Foram encontradas 210 questões.
Em relação a alguns sintomas de transtornos mentais, analise as proposições abaixo e assinale V, para verdadeiro, e F, para falso.
( ) Uma pessoa na qual se diagnosticou deliro de perseguição pode ter comportamento denominado de paranoico.
( ) Na fobia, o indivíduo geralmente percebe que seu comportamento é irracional, mas ainda sente necessidade que pode ser aliviada apenas evitando o objeto ou situação temida.
( ) Falsas experiências sensoriais, tais como ouvir vozes, ter visões ou percepção de objeto ausente, são denominadas de alucinações.
( ) A percepção de objeto ausente denomina-se ilusão.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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2432843
Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Manga-MG
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O método empregado na figura abaixo corresponde à cotagem

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A fisioterapia utiliza recursos eletroterapêuticos como modalidade de tratamento, entre esses, os recursos eletroterapêuticos diatérmicos. Analise as alternativas abaixo e marque a alternativa correspondente aos agentes diatérmicos.
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“O aluno acumula saberes, passa em exames, mas não consegue usar o que aprendeu em situações reais”.
Essa afirmação denuncia o resultado de uma ação pedagógica que coloca em primeiro plano:
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Em seu texto Novas competências para ensinar, ao discutir o trabalho em equipe, Fhilippe Perrenoud apresenta algumas razões para inscrever a cooperação nas rotinas do ofício de professor. Entre elas, NÃO se encontra:
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Em uma memória de cálculo antiga, verificou-se que o fck adotado para o concreto era de 180 kgf/cm2. O fck desse concreto, em MPa, é igual a
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A dignidade vale mais que a vida
Voltando da Itália, da qual a gente nunca se cansa, curtindo a arte, a história, a beleza natural e os lugares mais charmosos, também tentando avaliar a crise por lá, trouxemos na bagagem vários novos aprendizados(b). Embora em todas as cidades que visitamos na Lombardia, no Vêneto e na Toscana não tenhamos sentido a crise diretamente, com restaurantes, hotéis e praças cheios de italianos alegres com crianças (dos turistas em manadas falo depois), vimos notícias de cinco suicídios devidos a esse fantasma chamado Crise. Em geral operários, aposentados e pequenos empresários sem esperança, cansados de lutar, ou esmagados por dívidas. Um deles deixou o bilhete lacônico: "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida". O cuidado com a dignidade humana também aparece na valorização da idade e do ser natural, sem a nossa obsessão por dietas ou caras deformadas por cirurgias excessivas. Chama atenção o grande número de pessoas de bengala(c) em museus, praças, trens, aeroportos. Isso me atingiu pessoalmente: há muitos anos, sabendo que um dia teria de apelar para ela, a bengala, que hoje uso para me mover melhor, dava-me uma sensação de tristeza. Pois nesses dias italianos fiz dela minha amiga, andei por toda parte, curti como nem esperava, e senti os benefícios de uma cultura na qual a juventude não é a única fase valorizada e se favorece quem tem qualquer problema físico. Museus com enormes escadarias reservam ascensores para quem deles precisa, e ao natural nos encaminhavam para lá. O acesso a toda parte é simples, gente espontaneamente cedendo lugar, estendendo a mão com gentileza e naturalidade. Se hoje podemos viver mais, que seja com qualidade de vida ótima, participando de tudo, em lugar de nos recolhermos melancolicamente em casa.
Um dos segredos de uma boa viagem é buscar, além daqueles pontos óbvios, alguns lugares pequenos, quase desconhecidos, que guardam tesouros incalculáveis(d): igrejinhas do século IV, abóbadas de mais de 1000 anos cobertas de mosaicos minúsculos em bom estado e, exposto num jardim, o trono de Átila, rei dos hunos, na ilhazinha de Torcello, junto de Veneza, talhado em pedra, sóbrio e simples, não revelando o poder brutal daquele que dominou e devastou boa parte da Europa antiga.
Se a extraordinária beleza de tantas obras está conservada por toda a Europa, na Itália parece que ela tem um brilho particular: lá, a Alta Idade Média e o Renascimento fizeram explodir em todo o seu esplendor o belo, o sublime de que o ser humano é capaz. E, porque somos humanos, esse período de luxo também centralizou opressão e crueldade. Visitamos em Florença o convento de San Marco, onde morou Savonarola, monge fanático que enviou para a fogueira milhares de inocentes. Mas cada uma das inúmeras celas do convento foi decorada por Fra Angélico, merecendo horas de silencioso encantamento.
As hordas de turistas exaustos, às vezes desinteressados, impedem em vários lugares essa contemplação demorada e tranquila. Como o turismo crescente é inevitável, e nem todos os turistas têm real desejo de apreciar a arte, penso que cada vez mais se visitarão tais lugares em casa, na internet, podendo-se ver e estudar todas as obras sem se acotovelar entre tanta gente. O melhor da humanidade (e, como sempre, o pior) começa a estar ao alcance do mouse de qualquer bom computador. Não é a mesma coisa, mas permite o luxo da tranquilidade para saborear o que, sendo contraditórios, produzimos de magnífico, além do feio, do medíocre ou do grotesco.
Além desse mergulho cultural e estético, que renova e reconcilia(a), da perspectiva dos problemas locais, que muda com o afastamento geográfico, da alegria pela preservação de tesouros de um passado em que o ritmo da vida permitia que engenho e arte produzissem maravilhas, veio comigo a pontinha de tristeza daquela dolorosa, respeitável frase (que cada um por aqui pode interpretar como puder): "Às vezes, a dignidade vale mais que a vida".
Em todas as alternativas, há termos que foram usados metaforicamente (linguagem figurada), EXCETO
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No trabalho escolar, o educador deve estar atento ao fato de que o educando é um sujeito, como ele, com capacidade de ação e de crescimento, com capacidade de aprendizagem, de crítica, de conduta inteligente, criatividade, avaliação e julgamento. Com esse entendimento, é CORRETO afirmar:
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

