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Na figura abaixo, !$ \overline{BC} = \overline{FG} = 5cm !$, !$ \overline{CD} = 4cm !$, !$ \overline{DE} = \overline{EF} = 2cm !$ e !$ \overline{GH} = 3cm !$. Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que a área do polígono ABCDEFGH é

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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Leia o trecho: “Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. ‘Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias’, avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.”
Tendo em vista a estrutura e o contexto em que está inserida, a palavra destacada significa:
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

São ideias defendidas pela autora, EXCETO
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Na compra de um produto há duas possibilidades: ou compram-se 20 unidades, gastando todo o dinheiro, ou compram-se 14 unidades, sobrando R$30,00 de troco. Cada unidade do produto custa
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2429792
Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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Analise as afirmativas abaixo.
I - A Planta de Situação refere-se à vista ortográfica superior esquemática com abrangência de toda a zona que envolve o terreno onde será edificada a construção projetada, com a finalidade de identificar o formato, as dimensões do lote e a amarração deste no quarteirão em que se localiza.
II - Na representação dos projetos arquitetônicos, são utilizados os seguintes desenhos: planta baixa, cortes longitudinais e transversais, fachadas, planta de situação, planta de locação e desenhos de detalhes.
III - Plantas baixas são, genericamente, cortes feitos em cada pavimento através de planos verticais imaginários.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
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2429728
Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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A respeito da perspectiva isométrica, é CORRETO afirmar:
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde(c), prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário(a) e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência(d) e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários(b) para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Em todas as alternativas, há palavras que foram acentuadas obedecendo à mesma regra, EXCETO
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A dignidade vale mais que a vida
Voltando da Itália, da qual a gente nunca se cansa, curtindo a arte, a história, a beleza natural e os lugares mais charmosos, também tentando avaliar a crise por lá, trouxemos na bagagem vários novos aprendizados. Embora em todas as cidades que visitamos na Lombardia, no Vêneto e na Toscana não tenhamos sentido a crise diretamente, com restaurantes, hotéis e praças cheios de italianos alegres com crianças (dos turistas em manadas falo depois), vimos notícias de cinco suicídios devidos a esse fantasma chamado Crise. Em geral operários, aposentados e pequenos empresários sem esperança, cansados de lutar, ou esmagados por dívidas. Um deles deixou o bilhete lacônico: "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida". O cuidado com a dignidade humana também aparece na valorização da idade e do ser natural, sem a nossa obsessão por dietas ou caras deformadas por cirurgias excessivas. Chama atenção o grande número de pessoas de bengala em museus, praças, trens, aeroportos. Isso me atingiu pessoalmente: há muitos anos, sabendo que um dia teria de apelar para ela, a bengala, que hoje uso para me mover melhor, dava-me uma sensação de tristeza. Pois nesses dias italianos fiz dela minha amiga, andei por toda parte, curti como nem esperava, e senti os benefícios de uma cultura na qual a juventude não é a única fase valorizada e se favorece quem tem qualquer problema físico. Museus com enormes escadarias reservam ascensores para quem deles precisa, e ao natural nos encaminhavam para lá. O acesso a toda parte é simples, gente espontaneamente cedendo lugar, estendendo a mão com gentileza e naturalidade. Se hoje podemos viver mais, que seja com qualidade de vida ótima, participando de tudo, em lugar de nos recolhermos melancolicamente em casa.
Um dos segredos de uma boa viagem é buscar, além daqueles pontos óbvios, alguns lugares pequenos, quase desconhecidos, que guardam tesouros incalculáveis: igrejinhas do século IV, abóbadas de mais de 1000 anos cobertas de mosaicos minúsculos em bom estado e, exposto num jardim, o trono de Átila, rei dos hunos, na ilhazinha de Torcello, junto de Veneza, talhado em pedra, sóbrio e simples, não revelando o poder brutal daquele que dominou e devastou boa parte da Europa antiga.
Se a extraordinária beleza de tantas obras está conservada por toda a Europa, na Itália parece que ela tem um brilho particular: lá, a Alta Idade Média e o Renascimento fizeram explodir em todo o seu esplendor o belo, o sublime de que o ser humano é capaz. E, porque somos humanos, esse período de luxo também centralizou opressão e crueldade. Visitamos em Florença o convento de San Marco, onde morou Savonarola, monge fanático que enviou para a fogueira milhares de inocentes. Mas cada uma das inúmeras celas do convento foi decorada por Fra Angélico, merecendo horas de silencioso encantamento.
As hordas de turistas exaustos, às vezes desinteressados, impedem em vários lugares essa contemplação demorada e tranquila. Como o turismo crescente é inevitável, e nem todos os turistas têm real desejo de apreciar a arte, penso que cada vez mais se visitarão tais lugares em casa, na internet, podendo-se ver e estudar todas as obras sem se acotovelar entre tanta gente. O melhor da humanidade (e, como sempre, o pior) começa a estar ao alcance do mouse de qualquer bom computador. Não é a mesma coisa, mas permite o luxo da tranquilidade para saborear o que, sendo contraditórios, produzimos de magnífico, além do feio, do medíocre ou do grotesco.
Além desse mergulho cultural e estético, que renova e reconcilia, da perspectiva dos problemas locais, que muda com o afastamento geográfico, da alegria pela preservação de tesouros de um passado em que o ritmo da vida permitia que engenho e arte produzissem maravilhas, veio comigo a pontinha de tristeza daquela dolorosa, respeitável frase (que cada um por aqui pode interpretar como puder): "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida".
Assinale a alternativa que explica apropriadamente o uso dos parênteses no 1º parágrafo do texto.
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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Considerando o trecho: “... que dê conta de pautar o envelhecimento ...”, assinale a alternativa que contém o verbo que NÃO seguirá a mesma regra de grafia que o verbo destacado acima, se conjugado na 3.ª pessoa do plural, no tempo presente do modo indicativo.
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Um reservatório tem !$ \dfrac{2}{5} !$ da sua capacidade preenchida com água. Se ainda faltam 3600 litros para encher totalmente o reservatório, então sua capacidade total é de
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