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Foram encontradas 35 questões.

2645838 Ano: 2022
Disciplina: Geografia
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Maravilha-SC

O estado de Santa Catarina está dividido em regiões intermediárias e imediatas, segundo dados atualizados em 2017 pelo Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em diferentes critérios geográficos, bem como pela área de influência de cada município. Considerando tal divisão do estado de Santa Catarina, as regiões geográficas imediatas da região geográfica intermediária de Caçador são:

 

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O Prêmio Nobel da Paz de 2021 foi concedido a dois jornalistas, das Filipinas e da Rússia, por defesa da liberdade de expressão. O Comitê Norueguês do Nobel afirmou que a liberdade de expressão é uma pré-condição para a democracia e para uma paz duradoura. Os laureados foram:

 

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Atualmente presidente e vice-presidente bem como governadores e vice-governadores, se eleitos, tomam posse no dia 1º de janeiro do ano subsequente ao do pleito eleitoral. No entanto, a partir das eleições de 2026, conforme aprovado em emenda constitucional, a posse dos governadores e vice-governadores acontecerá em:

 

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A bandeira do Contestado foi reconhecida por lei como símbolo regional do Estado de Santa Catarina. A bandeira do Contestado deve ser:

 

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Assinale a alternativa que apresenta respectiva e corretamente a árvore, a flor e a planta medicinal símbolos do Estado de Santa Catarina, conforme disposto em lei estadual de 2017.

 

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2168864 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Maravilha-SC

O bem e o mal do estrangeirismo¹

Rooftop, insight, approach… O Brasil parece cada vez mais inclinado a trocar seu vocabulário todo por termos em inglês. Mas a adoção de palavras de origem estrangeira não tem nada de nova: é tão antiga quanto a capacidade do Homo sapiens de falar e fundamental para a própria evolução das línguas.

O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. [...] o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. A tal ponto que, em novembro do ano passado, o jornal lisboeta Diário de Notícias publicou uma matéria em tom xenofóbico, reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.

“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no frigorífico”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento – à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”

Pais e educadores portugueses estão preocupados. Mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês – e aí sem a mesma vergonha.

Um exemplo: enquanto, no trânsito daqui, temos em cada cruzamento uma placa indicadora que diz “Pare”, em Portugal a mesma sinalização diz “Stop”. E, lá como cá, o motorista entende muito bem o que deve fazer.

Isso porque o estrangeirismo – a influência de culturas do exterior sobre os costumes e as falas de um povo – é parte da evolução natural de qualquer língua. A forma como nos expressamos se modifica o tempo todo, e um mundo globalizado (fenômeno que não nasceu com a internet – é forte desde as Grandes Navegações dos séculos 15 e 16) acelera esse intercâmbio linguístico. Tentar proibi-lo é como enxugar gelo. [...]

[...] quando um termo de qualquer país é incorporado amplamente nos nossos diálogos e textos, ele na prática deixa de ser estrangeiro. Vira nosso. Todo dicionário nacional está inundado de vocábulos que não brotaram nem em Portugal, nem no Brasil, mas que já são tão de casa quanto receita de caipirinha.

[...] O mal do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”. O problema maior é quando, no afã de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa.

[...] Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas. Mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil – que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” – vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.

(¹Texto Alexandre Carvalho - 18 mar 2022 – https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ (acesso em 28 de março). Texto adaptado especialmente para essa prova.)

“Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento” (3º parágrafo); na frase, notam-no o -no refere-se:

 

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2168863 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Maravilha-SC

O bem e o mal do estrangeirismo¹

Rooftop, insight, approach… O Brasil parece cada vez mais inclinado a trocar seu vocabulário todo por termos em inglês. Mas a adoção de palavras de origem estrangeira não tem nada de nova: é tão antiga quanto a capacidade do Homo sapiens de falar e fundamental para a própria evolução das línguas.

O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. [...] o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. A tal ponto que, em novembro do ano passado, o jornal lisboeta Diário de Notícias publicou uma matéria em tom xenofóbico, reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.