Considere o trecho retirado do quadro: “Haveria duas alternativas para incluir a nova disciplina...”
Se nessa proposição o verbo destacado for substituído por uma locução verbal usando-se o verbo ‘dever’ como auxiliar e o ‘existir’ como principal, a nova estrutura oracional, sem outras alterações formais, será:
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção, o texto a seguir para responder a questão proposta.
OUTRO ÂNGULO
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou em setembro um projeto de lei que cria duas novas disciplinas nas escolas: cidadania moral e ética, no ensino fundamental; e ética social e política, no ensino médio. Para a proposta entrar em vigor, precisa ser aprovada na Câmara. Nos últimos nove anos, as escolas foram forçadas a acrescentar matérias na grade, entre elas espanhol, sociologia e filosofia, no ensino médio; e a abordagem interdisciplinar de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, no conteúdo geral. Outras disciplinas, como matemática e leitura, tiveram o tempo reduzido. Enquanto isso, os alunos brasileiros continuam com dificuldade para aprender o essencial. O Brasil ocupa a 53a posição, entre 65 países, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Criar mais disciplinas não vai mudar essa realidade. Os esforços deveriam se concentrar em medidas para melhorar o aproveitamento do aluno e a formação do professor. Vejam-se os dados a seguir.
Os estudantes brasileiros têm dificuldade para aprender o básico, uma vez que, na lista dos 65 países incluídos no Programa de Avaliação de Estudantes (OCDE), ocupam posições muitos ruins: 57.° lugar em Matemática, 53.° lugar em Ciências e 53.° em Leitura. Portanto, a criação de mais disciplinas nas escolas em nada deve contribuir para melhorar essa situação, ao contrário, pode piorá-la. Em vez de reduzir o tempo dedicado a disciplinas básicas, o que as escolas brasileiras precisam é reforçar essa carga horária.
(1) Estimativa Seade (2) Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico. Fontes: Naércio Menezes Filho (Insper), Unesco. Victor Lavy (Universidade de Londres), Instituto Unibanco, Inep. Todos pela Educação. Educar para Crescer, Conselho Nacional de Educação e Pisa.
(IKEDA, Patrícia. Outro Ângulo, Revista Exame, São Paulo, p. 26-27, outubro de 2012. Adaptado.)

O texto apresenta explicita ou implicitamente críticas à/ao, EXCETO
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