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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
De acordo com a Constituição Federal, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Avalie se esse direito se expressa nos seguintes termos, dentre outros:
I- Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.
II- Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.
III- É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo entretanto passível de restrições o exercício dos cultos religiosos e a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.
IV- A casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.
Estão corretos:
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Texto:
Ah, ser somente o presente
Ferreira Gullar
Muito embora alguns de meus poemas falem do passado, viver no passado ou tê-lo presente no meu dia a dia não me agrada. Na verdade, todos nós somos o que vivemos e, de certo modo, o passado constitui também o nosso presente, quer o lembremos ou não. Mas, precisamente porque somos o que vivemos, trazemos conosco lembranças muitas vezes dolorosas, que de repente emergem no presente. Disso, creio que ninguém gosta, à exceção dos masoquistas.
Para falar com franqueza, confesso que sofrer não é a minha vocação, embora nem sempre consiga escapar do sofrimento. Se puder, escapo. Creio mesmo que a vocação do ser humano (de todo ser vivo?) é a felicidade.
Isso é o que todos buscamos, na comida que saboreamos, na bebida que sorvemos, nos momentos de amor, no carinho, na amizade e na alegria de fazer o outro feliz. Sofrer, não. Só quando não tem jeito e a lembrança do passado é quase sempre sofrimento: ou porque voltamos a sentir a dor de outrora, ou porque relembramos a felicidade que houve e se foi para nunca mais.
Por isso foi que, certa manhã, ao entrar na sala vindo do quarto de dormir, deparei-me com o sol matinal que a invadia e me senti feliz como nunca. Nenhum passado, nenhuma lembrança. Eu era ali, então, um bicho transparente, mergulhado na luz matinal. E escrevi estes versos:
“Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala”.
Essa é uma aspiração certamente impossível de realizar, mas a poesia é, entre outras coisas, viver, com a ajuda da palavra, o impossível, já que aspirar apenas ao possível não tem graça. Pois bem, houve gente que leu esses versos e não apenas gostou deles como concordou com aquela aspiração irrealizável. Essa de que o passado já era.
Mas eis que estou caminhando pela avenida Atlântica quando vem a meu encontro um senhor de óculos, barba e cabelos quase inteiramente brancos.
— Gullar, meu querido, quantos anos faz que a gente não se vê! Lembra daquele dia, na Redação da “Manchete”, quando o Adolpho Bloch só faltou te agredir?
— Me agredir, é? — falei por falar, já que não sabia quem era aquele sujeito que me abordara assim de repente. E ele continuou:
— Você tinha aparecido na televisão, de barba por fazer e sem gravata, falando em nome da revista, o que deixou o Adolpho furioso.
E acrescentou:
— Mas acho que você não está me reconhecendo... Eu sou o Hélio, o fotógrafo.
Só então me lembrei dele. Tínhamos sido amigos e não fui capaz de reconhecê-lo.
— Você pegou um cinzeiro, ia bater com ele na cara do Adolpho e fui eu que te arrastei para fora da Redação, lembra?
A verdade é que nunca fui muito bom de memória. Quando voltei do exílio, uma atriz famosa e linda, companheira na luta contra a ditadura, desceu do carro no meio da rua, em Ipanema, para vir me abraçar. Dois meses depois, estou lançando um livro e ela para em minha frente para que eu lhe autografe o livro, e o nome dela some de minha mente. Entro em pânico. Não poderia perguntar-lhe o nome depois daquele abraço efusivo em plena rua.
A solução que encontrei foi me levantar, sair da livraria, atravessar correndo a rua, entrar no boteco em frente, perguntar à Teresa o nome da atriz e voltar. Sentei-me de novo, ela me olhou sem entender nada. Escrevo, então, no livro: “Para Norma Bengell...”.
Com o passar dos anos, a coisa foi ficando pior. Outro dia, combinei com a Cláudia que iríamos ao cinema. Escolhi o filme, marquei para nos encontrarmos lá mesmo, cheguei antes, comprei as entradas (uma inteira e uma meia, que eu sou idoso) mas, quando o filme começou, ela falou revoltada: “Você ficou maluco? Esse filme nós já vimos!”. E eu: “Você está brincando!”. “Eu, brincando!? Você é que está maluco! Não faz nem um mês que vimos este filme!”
Realmente, após minutos, constatei que já o havíamos visto. Assim está minha memória: tudo o que vejo, leio, ouço ou faço logo esqueço. Não tenho mais passado. Aquilo que escrevi no poema virou verdade: tornei-me apenas o presente, esta manhã, esta sala.
(São Paulo, domingo, 08 de abril de 2012. Jornal Folha de São Paulo. Ilustrada)
Os versos “Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala” traduz algo impossível de realizar, mas que, segundo o autor, ajuda a viver o impossível porque é:
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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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São fatores importantes para o desempenho de cargo público os a seguir listados, EXCETO:
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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
“É um gás incombustível, inodoro, incolor, mais pesado que o ar, não é tóxico, mas sua ingestão provoca asfixia. Atua por abafamento, dissipa-se rapidamente quando aplicado em locais abertos. Não conduz corrente elétrica, nem suja o ambiente em que é utilizado. Apresenta melhor resultado no combate a incêndios das Classes B e C.”
(adap. de Prevenção e Combate a Incêndios – CBMERJ)
O texto se refere:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: BIO-RIO
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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
O hábito de fumar traz severos problemas de saúde a quem fuma e a quem está próximo de quem fuma. Por isso, o fumo é proibido em locais fechados em que há concentração de pessoas. Para piorar, as pontas de cigarro, quando jogadas fora de forma inadequada podem contribuir para a poluição ambiental e também podem causar incêndios. Para jogar fora a ponta de um cigarro, avalie se as seguintes providências são adequadas:
I- Só jogar fora a ponta depois de se ter certeza de que ela está apagada.
II- Sempre que possível, molhar e/ou amassar bem a ponta, antes de jogá-la fora.
III- Nunca jogar a ponta na rua, no rio, no mar ou em qualquer outro lugar que não seja um coletor de lixo.
IV- Preferir sempre jogar a ponta em recipientes coletores de papéis.
Estão corretas as afirmativas:
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