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Foram encontradas 40 questões.

Considerando o trecho abaixo,
“Ouço o murmúrio de todos aqueles que também existem.
Sei que vivi isso em algum outro lugar.”
verifica-se que as duas palavras sublinhadas são, respectivamente,
 

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A questão refere-se ao texto abaixo.
Pensamento vem de fora
e pensa que vem de dentro,
pensamento que expectora
e que no meu peito penso.
Pensamento a mil por hora,
tormento a todo momento.
Por que é que eu penso agora(E)
sem o meu consentimento?
Se tudo que comemora(A)
tem o seu impedimento,(B)
se tudo aquilo que chora(C)
cresce com o seu fermento;
pensamento, dê o fora,(D)
saía do meu pensamento.
Pensamento, vá embora,
desapareça no vento.
E não jogarei sementes
em cima do meu cimento.
ANTUNES, Arnaldo. Tudos. 4ª ed. São Paulo: Iluminuras, 1998.
No primeiro verso do poema “Pensamento vem de fora”, os vocábulos sublinhados exercem, respectivamente, as mesmas funções sintáticas dos termos assinalados em:
 

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Quais as regras de inferência utilizadas na dedução lógica?
!$ \lnot P \rightarrow \left ( Q \rightarrow R \right ), ~~ \lnot P, ~~ Q \vdash ~~R\ !$
 

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A questão refere-se ao texto abaixo.
Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
– Porta aberta!
– O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O suicida e o computador. Porto Alegre. L&PM, 1992. p. 55-56.
Quanto ao emprego das vírgulas no trecho abaixo,
“Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso”.
assinale a opção correta.
 

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A dimensão da tabela- verdade de uma fórmula depende do número de proposições simples que fazem parte desta fórmula. Qual a dimensão de uma tabela -verdade que possui uma fórmula com 20 proposições simples?
 

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Reservas da Biosfera são porções de ecossistemas terrestres ou costeiros onde se procuram meios de reconciliar a conservação da biodiversidade com o seu uso sustentável. O município de Limoeiro de Anadia está inserido na

 

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1332324 Ano: 2013
Disciplina: Direito Tributário
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Limoeiro Anadia-AL
Provas:
Dadas as proposições seguintes sobre o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU),
I. Poderá ser progressivo em razão do valor do imóvel.
II. Poderá ter alíquotas diferentes de acordo com a localização, o uso do imóvel e a capacidade econômica do proprietário.
III. A base do cálculo do imposto é o valor fundiário do imóvel, assim definida em lei.
IV. Não poderá ser cobrado IPTU em relação aos imóveis não assistidos pelo sistema de esgotos sanitários.
verifica-se que está(ão) correta(s)
 

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A questão refere-se ao texto abaixo.
Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
– Porta aberta!
– O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O suicida e o computador. Porto Alegre. L&PM, 1992. p. 55-56.
Considerando as afirmações seguintes acerca do primeiro período do texto: “Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas”,
I. O 1º período do texto encerra mais de um tipo de oração, sendo a 1ª oração classificada como coordenada sindética adversativa.
II. A segunda oração do período é coordenada sindética adversativa e é a principal da terceira.
III. O elemento de coesão “como se”, que introduz a terceira oração (como se ainda estivesse nas cavernas), pode ser desdobrado em duas noções; a primeira, comparativa e a segunda, condicional.
IV. Por meio do elemento de coesão “como se”, presente na 3ª oração, percebe-se que o termo de comparação é hipotético.
constata-se que está(ão) correta(s)
 

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1331557 Ano: 2013
Disciplina: Direito Tributário
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Limoeiro Anadia-AL
Provas:
Qual a opção incorreta sobre o regime jurídico da dívida ativa?
 

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A afirmação “Um pode ser representado de forma simbólica por P1 & P2 & P3 & ... & Pn !$ \rightarrow !$ Q, onde P1, P2, ... Pn são denominados e Q é denominada do argumento.”
 

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