Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

640232 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
Provas:
São atividades que fazem parte das rotinas de protocolo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em um restaurante, a salada é servida de acordo com o pedido do cliente, que pode escolher de 3 a 5 tipos diferentes de verduras das 12 disponíveis. O número de combinações de saladas que podem ser pedidas neste restaurante é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
628613 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
Provas:
Considerando o processo administrativo, analise.
I. É dinâmico, contínuo e composto pelas seguintes funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle.
II. É dentro da função direção que o organograma de uma empresa é definido, buscando elaborar os níveis hierárquicos e definir as estruturas organizacionais.
III. Caracterizado como uma das funções administrativas, o planejamento se divide em: estratégico, tático e operacional.
IV. Medição e avaliação de resultados e correção de desempenho são algumas das atividades verificadas pela função de controle.
Estão corretas as afirmativas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
620704 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
Provas:
É correto afirmar que o processo de avaliação de documentos de arquivo se baseia, principalmente, no(a)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto

Súplica por uma árvore

Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen-Andersen, esse pequeno deus que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho, pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral, desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e enigmática.

Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não esqueço, e cujo tronco há quinze dias se encontra todo ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida, essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade da sua vida.

Uma testemunha realista, meramente interessada na descrição dos fatos aparentes, contaria que, uma destas tardes, um pobre táxi obscuro, rodando dentro da quilometragem regular, foi abalroado por um poderoso furgão, de maneira tão jeitosa que o motorista foi cuspido do seu lugar; e o carro, em movimento, dirigiu-se, desgovernado, para cima, para baixo, para a direita e para a esquerda, até se amassar contra uma árvore. Apenas isso: sem falar que o táxi levava passageiro, que, no seu lugar, aguardava o desfecho desse jogo de forças cumprindo-se inexoráveis dentro das leis da física.

Mas um observador mais sensível, mais dedicado ao que mora além das aparências – sem divergir da descrição gráfica do fato –, veria, no instante mais agudo da situação, a bondosa, a caridosa, a dadivosa árvore enfrentar o desastre com a sua solidez estoica, deter o desvario da máquina, embora expondo ao risco a sua vida.

Com que abraço se pode agradecer o heroísmo de uma árvore? Num tempo em que os homens se destroem com pensamentos, palavras e atos, de que maneira se pode louvar uma árvore que protege e salva, embora anônima e em silêncio? A quem se deve pedir que venha, com os recursos de que os homens dispõem, impedir que se extinga a vida vegetal que salvou uma vida humana? Vinde, senhores da cidade! Tratai desta árvore-símbolo! Tratai-a com amor, porque está sofrendo, porque está ferida, porque não se queixa – e para que não se diga que os homens são menos generosos que as plantas.

(MEIRELES, Cecília. Crônicas para jovens; seleção,

prefácio e notas biobibliográficas Antonieta Cunha. São Paulo: Global,

2012.)

Em todas as frases a seguir, transcritas do texto, as formas verbais estão flexionadas no mesmo tempo, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto

Súplica por uma árvore

Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen-Andersen, esse pequeno deus que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho, pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral, desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e enigmática.

Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não esqueço, e cujo tronco há quinze dias se encontra todo ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida, essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade da sua vida.

Uma testemunha realista, meramente interessada na descrição dos fatos aparentes, contaria que, uma destas tardes, um pobre táxi obscuro, rodando dentro da quilometragem regular, foi abalroado por um poderoso furgão, de maneira tão jeitosa que o motorista foi cuspido do seu lugar; e o carro, em movimento, dirigiu-se, desgovernado, para cima, para baixo, para a direita e para a esquerda, até se amassar contra uma árvore. Apenas isso: sem falar que o táxi levava passageiro, que, no seu lugar, aguardava o desfecho desse jogo de forças cumprindo-se inexoráveis dentro das leis da física.

Mas um observador mais sensível, mais dedicado ao que mora além das aparências – sem divergir da descrição gráfica do fato –, veria, no instante mais agudo da situação, a bondosa, a caridosa, a dadivosa árvore enfrentar o desastre com a sua solidez estoica, deter o desvario da máquina, embora expondo ao risco a sua vida.

Com que abraço se pode agradecer o heroísmo de uma árvore? Num tempo em que os homens se destroem com pensamentos, palavras e atos, de que maneira se pode louvar uma árvore que protege e salva, embora anônima e em silêncio? A quem se deve pedir que venha, com os recursos de que os homens dispõem, impedir que se extinga a vida vegetal que salvou uma vida humana? Vinde, senhores da cidade! Tratai desta árvore-símbolo! Tratai-a com amor, porque está sofrendo, porque está ferida, porque não se queixa – e para que não se diga que os homens são menos generosos que as plantas.

(MEIRELES, Cecília. Crônicas para jovens; seleção,

prefácio e notas biobibliográficas Antonieta Cunha. São Paulo: Global,

2012.)

