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Em uma confraternização, cada participante pagou R$ 60,00 pelo jantar. O valor total do
jantar foi de R$ 1.080,00 (não incluído bebidas). O valor das bebidas foi dividido igualmente
entre todos os participantes, cada um pagou o valor de R$ 25,00. Com bases nesses dados,
o total gasto com bebidas foi de:
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A tabela abaixo corresponde a conta de água de Dona Arlete:
Considerando que a taxa de lixo é um valor fixo e que o valor do esgoto, representado por “x”, é um percentual de 80% do valor do consumo de água, qual o valor total da fatura de Dona Arlete?
Considerando que a taxa de lixo é um valor fixo e que o valor do esgoto, representado por “x”, é um percentual de 80% do valor do consumo de água, qual o valor total da fatura de Dona Arlete?
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No futebol, cada vitória dá ao vencedor 3 pontos, no caso de empate, 1 ponto e a
derrota concede 0 pontos. Uma equipe jogou 20 partidas, venceu 12, empatou 6 e teve 2
derrotas. Assim, o total de pontos que a equipe fez até o momento é igual a:
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Um produto, devido a sua escassez, teve seu valor aumentado consideravelmente. Ele
custava R$ 500,00 e seu valor passou para R$ 900,00. Qual o valor percentual de aumento
deste produto?
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A parede de um prédio tem dimensões de 60 metros de altura por 25 metros de largura
e vai ganhar uma pintura nova. A empresa que vai realizar este trabalho tem capacidade de
pintar 75m² por dia. Com base nessas informações, em quantos dias o trabalho será
realizado?
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Um ganhador de loteria resolveu dividir o prêmio com seus familiares, o prêmio é de R$
1.786.320,00. Ele irá dividir da seguinte maneira: 60% do prêmio ficará com ele e o restante
será dividido entre 8 familiares. Com base nessas informações, cada familiar recebeu o
valor de:
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Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?
A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de
160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo
das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão
causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo.
As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que
antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa
descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de
referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel
Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27
grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000,
quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.
O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por
ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas
desde 1900.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta
de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos
catastróficos e irreversíveis.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.
Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às
sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de
inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.
Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a
morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento
acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo
antes do que se estimava anteriormente.
Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um
colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente
oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.
Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão
preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como
ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar,
amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do
fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca,
os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos.
O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências
meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4
milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área
aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.
Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios
florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais
elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.
Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
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Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?
A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de
160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo
das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão
causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo.
As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que
antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa
descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de
referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel
Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27
grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000,
quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.
O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por
ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas
desde 1900.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta
de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos
catastróficos e irreversíveis.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.
Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às
sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de
inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.
Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a
morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento
acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo
antes do que se estimava anteriormente.
Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um
colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente
oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.
Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão
preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como
ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar,
amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do
fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca,
os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos.
O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências
meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4
milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área
aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.
Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios
florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais
elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.
Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
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Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?
A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de
160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo
das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão
causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo.
As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que
antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa
descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de
referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel
Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27
grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000,
quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.
O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por
ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas
desde 1900.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta
de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos
catastróficos e irreversíveis.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.
Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às
sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de
inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.
Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a
morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento
acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo
antes do que se estimava anteriormente.
Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um
colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente
oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.
Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão
preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como
ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar,
amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do
fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca,
os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos.
O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências
meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4
milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área
aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.
Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios
florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais
elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.
Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
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Questão presente nas seguintes provas
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?
A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de
160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo
das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão
causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo.
As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que
antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa
descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de
referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel
Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27
grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000,
quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.
O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por
ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas
desde 1900.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta
de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos
catastróficos e irreversíveis.
O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.
Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às
sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de
inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.
Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a
morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento
acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo
antes do que se estimava anteriormente.
Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um
colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente
oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.
Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão
preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como
ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar,
amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do
fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca,
os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos.
O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências
meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4
milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área
aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.
Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios
florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais
elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.
Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
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