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Foram encontradas 40 questões.

1350881 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
O perímetro de um terreno retangular de 286 metros de comprimento é igual ao um quadrado com 162 metros de lado. Qual é a largura desse terreno?
 

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1350815 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
NO NATAL, PRESENTE DE GREGO
Por mais que a gente questione o consumismo em torno da data, fica difícil passar um Natal em branco, sem presentes. A facilidade do 13° salário, os apelos da mldia, o amigo oculto do trabalho e a força da tradição dão um empurrãozinho. O velho "garoto propaganda" do comércio, o Papai Noel, continua bombando, com todo o vigor, o aquecimento do comércio global. Diante de tanto apelo, como deixar uma criança sem receber o símbolo comercial da festa religiosa? E nem adianta tentar conscientizar os "baixinhos· sobre o apelo mercantil, com tantas Xuxas e outros programas de 1V abarrotados de comerciais com lançamentos voltados para eles.
Também, é praticamente inegociável tentar barganhar tais lançamentos por outro bem, como roupa, sapato, material escolar. No alto de seus oito anos, meu sobrinho Caio defende: "Quem gosta de ganhar esses presentes são os pais das crianças". E encerrou a conversa: "Criança quer mesmo brinquedo".
Mas que tal transformarmos esse ato em algo mais responsável? Num aspecto evoluímos muito. Há bem pouco tempo, a sociedade de consumo incentivava o lado bélico infantil desde os primeiros anos. Além de jogos de tabuleiros como War, Guerra nas Estrelas e outros, existiam as réplicas de armas. Nos anos 70 e 80, a indústria produzia brinquedos tão similares às armas reais que, muitas vezes, eram usados em assaltos de verdade. Quem, com mais de 30 anos, nunca ganhou um revólver, uma espingarda, uma metralhadora de brinquedo no Natal ou aniversário? Hoje, praticamente estão guardados no baú das lembranças de nossas infâncias. Felizmente, parece que a sociedade resolveu promover o "desarmamento infantil". Porém, por incrível que pareça, algumas lojas ainda vendem o produto. Não como antes, em destaques nas vitrines, mas escondidos, bem no fundinho, na expectativa de que um adulto menos responsável compre. É hora de avaliarmos se esse estabelecimento merece ou não a nossa clientela.
Mas não é este o único cuidado na escolha de um presente infantil. Muitas vezes não damos atenção aos avisos, nas embalagens, sobre a faixa etária à qual o produto é adequado. O erro pode resultar em brinquedos perigosos ou monótonos. Hoje, alguns têm até data de validade. Vale tentar saber também se a empresa fabricante é responsável do ponto de vista sócio-ambiental e de que matéria-prima é produzido o brinquedo.
O cuidado é importante porque estas noções, em muitos casos, não chegaram aos fabricantes e autoridades fiscalizadoras. Fico na dúvida: será que meus presentes podem causar algum dano físico, material ou até dependência? Quem me garante que, daqui alguns meses, o perigo não virá à tona? Há produtos que causam contaminação por mercúrio, imãs e pecinhas que soltam e podem ser engolidas e até causadores de dependência química.
E a pergunta entalada na nossa garganta que ninguém responde. Se estão ocorrendo tantos problemas, algo anda errado com o controle de qualidade, ou não foram feitas pesquisas suficientes antes de se colocarem os produtos no mercado. Além disso, também fica a impressão de discriminação de alguns fabricantes internacionais no processo de substituição do "brinquedo bomba". Repararem que sempre procuram postergar, em países como o Brasil, trocas imediatas realizadas na Europa ou Estados Unidos. Alega-se necessidade de novas pesquisas. Mesmo quando a troca ou devolução de dinheiro são decididas, o processo é sempre mais penoso e burocrático do que nas nações centrais.
Como agradar a criança e ter a tranquilidade de não estar fazendo um mal? Alguém conhece alguma fábrica do inocente carrinho de rolimã? Ou algum borracheiro que ainda transforme a câmara de ar de pneus em bóias para praia e piscina? Se souberem, me avisem antes do Natal!
Luiz André Ferreira, "Le Monde Diplomatique", edição de 20 de dezembro de 2007.
A dificuldad~ de deixar um Natal passar em branco decorre dos fatos a seguir, exceto daquele destacado em qual alternativa?
 