Em “... deter o desvario da máquina, embora expondo ao risco a sua vida.” (4º§), a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto

Súplica por uma árvore

Um dia, um professor comovido falava-me de árvores. Seu avô conhecera Andersen-Andersen, esse pequeno deus que encantou para sempre a infância, todas as infâncias, com suas maravilhosas histórias. Mas, além de conhecer Andersen, o avô desse comovido professor legara a seus descendentes uma recordação extremamente terna: ao sentir que se aproximava o fim de sua vida, pediu que o transportassem aos lugares amados, onde brincara em menino, para abraçar e beijar as árvores daquele mundo antigo – mundo de sonho, pureza, poesia – povoado de crianças, ramos, flores, pássaros... O professor comovido transportava-se a esse tempo de ternura, pensava nesse avô tão sensível, e continuava a participar, com ele, dessa cordialidade geral, desse agradecido amor à Natureza que, em silêncio, nos rodeia com a sua proteção, mesmo obscura e enigmática.

Lembrei-me de tudo isso ao contemplar uma árvore que não esqueço, e cujo tronco há quinze dias se encontra todo ferido, lascado pelo choque de um táxi desgovernado. Segundo os técnicos, se não for socorrida, essa árvore deverá morrer dentro em breve: pois a pancada que a atingiu afetou-a na profundidade da sua vida.

Uma testemunha realista, meramente interessada na descrição dos fatos aparentes, contaria que, uma destas tardes, um pobre táxi obscuro, rodando dentro da quilometragem regular, foi abalroado por um poderoso furgão, de maneira tão jeitosa que o motorista foi cuspido do seu lugar; e o carro, em movimento, dirigiu-se, desgovernado, para cima, para baixo, para a direita e para a esquerda, até se amassar contra uma árvore. Apenas isso: sem falar que o táxi levava passageiro, que, no seu lugar, aguardava o desfecho desse jogo de forças cumprindo-se inexoráveis dentro das leis da física.

Mas um observador mais sensível, mais dedicado ao que mora além das aparências – sem divergir da descrição gráfica do fato –, veria, no instante mais agudo da situação, a bondosa, a caridosa, a dadivosa árvore enfrentar o desastre com a sua solidez estoica, deter o desvario da máquina, embora expondo ao risco a sua vida.

Com que abraço se pode agradecer o heroísmo de uma árvore? Num tempo em que os homens se destroem com pensamentos, palavras e atos, de que maneira se pode louvar uma árvore que protege e salva, embora anônima e em silêncio? A quem se deve pedir que venha, com os recursos de que os homens dispõem, impedir que se extinga a vida vegetal que salvou uma vida humana? Vinde, senhores da cidade! Tratai desta árvore-símbolo! Tratai-a com amor, porque está sofrendo, porque está ferida, porque não se queixa – e para que não se diga que os homens são menos generosos que as plantas.

(MEIRELES, Cecília. Crônicas para jovens; seleção,

prefácio e notas biobibliográficas Antonieta Cunha. São Paulo: Global,

2012.)

Mas um observador mais sensível, mais dedicado ao que mora além das aparências...” (4º§). Assinale a alternativa que explica de forma objetiva e simples o seu sentido.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia a sinopse do filme “Beneath Hill 60” (Pelotão de Elite) e responda a questão que se referem ao tema tratado no filme: Primeira Grande Guerra Mundial.
Enunciado 581557-1
Extraordinária história real de Oliver Woodward. O ano é 1916 e Woodward deve romper com seu jovem e novo amor e ir para a lama e carnificina da Frente Ocidental. Woodward e seu pelotão secreto de escavadores australianos lutam para minar um complexo sistema de túneis recheados de explosivos e construído abaixo do túnel feito pelos alemães, para tentar mudar o curso da guerra.
(Disponível em: http://cinema10.com.br/filme/pelotao-de-elite.)
Como foi a participação brasileira neste conflito?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia a sinopse do filme “Beneath Hill 60” (Pelotão de Elite) e responda a questão que se referem ao tema tratado no filme: Primeira Grande Guerra Mundial.
Enunciado 581008-1
Extraordinária história real de Oliver Woodward. O ano é 1916 e Woodward deve romper com seu jovem e novo amor e ir para a lama e carnificina da Frente Ocidental. Woodward e seu pelotão secreto de escavadores australianos lutam para minar um complexo sistema de túneis recheados de explosivos e construído abaixo do túnel feito pelos alemães, para tentar mudar o curso da guerra.
(Disponível em: http://cinema10.com.br/filme/pelotao-de-elite.)
Quem foram os vencedores deste conflito (aliança e alguns países envolvidos) que ficou conhecido como Primeira Grande Guerra Mundial?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
568008 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natividade-RJ
Provas:
Analise as afirmativas.
I. A qualidade no atendimento está diretamente relacionada às pessoas que prestam este serviço, bem como as condições de trabalho oferecidas pela empresa.
II. A habilidade em prestar um atendimento de excelência é algo inerente ao prestador de serviço. Contudo, esta habilidade também pode ser adquirida através de treinamentos.
III. O desenvolvimento da empatia nas relações pessoais e profissionais não necessariamente aumenta a eficácia do comportamento interpessoal.
IV. O gestor que possui opinião firme e toma sozinho as decisões sobre o que é importante para sua equipe favorece o bom clima do trabalho em equipe.
Estão INCORRETAS apenas as afirmativas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas