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Foram encontradas 60 questões.

2442465 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Entre os fatores a seguir, o que NÃO deve ser levado em consideração para a escolha do espaçamento de plantio, para formação de povoamento de eucalipto visando a produção de madeira é:
 

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2442419 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A água é considerada um recurso natural renovável, e a Agência Nacional de Águas (ANA) desenvolveu o Programa Produtor de Água, com foco no estímulo à política de Pagamento por Serviços Ambientais voltado à proteção hídrica no Brasil.
Marque a alternativa com o perfil de projetos que o Programa Produtor de Água apoia, orienta e certifica.
 

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2441493 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
José e João vão dar sucessivas voltas em torno de uma pista circular de 1km de extensão. Os dois iniciarão o percurso no mesmo instante, partindo do mesmo ponto, e vão girar no mesmo sentido. José irá de bicicleta, a uma velocidade de 24km/h e João, a pé, a uma velocidade de 8km/h. Assim, quando José alcançar João novamente, José e João estarão respectivamente em suas voltas número:
 

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2441477 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Avalie se a extinção local de animais pela fragmentação florestal pode comprometer o fluxo gênico de populações de espécies arbóreas nos seguintes casos:
I - Falta dos predadores de plântulas de espécies arbóreas.
II - Falta de espécies invasoras para competir com as espécies arbóreas do fragmento florestal.
III - Falta dos agentes polinizadores de flores e dispersores de sementes.
IV - Falta de animais conhecidos como pragas florestais.
Está(ão) correto(s):
 

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2440913 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

Em “Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo.”, a oração destacada possui o mesmo valor que o de um:

 

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2439466 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Sistemas Agrossilvipastoris são caracterizados pelo consórcio entre componentes arbóreos, agrícolas e forrageiros / animais. Em relação a estes sistemas é correto afirmar que:
 

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2438931 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Sementes florestais recalcitrantes são sementes:
 

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2436930 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A regeneração natural é uma importante técnica para a recuperação de áreas degradadas. Ela normalmente se caracteriza por um processo mais lento que, entretanto, pode ser acelerado se:
 

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2436556 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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No manejo de fragmentos florestais podemos encontrar três distintos grupos de fragmentos:
Grupo A - Fragmentos que apresentam uma boa cobertura arbórea, com uma boa regeneração natural, presença de banco de sementes e conectividade com outros fragmentos que possam fornecer propágulos.
Grupo B - Fragmentos que apresentam cobertura arbórea parcial, com baixos índices de regeneração natural.
Grupo C - Fragmentos com cobertura vegetal comprometida, com pouca ou nenhuma árvore, onde os solos se encontram fortemente alterados ou degradados.
Em relação ao manejo dos fragmentos, avalie as três opções de manejo a seguir:
I - As intervenções nos fragmentos do Grupo A poderiam ser apenas para manter o fragmento livre do fogo (ex. construção e manutenção de aceiros). Caso estes fragmentos forem voltados para a produção, pode-se utilizar algumas práticas silviculturais para interferir na luminosidade e facilitar o crescimento de espécies desejáveis.
II - Nos fragmentos do Grupo B é possível que a sucessão esteja comprometida, pois foi observado baixos índices de regeneração natural. Neste caso, poderia realizar o enriquecimento do fragmento por meio da utilização de mudas e ou sementes. Além disto, devese
manter o fragmento livre do fogo (ex. construção e manutenção de aceiros). Caso estes fragmentos forem voltados para a produção, pode-se utilizar algumas práticas silviculturais para interferir na luminosidade e facilitar o crescimento de espécies desejáveis.
III - Nos fragmentos do Grupo C a opção seria realizar a recomposição florestal, mas para isso seria necessário recuperar parcialmente os recursos que permitem o estabelecimento da sucessão, principalmente o solo.
De acordo com os grupos e as opções de manejo:
 

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2435514 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Até o ano de 2011, o estado com maior área de plantações com Hevea brasiliensis (seringueira) do Brasil era:
 

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