Foram encontradas 30 questões.
Sobre a colonização de Portugal no Brasil, é correto afirmar:
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Na proporção 2x/3 = 40/6, qual o valor de x?
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Um terreno tem 3 000 metros quadrados, dos quais 3/8 foram reservados para a plantação de laranjeiras. Quantos metros quadrados sobraram?
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Das opções abaixo, qual é utilizada como função de HASH criptográfico?
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Qual das redes abaixo permite o compartilhamento de impressoras?
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2514027
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Leia trecho da notícia a seguir:
Mulheres enfrentam o machismo cotidiano
Uma cantada hoje, um assédio amanhã, salários desiguais e sobrecarga de trabalho doméstico. Uma rotina de violência dentro e fora de casa faz parte da história das mulheres em todo o mundo. Mas, dia a dia, esse cenário vem mudando. É cada vez maior o número de mulheres que se levantam contra as violências impostas pela sociedade machista. (Fonte: Brasil de Fato, 2016).
O nome do movimento das mulheres que luta pela igualdade de gênero e contra a cultura machista na nossa sociedade se denomina:
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Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
Sozinho no bar
(Aluízio Falcão)
Nove da noite no bar Bohemia. Movimentadíssimo na madrugada este bar, em horas cristãs, tinha um silêncio de mosteiro. Nessa mesa ao lado, um jovem casal ia tocando sua conversinha em voz baixa, mas eu podia ouvir claramente. Ele dizia que era da Mooca e nem precisava dizer, o sotaque revelava. A moça era do interior, informação também desnecessária, dado o erre esticado em certas sílabas, tão presente na fala caipira de São Paulo. Eu acompanhava a conversa discretamente, sem olhar, como quem ouve um programa de rádio. O rapaz se esforçava para impressionar, dizia que gostava de ler, desfiava títulos de best-sellers. A namorada, modesta, nem se lembrava do último livro que lera, comentava a novela das oito. Depois, graças a Deus, abandonaram os temas estéticos. Enveredaram pelos floridos caminhos da intimidade. Ela disse “eu te gosto” com voz trêmula, e senti uma vaga inveja por serem tão jovens e tão felizes. Onde estarão hoje, passados tantos anos? Fico a imaginar quantas pessoas já ocuparam aquelas mesas e se disseram juras e frases perdidas para sempre. Algumas até deveriam ter sido escritas, de tão bonitas que eram. Assim são os bares: museus de conversas que se foram, beijos que os fantasmas beberam pelo caminho, antigas ternuras desfeitas pelo tempo, esse grande filho da puta.
Naquela noite eu esperava retardatários. A presença do jovem casal no bar tornou menos desconfortável a falta de companhia. Ficar sozinho em botequim é a pior forma de solidão. Lembro um episódio que se atribui a Tom Jobim, não sei se real, mas típico do senso de humor do grande músico.
Contam que Jobim chegou ao bar favorito e ficou esperando sua turma: Chico Buarque & Cia. Passavam-se horas, não aparecia ninguém. Toda vez que a porta do bar se abria, o maestro olhava, curioso, e nada. Somente chegavam estranhos, como estranha era toda a freguesia em volta, incluindo moças desacompanhadas que o compositor observava, já depois da terceira dose, com interesse cada vez maior. As moças, porém, continuavam o papo, indiferentes aos seus olhares.
Para tornar ainda mais triste a solidão de Tom Jobim, alguns casais nas mesas próximas caprichavam em cenas românticas. Tudo conspirava para que ele acelerasse o consumo de uísque. Sem ter com quem conversar nos bares as pessoas tendem a beber muito mais. O maestro não fugia a essa regra boêmia. Num dado instante, de copo vazio, espiava com inveja um casal se beijando, quando o garçom aproximou-se: “O senhor quer alguma coisa?” E Jobim, imperativo: “Garçom, beije-me”.
FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê
Editorial. São Paulo: 1998.
Releia e responda: “Lembro um episódio que se atribui a Tom Jobim, não sei se real, mas típico do senso de humor do grande músico.” De acordo com as regras vigentes de acentuação gráfica, as duas palavras sublinhadas são:
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Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
Sozinho no bar
(Aluízio Falcão)
Nove da noite no bar Bohemia. Movimentadíssimo na madrugada este bar, em horas cristãs, tinha um silêncio de mosteiro. Nessa mesa ao lado, um jovem casal ia tocando sua conversinha em voz baixa, mas eu podia ouvir claramente. Ele dizia que era da Mooca e nem precisava dizer, o sotaque revelava. A moça era do interior, informação também desnecessária, dado o erre esticado em certas sílabas, tão presente na fala caipira de São Paulo. Eu acompanhava a conversa discretamente, sem olhar, como quem ouve um programa de rádio. O rapaz se esforçava para impressionar, dizia que gostava de ler, desfiava títulos de best-sellers. A namorada, modesta, nem se lembrava do último livro que lera, comentava a novela das oito. Depois, graças a Deus, abandonaram os temas estéticos. Enveredaram pelos floridos caminhos da intimidade. Ela disse “eu te gosto” com voz trêmula, e senti uma vaga inveja por serem tão jovens e tão felizes. Onde estarão hoje, passados tantos anos? Fico a imaginar quantas pessoas já ocuparam aquelas mesas e se disseram juras e frases perdidas para sempre. Algumas até deveriam ter sido escritas, de tão bonitas que eram. Assim são os bares: museus de conversas que se foram, beijos que os fantasmas beberam pelo caminho, antigas ternuras desfeitas pelo tempo, esse grande filho da puta.
Naquela noite eu esperava retardatários. A presença do jovem casal no bar tornou menos desconfortável a falta de companhia. Ficar sozinho em botequim é a pior forma de solidão. Lembro um episódio que se atribui a Tom Jobim, não sei se real, mas típico do senso de humor do grande músico.
Contam que Jobim chegou ao bar favorito e ficou esperando sua turma: Chico Buarque & Cia. Passavam-se horas, não aparecia ninguém. Toda vez que a porta do bar se abria, o maestro olhava, curioso, e nada. Somente chegavam estranhos, como estranha era toda a freguesia em volta, incluindo moças desacompanhadas que o compositor observava, já depois da terceira dose, com interesse cada vez maior. As moças, porém, continuavam o papo, indiferentes aos seus olhares.
Para tornar ainda mais triste a solidão de Tom Jobim, alguns casais nas mesas próximas caprichavam em cenas românticas. Tudo conspirava para que ele acelerasse o consumo de uísque. Sem ter com quem conversar nos bares as pessoas tendem a beber muito mais. O maestro não fugia a essa regra boêmia. Num dado instante, de copo vazio, espiava com inveja um casal se beijando, quando o garçom aproximou-se: “O senhor quer alguma coisa?” E Jobim, imperativo: “Garçom, beije-me”.
FALCÃO, Aluízio. Crônicas da vida boêmia. Editora Ateliê
Editorial. São Paulo: 1998.
Releia o trecho e responda: “Movimentadíssimo na madrugada este bar, em horas cristãs, tinha um silêncio de mosteiro.” A expressão grifada tem valor morfológico de:
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2512199
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Assinale a alternativa que apresenta apenas pessoas que ocuparam o cargo de presidente do Brasil:
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À vista o preço de um automóvel é de R$ 26 454,00 reais. A prazo, o mesmo automóvel custa R$ 38 932,00 reais. A diferença entre esses valores é chamada juros. Se você comprar esse automóvel a prazo, qual é a quantia que pagará de juros?
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