Foram encontradas 40 questões.
Analise as frases e os termos em negrito e assinale a alternativa CORRETA:
Paulo, o melhor jogador da turma, lesionou o joelho.
Carolina, resolva todas as pendências do dia.
Terminou a gravação havia quatro dias apenas.
Morei com Susana perto de dez anos.
Paulo, o melhor jogador da turma, lesionou o joelho.
Carolina, resolva todas as pendências do dia.
Terminou a gravação havia quatro dias apenas.
Morei com Susana perto de dez anos.
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Na oração “Andar a pé lhe era agradável”, o termo sublinhado funciona como:
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Texto 13
PL 2.630/2020: em direção a um ambiente online mais seguro
O avanço tecnológico trouxe consigo um desafio crescente: a disseminação desenfreada de fake news. Diante desse cenário, o Projeto de Lei 2.630/2020 surge como uma iniciativa promissora para lidar com essa questão premente. Ao propor medidas para identificar, controlar e punir a propagação deliberada de informações falsas, o PL representa um passo significativo na proteção da integridade da informação e na salvaguarda da sociedade contra os males da desinformação.
Entretanto, a implementação de uma legislação sobre fake news deve ser conduzida com cautela. É fundamental encontrar um equilíbrio delicado entre combater a desinformação e preservar a liberdade de expressão e a privacidade dos cidadãos. Qualquer medida adotada deve evitar o risco de se tornar uma forma de censura ou vigilância excessiva, garantindo que os direitos individuais sejam protegidos.
Nesse sentido, o debate em torno do PL 2.630/2020 deve ser pautado pela busca por esse equilíbrio, considerando, desse modo, não apenas a eficácia das medidas propostas, mas também seu impacto nas liberdades democráticas e nos direitos dos cidadãos. Somente com um diálogo aberto e inclusivo será possível construir uma legislação sólida e eficiente para lidar com as fake news.
Além disso, é importante destacar que o combate às fake news não é responsabilidade exclusiva do governo ou das plataformas digitais. Todos os setores da sociedade têm um papel a desempenhar nesse esforço conjunto. A educação digital, a promoção do pensamento crítico e o incentivo à responsabilidade individual são elementos-chave para enfrentar esse desafio de maneira eficaz.
Portanto, o PL 2.630/2020 representa um passo na direção certa, mas ainda há um longo caminho a percorrer, de modo que é necessário continuar trabalhando para aprimorar e implementar políticas que protejam a integridade da informação online, ao mesmo tempo em que preservam os valores democráticos e os direitos individuais. Somente assim poderemos construir um ambiente online mais seguro e confiável para todos os cidadãos.
(Editorial sobre o PL 2.630/2020)
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Texto 13
PL 2.630/2020: em direção a um ambiente online mais seguro
O avanço tecnológico trouxe consigo um desafio crescente: a disseminação desenfreada de fake news. Diante desse cenário, o Projeto de Lei 2.630/2020 surge como uma iniciativa promissora para lidar com essa questão premente. Ao propor medidas para identificar, controlar e punir a propagação deliberada de informações falsas, o PL representa um passo significativo na proteção da integridade da informação e na salvaguarda da sociedade contra os males da desinformação.
Entretanto, a implementação de uma legislação sobre fake news deve ser conduzida com cautela. É fundamental encontrar um equilíbrio delicado entre combater a desinformação e preservar a liberdade de expressão e a privacidade dos cidadãos. Qualquer medida adotada deve evitar o risco de se tornar uma forma de censura ou vigilância excessiva, garantindo que os direitos individuais sejam protegidos.
Nesse sentido, o debate em torno do PL 2.630/2020 deve ser pautado pela busca por esse equilíbrio, considerando, desse modo, não apenas a eficácia das medidas propostas, mas também seu impacto nas liberdades democráticas e nos direitos dos cidadãos. Somente com um diálogo aberto e inclusivo será possível construir uma legislação sólida e eficiente para lidar com as fake news.
Além disso, é importante destacar que o combate às fake news não é responsabilidade exclusiva do governo ou das plataformas digitais. Todos os setores da sociedade têm um papel a desempenhar nesse esforço conjunto. A educação digital, a promoção do pensamento crítico e o incentivo à responsabilidade individual são elementos-chave para enfrentar esse desafio de maneira eficaz.
Portanto, o PL 2.630/2020 representa um passo na direção certa, mas ainda há um longo caminho a percorrer, de modo que é necessário continuar trabalhando para aprimorar e implementar políticas que protejam a integridade da informação online, ao mesmo tempo em que preservam os valores democráticos e os direitos individuais. Somente assim poderemos construir um ambiente online mais seguro e confiável para todos os cidadãos.
(Editorial sobre o PL 2.630/2020)
Trecho destacado: “Portanto, o PL 2.630/2020 representa um passo na direção certa, mas ainda há um longo caminho a percorrer, de modo que é necessário continuar trabalhando para aprimorar e implementar políticas que protejam a integridade da informação online, ao mesmo tempo em que preservam os valores democráticos e os direitos individuais.”
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Texto 12
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente.
Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da
pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando
oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é
acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e
universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de
recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está
reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação
às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete
a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a
desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em:
https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/.
Acesso em: 30 abr. 2024.)
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Texto 12
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente.
Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da
pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando
oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é
acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e
universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de
recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está
reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação
às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete
a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a
desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em:
https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/.
Acesso em: 30 abr. 2024.)
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Texto 11
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo
a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O
primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei,
que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de
ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater
o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado,
Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a
cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os
refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para
Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras
esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda,
lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos
deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre
políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo
aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os
candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto,
essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater
a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em:
https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/.
Acesso em: 30 abr. 2024).
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Texto 11
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo
a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O
primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei,
que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de
ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater
o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado,
Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a
cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os
refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para
Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras
esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda,
lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos
deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre
políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo
aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os
candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto,
essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater
a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em:
https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/.
Acesso em: 30 abr. 2024).
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Qual das seguintes opções descreve uma manobra comumente utilizada para redução de
luxação de quadril?
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Sobre os tipos de amputações no pé, assinale a alternativa CORRETA:
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