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1350446 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
NO NATAL, PRESENTE DE GREGO
Por mais que a gente questione o consumismo em torno da data, fica difícil passar um Natal em branco, sem presentes. A facilidade do 13° salário, os apelos da mldia, o amigo oculto do trabalho e a força da tradição dão um empurrãozinho. O velho "garoto propaganda" do comércio, o Papai Noel, continua bombando, com todo o vigor, o aquecimento do comércio global. Diante de tanto apelo, como deixar uma criança sem receber o símbolo comercial da festa religiosa? E nem adianta tentar conscientizar os "baixinhos· sobre o apelo mercantil, com tantas Xuxas e outros programas de 1V abarrotados de comerciais com lançamentos voltados para eles.
Também, é praticamente inegociável tentar barganhar tais lançamentos por outro bem, como roupa, sapato, material escolar. No alto de seus oito anos, meu sobrinho Caio defende: "Quem gosta de ganhar esses presentes são os pais das crianças". E encerrou a conversa: "Criança quer mesmo brinquedo".
Mas que tal transformarmos esse ato em algo mais responsável? Num aspecto evoluímos muito. Há bem pouco tempo, a sociedade de consumo incentivava o lado bélico infantil desde os primeiros anos. Além de jogos de tabuleiros como War, Guerra nas Estrelas e outros, existiam as réplicas de armas. Nos anos 70 e 80, a indústria produzia brinquedos tão similares às armas reais que, muitas vezes, eram usados em assaltos de verdade. Quem, com mais de 30 anos, nunca ganhou um revólver, uma espingarda, uma metralhadora de brinquedo no Natal ou aniversário? Hoje, praticamente estão guardados no baú das lembranças de nossas infâncias. Felizmente, parece que a sociedade resolveu promover o "desarmamento infantil". Porém, por incrível que pareça, algumas lojas ainda vendem o produto. Não como antes, em destaques nas vitrines, mas escondidos, bem no fundinho, na expectativa de que um adulto menos responsável compre. É hora de avaliarmos se esse estabelecimento merece ou não a nossa clientela.
Mas não é este o único cuidado na escolha de um presente infantil. Muitas vezes não damos atenção aos avisos, nas embalagens, sobre a faixa etária à qual o produto é adequado. O erro pode resultar em brinquedos perigosos ou monótonos. Hoje, alguns têm até data de validade. Vale tentar saber também se a empresa fabricante é responsável do ponto de vista sócio-ambiental e de que matéria-prima é produzido o brinquedo.
O cuidado é importante porque estas noções, em muitos casos, não chegaram aos fabricantes e autoridades fiscalizadoras. Fico na dúvida: será que meus presentes podem causar algum dano físico, material ou até dependência? Quem me garante que, daqui alguns meses, o perigo não virá à tona? Há produtos que causam contaminação por mercúrio, imãs e pecinhas que soltam e podem ser engolidas e até causadores de dependência química.
E a pergunta entalada na nossa garganta que ninguém responde. Se estão ocorrendo tantos problemas, algo anda errado com o controle de qualidade, ou não foram feitas pesquisas suficientes antes de se colocarem os produtos no mercado. Além disso, também fica a impressão de discriminação de alguns fabricantes internacionais no processo de substituição do "brinquedo bomba". Repararem que sempre procuram postergar, em países como o Brasil, trocas imediatas realizadas na Europa ou Estados Unidos. Alega-se necessidade de novas pesquisas. Mesmo quando a troca ou devolução de dinheiro são decididas, o processo é sempre mais penoso e burocrático do que nas nações centrais.
Como agradar a criança e ter a tranquilidade de não estar fazendo um mal? Alguém conhece alguma fábrica do inocente carrinho de rolimã? Ou algum borracheiro que ainda transforme a câmara de ar de pneus em bóias para praia e piscina? Se souberem, me avisem antes do Natal!
Luiz André Ferreira, "Le Monde Diplomatique", edição de 20 de dezembro de 2007.
Segundo o autor, com o tempo, houve um aspecto positivo na evolução dos brinquedos. Assinale a alternativa em que tal fato está descrito.
 

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1350400 Ano: 2009
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
Considerando todos os usuários do sistema de trânsito, e tendo em vista a preocupação com a segurança nas vias, veículos e usuários, a maior responsabilidade recai sobre o:
 

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1349903 Ano: 2009
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
A Lei nº 10.048, de 19 de dezembro de 2000, no capítulo que trata "do desenho e a localização do mobiliário urbano", estabelece:
 

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1349570 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
Conforme o Código Brasileiro de Trânsito, a velocidade máxima permitida nas vias arteriais, onde não existir sinalização regulamentadora, em km/h, é de:
 

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1349389 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
Uma viagem entre as cidades A e B é feita em 2 horas e 45 minutos, se mantida uma velocidade constante de 120 km/h. Com base nestas informações, qual a distância entre as cidades?
 

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1349260 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
ÁCIDO ACET/LSALICÍLICO (AAS)
Apresentação:
Comprimido - 500mg
Indicações:
Analgésico, antitérmico e antiinflamatório. Usado na profilaxia do infarto do miocárdio.
Posologia:
Adultos e crianças acima de 12 anos: 500mg, de 4 em 4 horas. Não exceder 4g/dia.
Contra indicação:
Pacientes com risco hemorrágico e antecedentes de úlcera, gastrite e hepatopatia grave. Tratamento prolongado com anticoagulantes.
Efeitos adversos:
Náusea, vômito, dor, desconforto epigástrico. Diminuição da função renal. Tratamento prolongado pode
causar sintomas como zumbido nos ouvidos, cefaléia, vertigem e confusão.
Interações:
Ingestão concomitante com álcool pode ocasionar hemorragia gastrointestinal e aumentar o tempo de sangramento.
Precauções:
Tomar preferencialmente após as refeições. Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática, deficiência de vitamina K, no pré-operatório e em idosos. Pacientes com história de asma brônquica (podem vir a apresentar crise asmática.).
Gravidez: no último trimestre pode prolongar o trabalho de parto e contribuir com o sangramento fetal e materno.
Da leitura das orientações acima, não podemos concluir que:
 

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1349080 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
Alargamento das vias principais nas cidades, incentivar as pessoas a usarem o transporte público, dar exclusividades em algumas faixas para ônibus, diminuir os incentivos financeiros para o transporte particular e aumentar para o transporte público, incentivar a geração de emprego próximos a grande número de residências e investir pesadamente em transporte ferroviário (trens e metrôs), são soluções decorrentes de problemas como:
 

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1484128 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Mauá-SP
Considerando as competências do órgão máximo executivo de trânsito da União, analise as afirmativas abaixo.
I. Expedir a Permissão para Dirigir. a Carteira Nacional de Habilitação, os Certificados de Registro e o de Licenciamento Anual mediante delegação aos órgãos executivos dos Estados e do Distrito Federal.
lI. Coordenar a administração da arrecadação de multas por infrações ocorridas em localidade diferente daquela da habilitação do condutor infrator e em unidade da Federação diferente daquela do licenciamento do veículo.
IlI. Estabelecer, em conjunto com as Polícias Militares, as diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito.
IV. Promover e participar de projetos e programas de educação e segurança de trânsito de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN.
Está correto o que consta em:
Questão Desatualizada

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