“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no frigorífico”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento – à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”

Pais e educadores portugueses estão preocupados. Mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês – e aí sem a mesma vergonha.

Um exemplo: enquanto, no trânsito daqui, temos em cada cruzamento uma placa indicadora que diz “Pare”, em Portugal a mesma sinalização diz “Stop”. E, lá como cá, o motorista entende muito bem o que deve fazer.

Isso porque o estrangeirismo – a influência de culturas do exterior sobre os costumes e as falas de um povo – é parte da evolução natural de qualquer língua. A forma como nos expressamos se modifica o tempo todo, e um mundo globalizado (fenômeno que não nasceu com a internet – é forte desde as Grandes Navegações dos séculos 15 e 16) acelera esse intercâmbio linguístico. Tentar proibi-lo é como enxugar gelo. [...]

[...] quando um termo de qualquer país é incorporado amplamente nos nossos diálogos e textos, ele na prática deixa de ser estrangeiro. Vira nosso. Todo dicionário nacional está inundado de vocábulos que não brotaram nem em Portugal, nem no Brasil, mas que já são tão de casa quanto receita de caipirinha.

[...] O mal do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”. O problema maior é quando, no afã de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa.

[...] Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas. Mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil – que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” – vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.

(¹Texto Alexandre Carvalho - 18 mar 2022 – https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ (acesso em 28 de março). Texto adaptado especialmente para essa prova.)

Assinale a alternativa em que a regência não está correta:

 

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2168575 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Maravilha-SC
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De acordo com o Anexo V da Lei Complementar Municipal nº 95, de 21 de novembro de 2016 (Plano Diretor do Município de Maravilha/SC) e com as alterações promovidas pela Lei Complementar nº 162, de 04 de agosto de 2021, são definidas diretrizes de ocupação do solo para cada Zona Urbana do município de Maravilha/SC. Para a Zona Residencial 1 (ZR 1), tem-se como parâmetros corretos o que se afirma em:
 

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2168574 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Maravilha-SC
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Conforme o Plano Diretor do Município de Maravilha/SC (Lei Complementar Municipal nº 95), a taxa de ocupação é o instrumento de controle de ocupação do solo que estabelece a relação entre a projeção máxima de construção permitida no plano horizontal e o tamanho do lote, definida em função do uso e da zona em que se situar. Para o cálculo da projeção máxima de construção permitida no plano horizontal, não são computados determinados elementos. Nesse sentido, com base no Plano Diretor do Município de Maravilha, não são computados no cálculo da projeção máxima de construção, os seguintes itens, exceto:

 

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2168570 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Unoesc
Orgão: Pref. Maravilha-SC
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A ABNT NBR 6118:2014 estabelece os requisitos básicos exigíveis para o projeto de estruturas de concreto simples, armado e protendido, excluídas aquelas em que se empregam concreto leve, pesado ou outros especiais. Com o objetivo de evitar um desempenho inaceitável para os elementos estruturais e para propiciar condições de execução adequadas, esta norma prescreve valores-limites mínimos para as dimensões de elementos estruturais de concreto. Analise as afirmações a seguir quanto aos limites mínimos de dimensões definidos pela ABNT NBR 6118:2014 e assinale com (V) verdadeiro ou (F) falso.

( ) A seção transversal das vigas não pode apresentar largura menor que 12cm e a das vigas-parede, menor que 15cm. Estes limites podem ser reduzidos, respeitando-se um mínimo absoluto de 10cm em casos excepcionais.

( ) A seção transversal de pilares e pilares-parede maciços, qualquer que seja a sua forma, não pode apresentar dimensão menor que 19cm. Em casos especiais, permite-se a consideração de dimensões entre 19cm e 14cm, desde que se multipliquem os esforços solicitantes de cálculo a serem considerados no dimensionamento por um coeficiente adicional.

( ) Lajes maciças em balanço devem apresentar espessura mínima de 10cm.

( ) Em lajes nervuradas a espessura das nervuras não pode ser inferior a 7cm.

A sequência correta de respostas, de cima para baixo é:

 

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