas e assinale a alternativa que representa corretamente as definições apresentadas sobre os recursos de ferramentas que vêm automaticamente na instalação do Windows.

I. O WordPad é um editor simples de texto para o Windows 10 e permite criar documentos básicos, escolher a fonte, selecionar a formatação do texto e inserir fotos ou desenhos do Paint.

II. O Notepad (ou Bloco de notas) é um editor de texto simples. O uso mais comum do Bloco de notas é exibir ou editar arquivos no formato de texto, mas muitos usuários o consideram uma ferramenta simples e boa para criar e editar páginas web e scripts de linguagens de programação.

III. Microsoft Paint é um software utilizado para a criação de desenhos simples e também para a edição de imagens.

O programa é incluso, como um acessório, no sistema operacional Windows, da Microsoft.

 

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2172883 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Leópolis-PR

Entenda como as ações humanas interferem na crise hídrica

Mudanças do clima e má gestão de recursos públicos fortaleceram instabilidade na geração de energia no país

Por Jennifer Ann Thomas

Os desafios da sobrevivência na seca serviram de narrativa para clássicos da literatura brasileira, como Vidas Secas, de Graciliano Ramos, Grande Sertão Veredas, de João Guimarães Rosa, e Os Sertões, de Euclides da Cunha. Nos últimos meses, o avanço da crise hídrica no Brasil mostrou como os efeitos da estiagem prolongada podem ir além do sertão – de acordo com o Ministério de Minas e Energia, esta é a pior crise hídrica dos últimos 91 anos. Conforme um levantamento recente feito pelo MapBiomas, o Brasil perdeu 15% da superfície de água nos últimos 30 anos. Em 2021, a falta de chuvas fez com que os reservatórios de algumas das principais hidrelétricas do país chegassem a níveis críticos.

As regiões mais afetadas pela estiagem são o Sudeste e o Centro-Oeste. Os reservatórios que abastecem essas regiões, que acumulam 70% da geração de energia em âmbito nacional, estão com aproximadamente 23% da capacidade total de armazenamento. O nível é inferior ao registrado em agosto de 2001, quando o Brasil teve de implementar um racionamento de energia devido à falta de água.

De acordo com Cássio Bernardino, coordenador de projetos da ONG WWF-Brasil, a crise hídrica é um tema que volta com frequência à rotina dos brasileiros porque, em função das alterações que o homem causou no meio ambiente, já existe um cenário de mudanças nas condições que eram consideradas normais, como água abundante e chuva todos os anos. “Em alguns lugares, a água está reduzindo. Em outros, a chuva fica mais concentrada. Consequentemente, estamos percebendo a diminuição no volume dos rios”, explicou.

[...]

Disponível em: https://guiadoestudante.abril.com.br/dossie-verde/entendacomo-as-acoes-humanas-interferem-na-crise-hidrica/

Analise: “já existe um cenário de mudanças nas condições que eram consideradas normais” e assinale a alternativa correta.

 

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