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Foram encontradas 60 questões.

2435092 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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De acordo com o Artigo 225 da Constituição Federal de 1988, todos têm direito a um ambiente ecologicamente equilibrado, impondo-se o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

A sentença que completa corretamente o trecho acima é:

 

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2434934 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Na recuperação de áreas degradadas, muitas vezes é necessário o plantio de mudas. Estas mudas devem ter qualidade, sendo que para avaliar a qualidade, alguns parâmetros podem ser utilizados. Dentre os parâmetros fisiológicos utilizados para verificar a qualidade de uma muda citam-se:
 

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2434603 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Um produtor rural deseja implantar um povoamento florestal de eucalipto em sua propriedade. O plantio será feito em dez hectares (10 ha) no espaçamento três metros entrelinhas e dois metros entre plantas (3 m x 2 m). De acordo com a análise de solo feita na área, um engenheiro florestal contratado pelo produtor recomendou aplicar sessenta quilos por hectare de nitrogênio (60 kg ha-1 de N), cento e vinte quilos por hectare de potássio (120 kg ha-1 de K2O) e cinquenta quilos por hectare de fósforo (50 kg ha-1 de P2O5). Esta adubação deveria ser parcelada em duas aplicações (uma parte na adubação de base e o restante na adubação de cobertura). O engenheiro florestal também recomendou que a adubação de base fosse feita em covetas laterais ao lado de cada planta no momento do plantio e que todo o fósforo fosse aplicado nesta primeira adubação. Para a adubação de base o produtor, seguindo a recomendação do engenheiro florestal, comprou um adubo granulado de formulação 4:28:6.
De acordo com a recomendação do engenheiro florestal é correto afirmar que o produtor comprou aproximadamente a seguinte quantidade de 4:28:6:
 

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2434103 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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De acordo com a Lei nº 5067 de 09 de julho de 2007, que dispõe sobre o zoneamento ecológico-econômico e define critérios para a implantação da atividade de silvicultura econômica no estado do Rio de Janeiro, a silvicultura de eucalipto no estado é recomendada para a seguinte Região Hidrográfica:
 

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2433673 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A exploração de produtos florestais não-madeireiros é uma alternativa de desenvolvimento sustentável que pode contribuir para conservação da biodiversidade, ao mesmo tempo em que gera renda para populações locais. São exemplos de produtos florestais não-madeireiros:
 

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2433662 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Como instrumento para conservação dos recursos naturais, a legislação brasileira possui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), que classifica as unidades de conservação de acordo com suas características.
Marque a alternativa que relaciona apenas unidades de conservação de uso sustentável.
 

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2433327 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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No manejo de bacias hidrográficas, as atividades mais importantes estão ligadas à produção de água. Em relação a essas atividades, é INCORRETO afirmar que:
 

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2433149 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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No planejamento de parques urbanos é correto afirmar que:
 

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2432766 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A qualidade máxima da semente florestal, com respeito à germinação e vigor, é tradicionalmente associada com:
 

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2432521 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

A cada nova abordagem sobre uma palavra, a crônica do texto 1 faz destacar sobre as demais a seguinte função da linguagem:

 

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