Foram encontradas 60 questões.
Menino, 5 anos de idade, apresenta sibilância recorrente
quando tem infecções respiratórias, desde o primeiro
ano de vida. Hoje, tem o segundo episódio de bronco-espasmo no último ano. Está agitado, com saturação de
oxigênio de 91%, FC = 150 bpm, FR = 40 mrm, com uso
de musculatura acessória e sibilos bilaterais. Recebeu
salbutamol spray em dose adequada a cada 3 horas nas
últimas 12 horas. A melhor conduta para o quadro é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Gestante colheu exames no pré-natal, no terceiro mês de
gestação. O resultado do teste Elisa para toxoplasmose
foi positivo para IgM e IgG, e o teste de avidez de IgG
foi elevado. A conduta para a gestante e para o recém-nascido é, correta e respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Menino, 6 anos de idade, recebeu vacina para febre amarela fracionada em janeiro de 2018. Agora, precisa do certificado internacional de vacinação para viagem com a família.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta para esse caso.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1949378
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Provas:
A Lei Orgânica do Município de Morro Agudo determina
que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1949370
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Provas:
A Lei Orgânica do Município de Morro Agudo determina:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Rotulo, logo existo
Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há
milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo
hardware que um caçador coletor que passou a vida errando
em uma pequena área de algum lugar em busca de comer,
aquecer-se e garantir a reprodução.
Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa
mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de
acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa
vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal,
toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa.
Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos
sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria
problemas para nossa atualidade.
Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma
de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo,
passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas.
Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja
controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir
à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais
amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de
imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez,
um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica
transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com
atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora
do que está posto e nunca ser o representante da verdade na
Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos
uma hora por dia. É preciso ter esperança.
(Leandro Karnal. Disponível em: .
Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Rotulo, logo existo
Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há
milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo
hardware que um caçador coletor que passou a vida errando
em uma pequena área de algum lugar em busca de comer,
aquecer-se e garantir a reprodução.
Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa
mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de
acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa
vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal,
toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa.
Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos
sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria
problemas para nossa atualidade.
Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma
de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo,
passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas.
Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja
controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir
à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais
amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de
imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez,
um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica
transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com
atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora
do que está posto e nunca ser o representante da verdade na
Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos
uma hora por dia. É preciso ter esperança.
(Leandro Karnal. Disponível em: .
Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Rotulo, logo existo
Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há
milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo
hardware que um caçador coletor que passou a vida errando
em uma pequena área de algum lugar em busca de comer,
aquecer-se e garantir a reprodução.
Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa
mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de
acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa
vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal,
toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa.
Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos
sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria
problemas para nossa atualidade.
Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma
de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo,
passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas.
Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja
controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir
à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais
amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de
imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez,
um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica
transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com
atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora
do que está posto e nunca ser o representante da verdade na
Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos
uma hora por dia. É preciso ter esperança.
(Leandro Karnal. Disponível em: .
Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Rotulo, logo existo
Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há
milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo
hardware que um caçador coletor que passou a vida errando
em uma pequena área de algum lugar em busca de comer,
aquecer-se e garantir a reprodução.
Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa
mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de
acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa
vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal,
toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa.
Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos
sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria
problemas para nossa atualidade.
Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma
de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo,
passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas.
Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja
controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir
à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais
amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de
imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez,
um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica
transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com
atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora
do que está posto e nunca ser o representante da verdade na
Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos
uma hora por dia. É preciso ter esperança.
(Leandro Karnal. Disponível em: .
Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Rotulo, logo existo
Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há
milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo
hardware que um caçador coletor que passou a vida errando
em uma pequena área de algum lugar em busca de comer,
aquecer-se e garantir a reprodução.
Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa
mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de
acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa
vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal,
toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa.
Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos
sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria
problemas para nossa atualidade.
Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma
de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo,
passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas.
Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja
controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir
à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais
amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de
imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez,
um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica
transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com
atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora
do que está posto e nunca ser o representante da verdade na
Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos
uma hora por dia. É preciso ter esperança.
(Leandro Karnal. Disponível em: .
Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container